<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<!DOCTYPE ead PUBLIC "+//ISBN 1-931666-00-8//DTD ead.dtd (Encoded Archival Description (EAD) Version 2002)//EN" "http://lcweb2.loc.gov/xmlcommon/dtds/ead2002/ead.dtd">
<ead>
  <eadheader langencoding="iso639-2b" countryencoding="iso3166-1" dateencoding="iso8601" repositoryencoding="iso15511" scriptencoding="iso15924" relatedencoding="DC">
    <eadid identifier="emsn" countrycode="BR" mainagencycode="ESAPEES" url="https://atom.ape.es.gov.br/index.php/emsn" encodinganalog="identifier">JOR</eadid>
    <filedesc>
      <titlestmt>
        <titleproper encodinganalog="title">Coleção Jornais - APEES</titleproper>
      </titlestmt>
      <publicationstmt>
        <publisher encodinganalog="publisher">Arquivo Público do Estado do Espírito Santo</publisher>
        <address>
          <addressline>Rua Sete de Setembro, n° 414 - Centro - Vitória<lb/><lb/>Arquivo Público do Estado</addressline>
          <addressline>Vitória</addressline>
          <addressline>Espírito Santo</addressline>
          <addressline>Brasil</addressline>
          <addressline>29015-000</addressline>
          <addressline>Telefone: (27) 3636-6129</addressline>
          <addressline>E-mail: faleconosco@ape.es.gov.br</addressline>
          <addressline>www.ape.es.gov.br</addressline>
        </address>
        <date normal="2024-10-30" encodinganalog="date">2024-10-30</date>
      </publicationstmt>
    </filedesc>
    <profiledesc>
      <creation>
      Gerado por Access to Memory (AtoM) 2.8.2      <date normal="2026-06-06">2026-06-06 01:43 UTC</date>
    </creation>
      <langusage>
        <language langcode="por">português do Brasil</language>
      </langusage>
    </profiledesc>
  </eadheader>
  <archdesc level="collection" relatedencoding="ISAD(G)v2">
    <did>
      <unittitle encodinganalog="3.1.2">Coleção Jornais - APEES</unittitle>
      <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR</unitid>
      <unitdate normal="1901/2000" encodinganalog="3.1.3">1901-2000</unitdate>
      <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Conjunto documental composto por edições de jornais capixabas.    </physdesc>
      <repository>
        <corpname>Arquivo Público do Estado do Espírito Santo</corpname>
        <address>
          <addressline>Rua Sete de Setembro, n° 414 - Centro - Vitória<lb/><lb/>Arquivo Público do Estado</addressline>
          <addressline>Vitória</addressline>
          <addressline>Espírito Santo</addressline>
          <addressline>Brasil</addressline>
          <addressline>29015-000</addressline>
          <addressline>Telefone: (27) 3636-6129</addressline>
          <addressline>E-mail: faleconosco@ape.es.gov.br</addressline>
          <addressline>www.ape.es.gov.br</addressline>
        </address>
      </repository>
      <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/1/e/a1ec6a750780ad17a3e817aa0d00e554cd7fbf664846fd6e7cdb5413dfc21e95/Jornais_141.jpg" role="reference" actuate="onrequest" show="embed"/>
      <origination encodinganalog="3.2.1">
        <corpname id="atom_285222_actor">Imprensa Capixaba</corpname>
      </origination>
    </did>
    <bioghist id="md5-24019483afe231c0659435e76114ae4a" encodinganalog="3.2.2">
      <note>
        <p>A Imprensa Capixaba nasce efetivamente em janeiro de 1849 quando surge o "Correio da Victória", publicação periódica que se prolongou por quase três décadas. Em 1840, porém, é publicado, em um único número, "O Estafeta", do qual se tem exemplares localizados.<lb/><lb/>Por meio do "Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos Brasileiros", coordenado pela Biblioteca Nacional, foram reproduzidos milhares de títulos de jornais de todo o Brasil. Os periódicos referentes ao Espírito Santo foram disponibilizados pelo Arquivo Público, em 1986, que também participou como parceiro no projeto. Na ocasião, foi publicado o catálogo "Jornais e Relatórios de Presidentes de Província – ES" em microfilmes, para auxiliar os pesquisadores na consulta dessa importante fonte de pesquisa.<lb/><lb/>Novos títulos foram agregados ao projeto desde então e na oportunidade das Comemorações do Centenário do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo a instituição publicou on-line a relação dos títulos de jornais microfilmados, disponibilizando o primeiro exemplar de cada jornal, em formato PDF, para download. O material completo pode ser consultado na Sala de Consultas do APEES ou no site da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.<lb/><lb/>O objetivo do Arquivo Público é dar continuidade à reprodução dos periódicos que foram e ainda são publicados no Espírito Santo. Os jornais são importantes instrumentos que testemunham e retratam o cotidiano, constituindo-se relevantes fontes de pesquisa para a compreensão histórica.<lb/><lb/>Com a presente relação on-line, os pesquisadores têm informações sobre o conteúdo microfilmado de cada periódico e podem colaborar no fornecimento de exemplares ou títulos ainda não contemplados pelo projeto.<lb/><lb/>Estão disponíveis 72 títulos de jornais de 13 municípios capixabas, assim distribuídos:<lb/>Vitória - 38; Cachoeiro de Itapemirim - 9; Itapemirim - 8; Santa Leopoldina -3; Muqui - 3; Anchieta-Benevente -2; São Mateus -2; São Pedro do Itabapoana (atual distrito de Mimoso do Sul) – 2; Castelo – 1; Demétrio Ribeiro (distrito de João Neiva) – 1; Guaçui – 1; Muniz Freire – 1 e Rio Novo do Sul – 1.</p>
      </note>
    </bioghist>
    <odd type="publicationStatus">
      <p>Publicado</p>
    </odd>
    <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
      <p>Conjunto documental composto por edições de jornais capixabas, digitalizados a partir de exemplares em papel (e, em alguns casos, de microfilmes) sob guarda do APEES. A coleção reúne títulos publicados em diferentes períodos, refletindo a vida política, administrativa, econômica e cultural do Espírito Santo e do Brasil. Os objetos digitais destinam-se ao acesso e à preservação.</p>
    </scopecontent>
    <controlaccess>
      <corpname role="Produtor" id="atom_285222_actor">Imprensa Capixaba</corpname>
      <genreform>Textual</genreform>
      <genreform>Iconográfico</genreform>
      <subject>Jornais|Publicações</subject>
      <geogname>Espírito Santo - ES</geogname>
      <geogname>Cachoeira de Itapemirim - ES</geogname>
    </controlaccess>
    <custodhist encodinganalog="3.2.3">
      <p>A coleção resulta de incorporações diversas: recolhimentos institucionais e doações de particulares.</p>
    </custodhist>
    <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
      <p>Irrestrito</p>
    </accessrestrict>
    <dsc type="combined">
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1</unitid>
          <unitdate normal="1901/1995" encodinganalog="3.1.3">1901-1995</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Contém exemplares de jornais publicados no Estado do Espírito Santo    </physdesc>
        </did>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Publicado</p>
        </odd>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal O Caboclo</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB</unitid>
            <unitdate normal="1901/1902" encodinganalog="3.1.3">1901-1902</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo exemplares de 1901 (Outubro, Novembro e Dezembro) e 1902 ( Janeiro, Abril, Maio, Junho, Julho, Agosto e Setembro).    </physdesc>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_234793_actor">O Caboclo</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-222a545089d32306fe9c9d42df7fd0de" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Jornal que produzido em Cachoeiro de Itapemirim entre os anos de 1901 e 1902. Seu redator chefe foi Athayde Júnior e Narciso Araújo.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <controlaccess>
            <corpname role="Produtor" id="atom_234793_actor">O Caboclo </corpname>
          </controlaccess>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal O Caboclo</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB.1901</unitid>
              <unitdate normal="1901/1901" encodinganalog="3.1.3">1901</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo os exemplares de Outubro, Novembro e Dezembro de 1901.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_234726_actor">O Caboclo</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-222a545089d32306fe9c9d42df7fd0de" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Jornal que produzido em Cachoeiro de Itapemirim entre os anos de 1901 e 1902. Seu redator chefe foi Athayde Júnior e Narciso Araújo.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_234726_actor">O Caboclo </corpname>
              <subject>Imprensa</subject>
              <geogname>Cachoeiro de Itapemirim</geogname>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Outubro</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB.1901.1</unitid>
                <unitdate normal="1901/1901" encodinganalog="3.1.3">1901</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 4 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/4/f/54f29142e073b94afff609a640fc150537dfbf404f472b1c0435dff1333a20f5/OUT.1901.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Novembro</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB.1901.2</unitid>
                <unitdate normal="1901/1901" encodinganalog="3.1.3">1901</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/1/7/2170870538e27940debbb2d97eeeb5b032ac20ce6dd995550cd77d7320582ac0/NOV.1901.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dezembro</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB.1901.3</unitid>
                <unitdate normal="1901/1901" encodinganalog="3.1.3">1901</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 20 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/8/3/383d1d148d006b9726baac52a1a8a7e3a7aa5cddbfa6b36e4d1a582d06757828/DEZ.1901.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal O Caboclo</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB.1</unitid>
              <unitdate normal="1902/1902" encodinganalog="3.1.3">1902</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo os exemplares de Janeiro, Abril, Maio, Junho, Julho, Agosto e Setembro de 1902.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_234754_actor">O Caboclo</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-222a545089d32306fe9c9d42df7fd0de" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Jornal que produzido em Cachoeiro de Itapemirim entre os anos de 1901 e 1902. Seu redator chefe foi Athayde Júnior e Narciso Araújo.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_234754_actor">O Caboclo </corpname>
              <subject>Imprensa</subject>
              <geogname>Cachoeiro de Itapemirim</geogname>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Janeiro</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB.1.1</unitid>
                <unitdate normal="1902/1902" encodinganalog="3.1.3">1902</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 4 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/c/4/6c48259e877ead44447b71aa63215f8b96947cb403e81419c93bcc44b233244d/JAN.1902.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Abril</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB.1.2</unitid>
                <unitdate normal="1902/1902" encodinganalog="3.1.3">1902</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 4  páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/c/d/ecdf2a17ca303ee56e3c25c9c1f238537f629f2f8969af49403c932fa167a91c/ABR.1902.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maio</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB.1.3</unitid>
                <unitdate normal="1902/1902" encodinganalog="3.1.3">1902</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 12 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/a/2/6a2b90f0d552e145b17007367b52e496f8f42f2b5ea0380ca7f1c842f33c6c9f/MAI.1902.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Junho</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB.1.4</unitid>
                <unitdate normal="1902/1902" encodinganalog="3.1.3">1902</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 20 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/d/8/7d8153e8a8414fcdc2afb0d73f6015d5fb3cd876b2450bf52e6ab67466dc03fa/JUN.1902.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Julho</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB.1.5</unitid>
                <unitdate normal="1902/1902" encodinganalog="3.1.3">1902</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/1/8/818efa756c5f0bc850d3cacb3e44e123d0270e8d41cae5004b22d18884f26847/JUL.1902.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Agosto</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB.1.6</unitid>
                <unitdate normal="1902/1902" encodinganalog="3.1.3">1902</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/4/a/84aca4fb1b4280652c6465e701b002cd412698326cec86f1daf373fbecc057a8/AGOST.1902.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Setembro</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCAB.1.7</unitid>
                <unitdate normal="1902/1902" encodinganalog="3.1.3">1902</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 11 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/2/6/c26ff062abdfed7b4202a57c63f35eef8b550ed7df3b8e91d91dd059db273c77/SET.1902..pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS</unitid>
            <unitdate normal="1928/1994" encodinganalog="3.1.3">1928 - 1994</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 268 (duzentos e sessenta e oito) dossiês com edições do Jornal.    </physdesc>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6400_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>O acervo está organizado por ordem cronológica, em 23 séries, separados por ano, sendo os meses constituídos por dossiês.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <corpname role="Produtor" id="atom_6400_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            <name role="subject">Dr. Francisco Gonçalves</name>
            <name role="subject">Jeronymo Braga</name>
            <geogname>Cachoeiro de Itapemirim</geogname>
          </controlaccess>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1928</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1928</unitid>
              <unitdate normal="1928/1928" encodinganalog="3.1.3">07/1928 - 12/1928</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 6 exemplares    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1928</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1928.1</unitid>
                <unitdate normal="1928/1928" encodinganalog="3.1.3">Julho de 1928</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-17/b/9/f/b9ff859c9c8dc606defaebb54491ceb3650a7df29dfc1203a760bb17445c8d56/JCS.25.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1928</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1928.2</unitid>
                <unitdate normal="1928/1928" encodinganalog="3.1.3">Agosto de 1928</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/c/6/9c6a8673b4ae5b3a0f5649ee2c81912222265706385aa7ab9949c4a57c7a6b6e/JCS.25.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1928</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1928.3</unitid>
                <unitdate normal="1928/1928" encodinganalog="3.1.3">Setembro de 1928</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/6/2/2627bf2c3030c8355e22d514bc42c067da0325321771b566910fe1c9d0dce0d5/JCS.25.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1928</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1928.4</unitid>
                <unitdate normal="1928/1928" encodinganalog="3.1.3">Outubro de 1928</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/5/e/65e3d6a3d9b14f3b496fd7e82290a8bf28bfb2308cc543bf5a503554130184cb/JCS.25.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1928</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1928.5</unitid>
                <unitdate normal="1928/1928" encodinganalog="3.1.3">Novembro de 1928</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/5/5/55515a1735eacd8c4048f89afcf03d363761d85f08570db54faa14e98abc5dba/JCS.25.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1928</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1928.6</unitid>
                <unitdate normal="1928/1928" encodinganalog="3.1.3">Dezembro de 1928</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/d/0/3d049ba9f1bcb6f906e93d6092522546c9c9995912b61303593ae72208c44a31/JCS.25.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1929</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929</unitid>
              <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">01/1929 - 12/1929</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 exemplares    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1929</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929.1</unitid>
                <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">01/1929</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, jornal com 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-16/6/6/e/66e3a56845d421840930bae646e02d5e10e951670fd2b6443daddae83dc38f80/JCS.26.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1929</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929.2</unitid>
                <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">02/1929</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Jornal com xx páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/f/0/6f02124e11679aa030ca7d6cf5eb9f55a3ab700ec0f82516ee88995d2b2eb293/JCS.26.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1929</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929.3</unitid>
                <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">03/1929</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/7/f/07f08696764be4de739d1070336a819d032beeb5a4bc0c00aef758992e090953/JCS.26.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1929</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929.4</unitid>
                <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">04/1929</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 51 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/7/7/f778847bb73f7e72d655a9ed406461e6056fe82e99b12496c0eedc80a1a8ec0c/JCS.26.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1929</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929.5</unitid>
                <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">05/1929</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/7/f/97f3e8006657f8c37f561851a4c86b4efaa257349acaa43fa21d75af10d94e39/JCS.26.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1929</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929.6</unitid>
                <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">06/1929</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/a/2/1a2bcb468e8602452d149cceacd29188353b68675780e4781adf91fb74dca15c/JCS.26.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1929</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929.7</unitid>
                <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">07/1929</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/a/6/9a6bcb2bfa4e2d1bd86ef6789edae575197e2439530bb4569cdea5aa8f6cb04b/JCS.26.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1929</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929.8</unitid>
                <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">08/1929</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 56 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/b/e/2be9b630158565af87dae17cdb1349aa86c804bd7899f66b289257f854ee9bdf/JCS.26.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1929</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929.9</unitid>
                <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">09/1929</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/d/a/0da8b4dc0d1320d5e904396373af580036fc9e77925b456bd26f36a70b127930/JCS.26.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1929</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929.10</unitid>
                <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">10/1929</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 56 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/3/d/33dd417517a6065879d820a8bfeb7e3041fef6cb72f0706ec5b69736e2acd5c3/JCS.26.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1929</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929.11</unitid>
                <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">11/1929</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/c/c/5ccf5459291efd194da3801f70d36bd37dcd05eb04bc3b813bac77f5ddc1c324/JCS.26.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1929</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1929.12</unitid>
                <unitdate normal="1929/1929" encodinganalog="3.1.3">12/1929</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 46 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/8/4/b840adc2388c4e64be3ec6b8f8e98e378ed1b1714ebfa4b075088dc2e0f70c89/JCS.26.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1930</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1930</unitid>
              <unitdate encodinganalog="3.1.3">01/1930 - 10/1930</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 10 edições.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17898_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 10 (dez) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Outubro de 1930.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17898_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1930</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1930.1</unitid>
                <unitdate encodinganalog="3.1.3">1930</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico 42 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/5/0/d508c38c2ae7c1e775628f1ca21be995568f15b73707c7b901fe517e2c7f423a/JCS.1.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6388_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edição Correio do Sul n° 208, de 07 de janeiro de 1930 a n° 218, de 30 de janeiro de 1930.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6388_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1930</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1930.2</unitid>
                <unitdate normal="1930/1930" encodinganalog="3.1.3">1930</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/8/2/d820ee8f37f6eebe551f6943862638a8f706537fa0b0e1c41a700e2be2e2a4b4/JCS.1.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6451_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, do município de Cachoeiro, do período de 01 a 27 de fevereiro de 1930. Edições n° 219 a 230.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6451_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1930</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1930.3</unitid>
                <unitdate normal="1930/1930" encodinganalog="3.1.3">1930</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico: 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/0/8/7080bb63ed0fd55237bd5907ca09b82753ccc23c07c692f81a5fb86bab84c493/JCS.1.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6453_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 231 a 242 do Jornal Correio do Sul, do Município de Cacheiro de Itapemirim, período: 01 de março de 1930 a 29 de março de 1930.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6453_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1930</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1930.4</unitid>
                <unitdate normal="1930/1930" encodinganalog="3.1.3">04/1930</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/5/7/1570dfe011f608e493b48fd7a1650ffdba915824d10051ce858509a9a2710ea0/JCS.1.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17432_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 243 a 254, do período de 01 a 29 de abril de 1930.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17432_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1930</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1930.5</unitid>
                <unitdate normal="1930/1930" encodinganalog="3.1.3">1930</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 51 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/f/8/1f8b47839d3fa1eb641574702449b05297d21088c11c1f07583dafd29cfc39f1/JCS.1.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6457_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 255 a 267, Jornal Correio do Sul, período: 03 a 31 de maio de 1930.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6457_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1930</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1930.6</unitid>
                <unitdate normal="1930/1930" encodinganalog="3.1.3">1930</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/2/7/c279b93daeb7ad91908e4ab4bab5b6ad27e5cde61c215e24e0c5979cff818530/JCS.1.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6459_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 268 a 279 do Jornal Correio do Sul, período: 03 a 28 de junho de 1930.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6459_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1930</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1930.7</unitid>
                <unitdate normal="1930/1930" encodinganalog="3.1.3">1930</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 52 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/a/0/5a059c6534bf1a2e0ff56fb0c5a1b086d286137bbf1141d93a169ec47b2bafd7/JCS.1.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6461_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 280 a 293 do Jornal Correio do Sul, período 01 a 31 de julho de 1930.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6461_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1930</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1930.8</unitid>
                <unitdate normal="1930/1930" encodinganalog="3.1.3">1930</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/b/c/1bcf807d9fe7def99435a68b11ea97256e2cf74a5ee08f494dfffd4a868f5915/JCS.1.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6464_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições Jornal Correio do Sul n° 294 a 306, de 01 a 30 de agosto de 1930.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6464_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1930</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1930.9</unitid>
                <unitdate normal="1930/1930" encodinganalog="3.1.3">1930</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 52 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/4/c/d4c6f3a2759de44f8323a677a09759baefa700d37d2b1d28c4e835bc5f38a93f/JCS.1.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6466_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n°  307 a 319, de 02 a  30 de setembro de 1930, do Jornal Correio do Sul, do Município de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6466_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1930</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1930.10</unitid>
                <unitdate normal="1930/1930" encodinganalog="3.1.3">1930</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 20 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/c/f/6cff4aeef09c1777750a05587ece9b697d1ddbe1f425ac3703e73f0142180e41/JCS.1.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6468_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 320 a 324, do período de 02 a 11 de outubro de 1930, do Jornal Correio do Sul</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6468_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1931</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931</unitid>
              <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">01/1931 - 10/1931</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 10 edições.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17908_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 10 (dez) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Outubro de 1931.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17908_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1931</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931.1</unitid>
                <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">01/1931</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/3/d/13d0f498c9fce1cc40d2f6ca9229680fe0f7e9d8a4d5c4258c75ce85ade699e9/JCS.2.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6912_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 325 a 328, de 21 a 28 de janeiro de 1931.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6912_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1931</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931.2</unitid>
                <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">02/1931</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/1/3/313307c7b8ceb9d01e9c8b8f1e6f968ac5fc3609ba2b494dc982ce0a87423142/JCS.2.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6906_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 329 a 335, de 04 a 28 de fevereiro de 1931.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6906_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1931</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931.3</unitid>
                <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">03/1931</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/9/d/69d630388a716840d7b39a0efa5ef3d59324a2745e70132634f23f16670e6ba0/JCS.2.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6936_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 336 a 343, de 04 a 28 de março de 1931 do Jornal Correio do Sul</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6936_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1931</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931.4</unitid>
                <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">04/1931</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 páginas    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/9/e/39e7791727d780ad8ec9177092495a972f4c7cbd2d991b97dc948c7de5325665/JCS.2.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6946_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 344 a 351, período de 01 a 29 de abril de 1931, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6946_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1931</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931.5</unitid>
                <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">05/1931</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/c/d/4cd5ccf4beda1ce52b91322a1c95a261077009017a636d2b8708b8eecb39c0f6/JCS.2.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_6958_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 352 a 360, período de 02 a 30 de maio de 1931, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_6958_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1931</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931.6</unitid>
                <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">06/1931</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 31 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/e/5/de5c3f8f8d50cfee1b08d29f269930d442a117e49733377457bba831e2a91318/JCS.2.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7001_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 361 a 368, período de 02 a 27 de junho de 1931, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7001_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1931</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931.7</unitid>
                <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">07/1931</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/6/a/26a8791f432a522f466ff582eaf94405c8bf453121e6d98ba5d227340d64b132/JCS.2.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7018_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 369 a 377, período de 01 a 29 de julho de 1931, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7018_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1931</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931.8</unitid>
                <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">08/1931</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 33 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/c/f/fcfa0d4bfd2533a03a1496023fd7e80c025fa6204dd3d5542e8b8366b0b7c08a/JCS.2.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7030_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 378 a 386, período de 01 a 29 de agosto de 1931, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7030_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1931</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931.9</unitid>
                <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">09/1931</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/4/b/14b800f018a3afd679bfb39c6f252892d54ad0bf3fa894f04ce2a4ccf3c5407c/JCS.2.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7035_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 387 a 395, período de 02 a 30 de setembro de 1931, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7035_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1931</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931.10</unitid>
                <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">10/1931</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/d/b/8db3843a6f25857fee5b701f8a2cba7832d643b0ee0b1805f5dda3e3fe0bdec5/JCS.2.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7066_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 396 a 404, período de 03 a 31 de outubro de 1931, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7066_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1931</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931.11</unitid>
                <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">11/1931</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/4/e/34e962c69ffde7a2df92757bd58455899731528985d44576dcf45e50604e286a/JCS.2.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7087_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 405 a 412, período de 04 a 30 de novembro de 1931, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7087_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1931</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1931.12</unitid>
                <unitdate normal="1931/1931" encodinganalog="3.1.3">12/1931</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/5/f/95fd1fb1ba9a465c3f7aaf4a93a94520e1b0c5b61daaf6bf7347349b6d49d666/JCS.2.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7089_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 413 a 420, período de 02 a 30 de dezembro de 1931, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7089_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1932</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932</unitid>
              <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">01/1932 - 12/1932</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17910_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1932.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17910_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1932</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932.1</unitid>
                <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">01/1932</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 31 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/0/b/00b5ac44e90f6264afb0bba45d8e5db44aaf49de8684843768447631d0c6164a/JCS.3.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7116_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 421 a 428, período de 02 a 27 de janeiro de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7116_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1932</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932.2</unitid>
                <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">02/1932</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/0/4/104a9c0aea4729a02bbb65ac9567ae64e63fa2a5ccf137e67b6678ecc4fe3b70/JCS.3.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7118_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 430 a 436, período de 03 a 27 de fevereiro de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7118_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1932</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932.3</unitid>
                <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">03/1932</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/d/e/0deb0af98c58a061fd5a99202ccf41aa49b82e3a2ca2d290c205712090e2fe7f/JCS.3.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7120_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 437 a 444, período de 02 a 30 de março de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7120_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1932</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932.4</unitid>
                <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">04/1932</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/c/d/5cd405887e27a4ce998a5ccd51c6130bf90bb3876e2be91f20d05d303c5a4c47/JCS.3.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7123_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 445 a 453, período de 02 a 30 de abril de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7123_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1932</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932.5</unitid>
                <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">05/1932</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliografia, 34 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/8/2/b82d8959d13b97c9288820b6730fb680760aadcdf6216338da7f4ee3acfee1a0/JCS.3.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7125_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 454 a 460, período de 04 a 28 de maio de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7125_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1932</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932.6</unitid>
                <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">06/1932</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/b/8/db8886129c4e962bb6e4ea96ec33cabea646629ccdd1b14a029a3b6abf6fc297/JCS.3.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7126_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 461 a 469, período de 01 a 29 de junho de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7126_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1932</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932.7</unitid>
                <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">07/1932</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/8/0/680f43451c9b20cdf4727f8fc62677c2b1ce309ce63e33d34c489e2f3dad357f/JCS.3.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7128_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 461 a 469, período de 01 a 29 de junho de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7128_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1932</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932.8</unitid>
                <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">08/1932</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/c/e/ece504f6ef0995a678e0beffb54936690d5c09a784a3d1032a088e2d5549695d/JCS.3.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7130_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 479 a 487, de 03 a 31 de agosto de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7130_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1932</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932.9</unitid>
                <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">09/1932</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/0/6/90677d601f7f9880a1cc755b9868373a6ef6bc675b25e6d75c2e3f1dae77b5c8/JCS.3.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7132_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 488 a 495, de 03 a 28 de setembro de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7132_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1932</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932.10</unitid>
                <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">10/1932</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/9/a/b9a4e5c270c7eebbb3807b7c1103d08fa41dd35f3778f877f2de2a80aee9c447/JCS.3.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7134_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 496 a 504, de 01 a 29 de outubro de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7134_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1932</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932.11</unitid>
                <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">11/1932</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/3/c/63ca37fa325aeb03ea4f57717de027e290bc9a72feeb7edd566de3d61939c9d6/JCS.3.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7136_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 505 a 513, de 02 a 30 de novembro de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7136_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1932</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1932.12</unitid>
                <unitdate normal="1932/1932" encodinganalog="3.1.3">12/1932</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/3/d/c3d736dd529c98d4d89900d425bcef2283dccb5c1abb0640dc2ce029382c33fa/JCS.3.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7138_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 514 a 522, de 03 a 31 de dezembro de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7138_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1933</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933</unitid>
              <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">01/1933 - 12/1933</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17913_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1933.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17913_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Janeiro de 1933</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933.1</unitid>
                <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">01/1933</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/4/9/1494590dec257add0c6ddf038ecdd8854f2787b172eb3e1655d3ccd393886989/JCS.4.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7500_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 523 a 530, de 04 a 29 de janeiro de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7500_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Fevereiro de 1933</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933.2</unitid>
                <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">02/1933</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/0/2/3022aa0dc28002d12157279075ec26bec9c8114623d6a0f2a6fdf04e08ad0ac9/JCS.4.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7502_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 531 a 538, de 01 a 25 de fevereiro de 1933, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7502_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1933</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933.3</unitid>
                <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">03/1933</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/4/0/740174da949026de11ffc0084ad1bb7aaf5c7a2ae1687b3226041cfd97695b99/JCS.4.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7504_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 539 a 546, de 04 a 29 de março de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7504_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1933</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933.4</unitid>
                <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">04/1933</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/4/2/64214c47bc3f3521f33e4ff65aaa4565d5d8f689d6fe3b48c8242ba1725b6160/JCS.4.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7507_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 547 a 554, de 01 a 29 de abril de 1932, do Jornal Correio do Sul.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7507_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1933</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933.5</unitid>
                <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">05/1933</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/b/8/bb8017077e964789f36e2535c3fa88e64cb81be8d8ebb44f0a1a5c6fed39980f/JCS.4.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7517_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 555 a 563, de 03 a 31 de maio de 1933, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7517_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1933</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933.6</unitid>
                <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">06/1933</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/3/f/c3ffada4a8c20d2814c3a2393f8f3eb40bd56cd223e70f03529ec2c79fbccc17/JCS.4.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7519_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 564 a 571, de 03 a 28 de junho de 1933, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7519_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1933</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933.7</unitid>
                <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">07/1933</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 26 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/d/6/9d6a9bfe0f3a4fb9e69650c708c0b35b6b0b064bfdcb18ea60d6d80a1dfebe3a/JCS.4.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7521_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 572 a 580, de 01 a 29 de julho de 1933, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7521_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1933</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933.8</unitid>
                <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">08/1933</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/c/d/9cda23952f8f7087849e6787f850cd262effe22eb494d458ee5eab69152bbb0a/JCS.4.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7523_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 581 a 589, de 02 a 30 de agosto de 1933, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7523_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1933</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933.9</unitid>
                <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">09/1933</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/0/7/30789cd3d0e8d28fe09de2e436b82f88c1dec0685e3b5147efa03d4e4624a0cd/JCS.4.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7525_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 590 a 598, de 02 a 30 de setembro de 1933, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7525_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1933</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933.10</unitid>
                <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">10/1933</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/c/b/fcb379ebb376502a6b7967e418dc07177bc613d7ba2d51a15d05e14fdcf42855/JCS.4.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7527_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 599 a 606, de 04 a 28 de outubro de 1933, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7527_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1933</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933.11</unitid>
                <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">11/1933</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/1/4/9145c8b82c79a4c74102fb6a70f18b9a1d8651e22f753e553684bde8db6c0a33/JCS.4.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7529_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 608 a 615, de 04 a 29 de novembro de 1933, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7529_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1933</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1933.12</unitid>
                <unitdate normal="1933/1933" encodinganalog="3.1.3">12/1933</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/d/0/3d0fdcf1a721be6fc545b45639ecc7f0d6aafeabff0a608d0546334dd8d5d161/JCS.4.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7531_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 616 a 623, de 02 a 27 de dezembro de 1933, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7531_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1934</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934</unitid>
              <unitdate normal="1934/1934" encodinganalog="3.1.3">01/1934 - 12/1934</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17915_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1934.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17915_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Janeiro de 1934</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934.1</unitid>
                <unitdate encodinganalog="3.1.3">01/1934</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/4/9/b49f0854ec2eb6641bce7f5f23c986f3caf17a4ecbd8f2bea6e451b6a6516416/JCS.5.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7561_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 626 a 632, de 10 a 31 de Janeiro de 1934, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7561_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Fevereiro de 1934</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934.2</unitid>
                <unitdate encodinganalog="3.1.3">02/1934</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/5/7/757ad1058d62060b0477c43187fa0820a57b9c97aec542b9b7fe0e9f6188e08d/JCS.5.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7563_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 633 a 639, de 03 a 28 de Fevereiro de 1934, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7563_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Março de 1934</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934.3</unitid>
                <unitdate encodinganalog="3.1.3">03/1934</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/5/b/b5bef5f84b69496398891763af03cfabe733cc9ccaf9ba0c72f0ac59b8af4a07/JCS.5.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7565_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 640 a 647, de 03 a 28 de Março de 1934, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7565_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Abril de 1934</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934.4</unitid>
                <unitdate normal="1934/1934" encodinganalog="3.1.3">04/1934</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/e/6/be692e20f5c05dd14f9217b903e6352e5c8229a2a75be4f72cfdb10ae77ee730/JCS.5.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7942_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 648 a 655, de 04 a 28 de abril de 1934, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7942_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Maio de 1934</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934.5</unitid>
                <unitdate normal="1934/1934" encodinganalog="3.1.3">05/1934</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/b/f/fbfa1254f53448f1397c6e2738dce6f9f90a34f4b922b4c8b65c303607b21d0d/JCS.5.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7949_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 656 a 664 , de 02 a 30 de maio de 1934, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7949_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Junho de 1934</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934.6</unitid>
                <unitdate normal="1934/1934" encodinganalog="3.1.3">06/1934</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/9/1/a911b9240de5409a7e5d2b60fa5c4dba4d1f00d8782fcdb6c29d3a70e2a0e368/JCS.5.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7955_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 665 a 673, de 02 a 33 de junho de 1934, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7955_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Julho de 1934</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934.7</unitid>
                <unitdate normal="1934/1934" encodinganalog="3.1.3">07/1934</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 31 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/0/e/f0e208fe957465599b59637b095930b6875bb37dc5b1678c1f705c2126d006de/JCS.5.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7961_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 674 a 681, de 04 a 28 de julho de 1934, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7961_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Agosto de 1934</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934.8</unitid>
                <unitdate normal="1934/1934" encodinganalog="3.1.3">08/1934</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico,  38 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/b/7/eb778ba6f2c418d716253bd68d434155320b09b22d749fae3e1698b5a14f4f3c/JCS.5.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7978_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 682 a 690, de 01 a 29 de Agosto de 1934, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7978_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Setembro de 1934</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934.9</unitid>
                <unitdate normal="1934/1934" encodinganalog="3.1.3">09/1934</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/b/5/4b5ffe53f632a4f2e99c733c45ae5599597cd68d65565b3515805cab3a918d1d/JCS.5.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7980_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 691 a 699, de 01 a 29 de setembro de 1934, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7980_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Outubro de 1934</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934.10</unitid>
                <unitdate normal="1934/1934" encodinganalog="3.1.3">10/1934</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/0/5/3056fff72b70d072ea3d70cd7570e5e42d833109d8c1c6063ef4f34fe7d66219/JCS.5.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7983_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 700 a 708, de 03 a 31 de outubro de 1934, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7983_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Novembro de 1934</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934.11</unitid>
                <unitdate normal="1934/1934" encodinganalog="3.1.3">11/1934</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/d/4/4d4a023a7fe2b5907a7176adf45b5b198d7523816923b1916e3481d4ff2b5e43/JCS.5.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7985_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 709 a 716, de 03 a 28 de junho de 1934, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7985_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Dezembro de 1934</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1934.12</unitid>
                <unitdate normal="1934/1934" encodinganalog="3.1.3">12/1934</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/5/c/a5c7baa30c9a8c1edfc596a2ce7b35052bd1718268ffdc88537b19613d5d121a/JCS.5.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_7987_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 717 a 724, de 01 a 29 de dezembro de 1934, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_7987_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1935</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935</unitid>
              <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">01/1935 - 12/1935</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17917_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1935.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17917_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Janeiro de 1935</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935.1</unitid>
                <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">01/1935</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfica, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/0/f/80f3d40fea2c4b7d6e640b3beb7408dd4a1723f5a792c5acb6962fba929eb088/JCS.6.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_8030_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 726 a 733, de 05 a 30 de Janeiro de 1935, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_8030_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Fevereiro de 1935</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935.2</unitid>
                <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">02/1935</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/3/3/7336c320958c4a4e29fc3b6526e37b4a40e4558e8da10fa7bb27a71bcbbd6f84/JCS.6.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_8033_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 734 a 741, de 02 a 27 de Fevereiro de 1935, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_8033_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Março de 1935</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935.3</unitid>
                <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">03/1935</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/2/3/223329bf44c64064bec246e933e4372245cac67b4eeab584438bd8b69c1b7df7/JCS.6.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_8036_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 742 a 749, de 02 a 30 de Março de 1935, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_8036_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Abril de 1935</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935.4</unitid>
                <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">04/1935</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/7/5/e7592b55bc4e494212b7b4886a09f1ba953b4898bcf6175fd72f9960f02bbcf7/JCS.6.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_8035_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 750 a 756, de 03 a 27 de Abril de 1935, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_8035_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Maio de 1935</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935.5</unitid>
                <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">05/1935</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/c/5/1c55ea098879ed04c307bdbc8b3939febfcbc62db15b2927bf917cf3a6a45e45/JCS.6.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_8039_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 757 a 765, de 01 a 29 de Maio de 1935, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_8039_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Junho de 1935</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935.6</unitid>
                <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">06/1935</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/2/b/72bd60844b2c46c463a73515217b5ccfb76139d398e9e8a8aec3495ec4ca43ce/JCS.6.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_8041_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 766 a 774, de 01 a 29 de Junho de 1935, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_8041_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Julho de 1935</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935.7</unitid>
                <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">07/1935</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/8/3/68388ef39ad3a9ef0e2fed07436501c9421e2bb286ec431c8694dcf1fe845855/JCS.6.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_8043_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 775 a 783, de 03 a 31 de Julho de 1935, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_8043_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Agosto de 1936</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935.8</unitid>
                <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">08/1935</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/7/7/677e4c15e7b715a434ab8f041b26f5685725dae877f76810eb10149f48555baf/JCS.6.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_8045_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 784 a 792, de 03 a 31 de Agosto de 1935, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_8045_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Setembro de 1935</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935.9</unitid>
                <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">09/1935</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/e/c/becfb16d6198769603df827106bdb91a2c6ed46710a910e441def38c91b1f989/JCS.6.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_8047_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n° 793 a 800, de 04 a 28 de Setembro de 1935, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_8047_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Outubro de 1935</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935.10</unitid>
                <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">10/1935</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/5/9/359f2d791557f8c45be7c83492048bf1fc744b7f29043a935c6712456322f32a/JCS.6.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_8049_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições n°  801 a 809, de 02 a 30 de Outubro de 1935, do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_8049_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Novembro de 1935</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935.11</unitid>
                <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">11/1935</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/f/b/bfb04ba187453e306d31ccd3046a136206e66227ef3bee97c144c4741618d907/JCS.6.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_10932_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 810 a 817, período 06 a 30 de novembro de 1935.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_10932_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - Dezembro de 1935</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1935.12</unitid>
                <unitdate normal="1935/1935" encodinganalog="3.1.3">12/1935</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/6/9/4692d5a9fb58257eea64b2e7e182028835ff0be9f0c3087718156efa61ed4402/JCS.6.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_10934_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 818 a 825, do período 04 a 28 de dezembro de 1935.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_10934_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1936</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1936</unitid>
              <unitdate normal="1936/1936" encodinganalog="3.1.3">01/1936 - 06/1936</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 6 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17920_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 6 (seis) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Junho de 1936.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17920_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1936</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1936.1</unitid>
                <unitdate normal="1936/1936" encodinganalog="3.1.3">01/1936</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/8/f/28f374c3f889940e47bbaefca1f52d3da8d2f60f3cd07bd83237e8a566fe7dec/JCS.7.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_10953_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 826 a 834, do período 01 a 28 de janeiro de 1936.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_10953_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1936</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1936.2</unitid>
                <unitdate normal="1936/1936" encodinganalog="3.1.3">02/1936</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/2/b/e2b59ed6f3dfbc68f420948ad35c0fbcee77ea0f4c175cfae4970906d597c8eb/JCS.7.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_10955_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 835 a 842, do período 01 a 29 de fevereiro de 1936.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_10955_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1936</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1936.3</unitid>
                <unitdate normal="1936/1936" encodinganalog="3.1.3">03/1936</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/9/1/6914aa1be98c033f175ac84415db1c9e9daef29c3386a2d93ce42bc0657cb67a/JCS.7.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_10957_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 843 a 850, do período 04 a 28 de março de 1936.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_10957_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1936</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1936.4</unitid>
                <unitdate normal="1936/1936" encodinganalog="3.1.3">04/1936</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/9/d/59d39a65f739f7ac8b9e4c0c2b032ace47c2b7363b63e68d4b8437959b3fdd15/JCS.7.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_10958_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 851 a 858, do período 01 a 29 de abril de 1936.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_10958_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1936</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1936.5</unitid>
                <unitdate normal="1936/1936" encodinganalog="3.1.3">05/1936</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/6/c/36c56182cbc2f7a74b7922129714f1ab140f31b90ffa06310fc82598c7265ac0/JCS.7.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_10960_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 859 a 867, do período 02 a 30 de maio de 1936.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_10960_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de  1936</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1936.6</unitid>
                <unitdate normal="1936/1936" encodinganalog="3.1.3">06/1936</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/b/1/bb13af36b99726b31c0214778f5bfda5c229397c22f734c586eb380a021ba162/JCS.7.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_10962_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 868 a 875, do período 03 a 27 de junho de 1936.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_10962_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1937</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937</unitid>
              <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">01/1937 - 12/1937</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17922_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1937.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17922_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1937</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937.1</unitid>
                <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">01/1937</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/6/9/9698086dcc2d7cff45e7d311435ed7bf19ab2a0e2c069c87ccbb7a58dd6266d3/JCS.8.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_10993_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 929 a 936, do período 06 a 30 de janeiro de 1937.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_10993_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1937</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937.2</unitid>
                <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">02/1937</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/3/b/f3bbf62ed274f1fdd2ba43e891ff9b781a16bfeba71a57ded15ef90c35594493/JCS.8.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_10994_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 937 a 943, do período 03 a 27 de fevereiro de 1937.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_10994_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1937</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937.3</unitid>
                <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">03/1937</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/d/9/1d94ceab353b1454909b0278436c899ca189111355557c4657269c64b013b85c/JCS.8.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_10996_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 944 a 951, do período 03 a 31 de março de 1937.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_10996_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1937</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937.4</unitid>
                <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">04/1937</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/9/7/b97d012aa8304c120c983e54563d1d0cc1b7064bceca2abced355e75b15735d1/JCS.8.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_10998_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 952 a 959, do período 03 a 28 de abril de 1937.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_10998_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1937</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937.5</unitid>
                <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">05/1937</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/7/c/47cf63c57ecf8c30f8d22e41808459fdb01ef8bf4a7f1bad50795dbc36e77b2e/JCS.8.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11000_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 961 a 968, do período 05 a 29 de maio de 1937.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11000_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1937</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937.6</unitid>
                <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">06/1937</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/1/d/c1d6471ef2eadf295a166f5d3c1fb6c00511e3796b2ca12845255a062b57d2ce/JCS.8.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11002_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 969 a 977, do período 02 a 30 de junho de 1937.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11002_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1937</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937.7</unitid>
                <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">07/1937</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/7/8/978e47832e460f40ad036ac0981f0bc3a5ce68863d30252262780e4960859527/JCS.8.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11004_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 978 a 986, do período 03 a 31 de julho de 1937.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11004_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1937</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937.8</unitid>
                <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">08/1937</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/1/0/110ae5fcbb2c35159cccd5b08932c1fb54ebe75ba01dbd62c4ff3f780e6b5714/JCS.8.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11006_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 987 a 994, do período 04 a 28 de agosto de 1937.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11006_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1937</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937.9</unitid>
                <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">09/1937</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/9/3/393d422e076afc52ef6814601f55b3168b68aff93a7f69ed22dab7764a3a445e/JCS.8.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11008_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 995 a 1002, do período 01 a 29 de setembro de 1937.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11008_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1937</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937.10</unitid>
                <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">10/1937</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/b/d/6bd0c5cd94d93725a884970a3f2c69405af655e440b5f006c2e8805d8e06a4f5/JCS.8.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11010_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1003 a 1011, do período 02 a 30 de outubro de 1937.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11010_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1937</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937.11</unitid>
                <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">11/1937</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/5/2/a52998ef8df40a7b0572ea63558e19cef94c23a403b0970209fe3fd80cea1500/JCS.8.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11012_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1012 a 1019, do período 03 a 27 de novembro de 1937.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11012_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1937</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1937.12</unitid>
                <unitdate normal="1937/1937" encodinganalog="3.1.3">12/1937</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/c/b/1cba26aab17a70cfccbc4a3e33d19d4bcf0fcc04e0d8567c5070314fe4e51754/JCS.8.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11014_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1020 a 1027, do período 01 a 29 de dezembro de 1937.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11014_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1938</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938</unitid>
              <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">01/1938 - 12/1938</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17924_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1938.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17924_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1938</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938.1</unitid>
                <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">01/1938</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/a/7/ea731899d9ebe55d2cb4fae6aa3856803cc4ce791a0baea3365b570f8f826200/JCS.9.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11044_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1028 a 1035, do período 05 a 29 de janeiro de 1938.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11044_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1938</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938.2</unitid>
                <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">02/1938</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/5/a/85a16ff5dc061c5db4e3b85409a09fa0c0571ae6c12437c9db1926c2314dfa84/JCS.9.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11047_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1036 a 1043, do período 02 a 26 de fevereiro de 1938.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11047_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1938</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938.3</unitid>
                <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">03/1938</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/a/f/daf9dff0af3059737acbd64859e4a2a21d1317565726057e9b90a4fcd0e06138/JCS.9.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11048_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1044 a 1051, do período 05 a 30 de março de 1938.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11048_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1938</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938.4</unitid>
                <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">04/1938</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 34 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/e/6/ce69f76671b61253ce4cc3f013afad616fa495efb33aa68a2b5849ec09777f8c/JCS.9.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11050_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1052 a 1059, do período 02 a 30 de abril de 1938.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11050_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1938</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938.5</unitid>
                <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">05/1938</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/8/d/b8ddabdb32d86c7bcf63fcf206468fc265fe5b9b5f1c763435506226b5a132e3/JCS.9.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11052_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1060 a 1067, do período 04 a 28 de maio de 1938.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11052_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1938</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938.6</unitid>
                <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">06/1938</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/a/2/3a2b3e95c36ffed18abb82b3e450321bb18376065d80fc9c5548b99c597f38c7/JCS.9.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11054_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1068 a 1076, do período 01 a 29 de junho de 1938.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11054_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1938</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938.7</unitid>
                <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">07/1938</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/6/4/46447bc78816e9c29d5bbfc21bff353957c7d8a2b75679204530a08f1e3a05b7/JCS.9.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11056_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1077 a 1085, do período 02 a 30 de julho de 1938.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11056_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1938</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938.8</unitid>
                <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">08/1938</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/4/b/84b74d308ab88f04ba6a808ab6a5cf52cbc1df04b4f619adccdfa7107b7a9cb5/JCS.9.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11059_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1086 a 1094, do período 03 a 31 de agosto de 1938.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11059_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1938</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938.9</unitid>
                <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">09/1938</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/e/0/0e0c22cbbcaaf1e22a98ebf4469dbbbd9285ed24c4f0731a5c4cc874c24be5e7/JCS.9.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11061_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1095 a 1102, do período 03 a 28 de Setembro de 1938.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11061_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1938</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938.10</unitid>
                <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">10/1938</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/1/7/a17e7e33fb4a4bd20872713cc9c722505dbf8a77c652708b2e841834449b38f2/JCS.9.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11063_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1103 a 1111, do período 01 a 29 de outubro de 1938.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11063_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1938</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938.11</unitid>
                <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">11/1938</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/9/b/49b13cb28b523dc2b04bc4ce4e0996719dbfcec181d10911ab819fa35f47ffc6/JCS.9.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11065_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1112 a 1120, do período 02 a 30 de novembro de 1938.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11065_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1938</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1938.12</unitid>
                <unitdate normal="1938/1938" encodinganalog="3.1.3">12/1938</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 38 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/2/6/226af7c0161f7f146bd6f8b68d28fc4526524aa899dc2e4ae70728b55e00b4fb/JCS.9.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11067_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1121 a 1129, do período 03 a 31 de dezembro de 1938.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11067_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1939</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939</unitid>
              <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">01/1939 - 12/1939</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17926_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1939.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17926_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1939</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939.1</unitid>
                <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">01/1939</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/8/2/68276d9b71418d4750740c8f93b1d74cb3827cb3dce896509acaf6f343f95f49/JCS.10.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11097_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1130 a 1138, do período de 04 a 28 de janeiro de 1939.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11097_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1939</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939.2</unitid>
                <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">02/1939</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/4/2/34270a439b0f5e6ae67241fb082dcd0a3646825c3e9393da0175decb89a8695c/JCS.10.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11099_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1138 a 1144, do período de 01 a 25 de fevereiro de 1939.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11099_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1939</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939.3</unitid>
                <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">03/1939</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/a/b/8abf201dd4893b9d0de32b7a17d97e0c6d47396fb7c0c6b91bdb69c0d5118e0d/JCS.10.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11101_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1145 a 1153, do período de 01 a 29 de março de 1939.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11101_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1939</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939.4</unitid>
                <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">04/1939</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/4/6/64666adf2803190d8b7585b767bca2169b60deb09445ff67fdc900a14b52848d/JCS.10.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11103_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1154 a 1161, do período de 01 a 29 de abril de 1939.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11103_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1939</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939.5</unitid>
                <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">05/1939</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfica, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/b/a/3ba824af20f4c0a6272acb932785b49fa1757c4e97296a5acf661ab0f48b84d0/JCS.10.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11105_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1162 a 1170, do período de 03 a 31 de Maio de 1939.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11105_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1939</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939.6</unitid>
                <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">06/1939</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/b/d/abd453ca7ff75296b35439471f5ce8a91aa7fe7af42351dc7b6a3bf2a0d83351/JCS.10.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11108_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1171 a 1177, do período de 03 a 29 de junho de 1939.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11108_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1939</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939.7</unitid>
                <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">07/1939</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/8/8/98888c6cf8cf96f243ffea7e534b03b2dba4bfb63d611084cd0b23d4e94e2e86/JCS.10.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11110_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1178 a 1185, do período de 05 a 29 de julho de 1939.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11110_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1939</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939.8</unitid>
                <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">08/1939</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/5/9/959ddbd4ac65d4e2ffe50c45aea160f6decfa0b388ef8cd8694ccc3656b20718/JCS.10.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11112_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1186 a 1194, do período de 02 a 30 de agosto de 1939.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11112_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1939</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939.9</unitid>
                <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">09/1939</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/c/5/5c5b8b69404d35696a06b8691878c62d3f9b80f237b4304c8c741cfbefb16aab/JCS.10.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11114_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1195 a 1203, do período de 02 a 30 de setembro de 1939.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11114_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1939</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939.10</unitid>
                <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">10/1939</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/b/a/4ba0351672e4506961d0d7ce1b79fd6f965d1935817fe1840fd0bf0d635042eb/JCS.10.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11116_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1204 a 1211, do período de 04 a 28 de Outubro de 1939.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11116_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1939</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939.11</unitid>
                <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">11/1939</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/f/f/5ff1b458b064178a125b52e3c54fed056f151aa995114c111678abd7e1edcbb1/JCS.10.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11118_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1212 a 1220, do período de 01 a 29 de novembro de 1939.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11118_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1939</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1939.12</unitid>
                <unitdate normal="1939/1939" encodinganalog="3.1.3">12/1939</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/0/5/c0553b413de6529acc664aa772393c55f9113070d761245706f617c76eaf8d2d/JCS.10.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11120_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1221 a 1229, do período de 02 a 30 de dezembro de 1939.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11120_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1940</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940</unitid>
              <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">01/1940 - 12/1940</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17929_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1940.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17929_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1940</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940.1</unitid>
                <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">01/1940</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/d/5/6d546bb49a6a270586d9f68a5ded0fea2e3384d98ca3ba594d93ac7f083016d0/JCS.11.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11150_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1231 a 1238, do período de 06 a 31 de janeiro de 1940.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11150_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1940</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940.2</unitid>
                <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">02/1940</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 24 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/d/5/bd50ed0e34d9feb456e0971dbd2e4ed6fdb4bf6e1ae6cab24f9f5d4095d8c14f/JCS.11.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11152_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1240 a 1245, do período de 10 a 28 de fevereiro de 1940.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11152_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1940</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940.3</unitid>
                <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">03/1940</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/c/9/fc928ff0ba2623842ceed1102450c5d872d8f7f3071ca1fc7697b5b93da60adf/JCS.11.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11154_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1246 a 1253, do período de 02 a 30 de março de 1940.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11154_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1940</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940.4</unitid>
                <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">04/1940</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/7/8/c785a1c9cf9658051caa3b67a49bbdbc6c9ed49a88869f9c2419580aca073faa/JCS.11.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11156_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1254 a 1261, do período de 03 a 27 de abril de 1940.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11156_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1940</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940.5</unitid>
                <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">05/1940</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/0/d/40d814e2b33a2f4a84f1ea78d775bbd0d0ebe4da28102335486c7b965457236f/JCS.11.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11158_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1262 a 1270, do período de 01 a 29 de maio de 1940.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11158_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1940</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940.6</unitid>
                <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">06/1940</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/0/5/205220d28c1f605ebb92538e8a6490fae5d38bfaa14226959c29b3fe0a4c1080/JCS.11.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11160_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1271 a 1278, do período de 01 a 29 de junho de 1940.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11160_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1940</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940.7</unitid>
                <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">07/1940</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/0/b/80bf8d3359823a8531127f902de2658709d21371edc934a1d9e53c6f8a19cefa/JCS.11.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11162_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1279 a 1287, do período de 03 a 31 de julho de 1940.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11162_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1940</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940.8</unitid>
                <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">08/1940</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/2/a/f2a24642bd9f4fcae8936b23f420f621e9aa3f15e30e5aef3014c67944529e54/JCS.11.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11164_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1288 a 1296, do período de 03 a 31 de agosto de 1940.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11164_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1940</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940.9</unitid>
                <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">09/1940</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Biblilográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/5/a/45a4cb5d5361a07cd41aaff050b1886e8fccce4dbeba1f91163adcb1d7386f87/JCS.11.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11166_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1297 a 1304, do período de 04 a 28 de Setembro de 1940.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11166_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1940</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940.10</unitid>
                <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">10/1940</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/6/3/263691e6353d447693934c304de0de2a1a4112fbcbd00b74135190902bbf9383/JCS.11.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11168_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1305 a 1313, do período de 02 a 30 de outubro de 1940.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11168_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1940</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940.11</unitid>
                <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">11/1940</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/c/3/2c3c2b3b9faa4beda3f84a371fa2be0cbd5b4985970297110408e2b7163b2532/JCS.11.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11170_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1314 a 1322, do período de 02 a 30 de novembro de 1940.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11170_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1940</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1940.12</unitid>
                <unitdate normal="1940/1940" encodinganalog="3.1.3">12/1940</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/b/1/0b1cae7bf9d2b50c7b9021d151430346900931dacf16407c39a52d887b8759da/JCS.11.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11172_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1323 a 1330, do período de 04 a 28 de dezembro de 1940.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11172_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1941</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941</unitid>
              <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">01/1941 - 12/1941</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17932_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1941.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17932_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1941</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941.1</unitid>
                <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">01/1941</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/b/4/4b4955cbcef7f560f04e995d56056574f9ebc9958c73ea9ebb3323d2be415b56/JCS.12.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11202_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1333 a 1339, do período de 08 a 29 de janeiro de 1941.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11202_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1941</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941.2</unitid>
                <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">02/1941</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/a/9/ca95e4dbed6215afe1c644ca571262f01d9b1406780f6b64b2603780e83eafa3/JCS.12.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11204_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1340 a 1346, do período de 01 a 22 de fevereiro de 1941.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11204_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1941</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941.3</unitid>
                <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">03/1941</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/3/5/335461d6e75a7e8c5ba1b2c6f57710e2c57ea7a46a77aaa18793884c11e053e3/JCS.12.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11206_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1347 a 1355, do período de 01 a 29 de Março de 1941.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11206_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1941</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941.4</unitid>
                <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">04/1941</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/3/4/834b965ba10dbcb484c526680ad819e7c51597c8ca0652412602c9bd8d34daa9/JCS.12.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11208_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1356 a 1363, do período de 02 a 30 de Abril de 1941.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11208_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1941</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941.5</unitid>
                <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">05/1941</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/d/5/6d5341e32b17d6042456fcd04090958bdfdc43704d263e41275f98edaeb933cf/JCS.12.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11210_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1364 a 1372, do período de 03 a 31 de maio de 1941.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11210_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1941</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941.6</unitid>
                <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">06/1941</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 34 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/9/f/b9f4109a7ed0cfcf345f0f3e12b8a66c79b502fa63049b27fcf4b2250b89e9d0/JCS.12.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11212_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1373 a 1380, do período de 04 a 29 de Junho de 1941.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11212_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1941</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941.7</unitid>
                <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">07/1941</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/d/9/bd9cff3227adf1fae8a44a9cee2e9f494d376385c2bf39f033459dd20e9f9700/JCS.12.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11214_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1381 a 1389, do período de 02 a 30 de julho de 1941.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11214_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1941</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941.8</unitid>
                <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">08/1941</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/a/d/ead7cbac62fc32f8b350dbb624e748710c2b50e0c817599ae1a001612c45fa6c/JCS.12.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11216_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1390 a 1398, do período de 02 a 30 de agosto de 1941.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11216_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1941</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941.9</unitid>
                <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">09/1941</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/c/4/dc444ae86395e62a9e1f35db29dd72efce92be5c1958c3002e68fc67cade2777/JCS.12.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11219_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1399 a 1406, do período de 03 a 27 de setembro de 1941.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11219_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1941</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941.10</unitid>
                <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">10/1941</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/3/c/33c46710e3d7e9fb899aabf910667ff6e3be92aa121ce7cc5be0ced6cae7b149/JCS.12.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11220_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1407 a 1415, do período de 01 a 29 de outubro de 1941.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11220_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1941</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941.11</unitid>
                <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">11/1941</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 40 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/d/c/bdc7f322f316605c87e4da586ddc48c52edbe35c0676c41a4c6f2a3b35612040/JCS.12.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_11223_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1416 a 1424, do período de 01 a 29 de novembro de 1941.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_11223_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1941</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1941.12</unitid>
                <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">12/1941</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/2/c/82cd0d67315a135bbd56a7a18192d8ce80630392c52ed13158652447b2dfd37a/JCS.12.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_12600_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1425 a 1433, de 03 a 31 de dezembro de 1941.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_12600_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1942</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942</unitid>
              <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">01/1942 - 12/1942</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17934_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1942.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17934_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1942</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942.1</unitid>
                <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">1942</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico,  16 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/9/e/d9e5491077cec8738c4938ba5be5cd43662b0bf0f7a06925ceb4cbaa56a115e0/JCS.13.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13195_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do "Jornal Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, números 1438 a 1441, de 21 a 31 de janeiro de 1942.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13195_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1942</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942.2</unitid>
                <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">1942</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/e/6/4e6f3c1419116ab8ff090eaf617b2bdfd996e2506235ef9a92eacf41d96ec4b9/JCS.13.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13201_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do "Jornal Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, números 1442 a 1448, de 04 a 28 de fevereiro de 1942.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13201_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1942</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942.3</unitid>
                <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">1942</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/b/2/2b22fd5f16ee26ba9f2d38a04926ae9769522f117f58516579ed67c850211e7e/JCS.13.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13210_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do "Jornal Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, números 1449 a 1456, de 04 a 27 de março de 1942.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13210_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1942</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942.4</unitid>
                <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">1942</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/e/1/fe1adfb40d1c46ccee2716f2b4c7c58bc909aea477ed9f56fb4ae3cd26bc7838/JCS.13.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13212_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do "Jornal Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, números 1457 a 1464, de 01 a 29 de abril de 1942.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13212_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1942</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942.5</unitid>
                <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">1942</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/1/7/e178bb014d29ca164c6310207d82f36a4a285ee26d27c64f0daf8d073112937a/JCS.13.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13242_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do "Jornal Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, números 1465 a 1473, de 02 a 30 de maio de 1942.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13242_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1942</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942.6</unitid>
                <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">06/1942</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 34 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/e/f/eef454de9c6fc41de29b08040cd56df0f4b6edb2b557f82d7e25c6c89e565ab9/JCS.13.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13244_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do "Jornal Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, números 1474 a 1481, de 03 a 27 de junho de 1942.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13244_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1942</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942.7</unitid>
                <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">07/1942</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico,  32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/2/d/a2d3a8e43758387933d74c490526b091c18bc07b3e05f8c2e50ca32f9c62270f/JCS.13.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13246_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do "Jornal Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, números 1482 a 1489, de 04 a 29 de julho de 1942.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13246_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1942</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942.8</unitid>
                <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">08/1942</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/7/a/97a8a8ca13b4b1a13f2d09bf3dabd0ea1871f4ae1041084058de977cc2bf4c46/JCS.13.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13248_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do "Jornal Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, números 1490 a 1498, de 01 a 29 de agosto de 1942.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13248_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1942</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942.9</unitid>
                <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">09/1942</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 34 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/1/7/e1720986d422bac365176e213973bcc17fbb41f00d6517bd198091dc9d49146d/JCS.13.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13250_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do "Jornal Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, números 1499 a 1507, de 02 a 30 de setembro de 1942.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13250_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1942</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942.10</unitid>
                <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">10/1942</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/4/a/14a3c6e9f25c3e77f67f1923b43ac1580951c64cf7a83d73aafc4a1a35e3c509/JCS.13.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13252_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do "Jornal Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, números 1508 a 1516, de 03 a 31 de outubro de 1942.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13252_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1942</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942.11</unitid>
                <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">11/1942</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 31 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/d/6/ed68e5e493bccd5441f2c92413cb1adf54848b486af07820d6809a4d46af953c/JCS.13.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13254_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do "Jornal Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, números 1517 a 1524, de 04 a 28 de novembro de 1942.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13254_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1942</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1942.12</unitid>
                <unitdate normal="1942/1942" encodinganalog="3.1.3">12/1942</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/0/4/504eeeab485a477456538d7ddc9a6662479b01c40744a0430f41a329864ca45c/JCS.13.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13256_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do "Jornal Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, números 1525 a 1532, de 02 a 26 de dezembro de 1942.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13256_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1947</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947</unitid>
              <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">01/1947 - 12/1947</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17937_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1947.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17937_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1947</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947.1</unitid>
                <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">01/1947</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/d/b/1db32b4476155fdc60da57bb1107ff3367e73b754297d65c4c4783363eb02f62/JCS.14.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13608_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1956  a 1964, do período de 01 a 29 de janeiro de 1947.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13608_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1947</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947.2</unitid>
                <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">02/1947</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/0/a/c0a35c707b421b6cab10105672e060abd7b0a7eb56d7d2b14c83421a7e1252e6/JCS.14.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13610_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1965 a 1971, do período de 01 a 26 de fevereiro de 1947.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13610_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1947</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947.3</unitid>
                <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">03/1947</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 20 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/e/b/7eb1d6b9163cd80c0e85f7cbad2748f2da2b0cd35c2975d6fa663b62018a587a/JCS.14.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13612_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", do município de Cachoeiro de Itapemirim, n° 1972  a 1978, do período de 01 a 22 de março de 1947.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13612_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1947</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947.4</unitid>
                <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">04/1947</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 10 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/d/7/6d77ba90969e20324f3dfc707bcfaba9db8c91070130833257f0ab4c852bf664/JCS.14.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13752_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 1986 a 1988, de 23 a 30 de abril de 1947.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13752_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1947</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947.5</unitid>
                <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">05/1947</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/e/3/4e3e7577923926ce4e434b3e34e42b9d9b94fe0e8a673fa7a7fcdb501297966a/JCS.14.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13753_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 1989 a 1996, de 03 a 31 de maio de 1947.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13753_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1947</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947.6</unitid>
                <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">06/1947</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/8/8/388f16a9c4d0f772fea1b559058e9921cdd081b4be7e5cfc46cfcd89c5d79a4a/JCS.14.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13755_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 1997 a 2000, de 07 a 30 de junho de 1947.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13755_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1947</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947.7</unitid>
                <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">07/1947</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 20 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/9/e/c9e475de488ae21f36c492bb602d31508afe618cbff96a569004e1687b217499/JCS.14.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13757_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2001 a 2006, de 12 a 30 julho de 1947.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13757_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1947</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947.8</unitid>
                <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">08/1947</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/2/e/62e73b80c37fe6276f668a5826bc2677756b349940ea5a809110387d4f61a0dd/JCS.14.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13759_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2007 a 2015, de 02 a 30 de Agosto de 1947.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13759_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1947</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947.9</unitid>
                <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">09/1947</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/f/f/5ff11536b5fa8def9079d90cfd528d0162fe11de5af64f707e069438093782f9/JCS.14.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13771_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2016 a 2023, de 03 a 27 de setembro de 1947.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13771_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1947</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947.10</unitid>
                <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">10/1947</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico , 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/1/1/6113185302e95d3952ae9931f3c4ad9a1c071140d55a189b0c87721df784bf74/JCS.14.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_13809_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2024 a 2032, de 01 a 29 de outubro de 1947.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_13809_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1947</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947.11</unitid>
                <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">11/1947</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 14 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/7/d/e7d815c48bdf1bd18df00931e45aed1bb3688086c42e25d0d64dc2025115af69/JCS.14.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15283_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2033 a 2041, de 01 a 28 de novembro de 1947.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15283_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1947</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1947.12</unitid>
                <unitdate normal="1947/1947" encodinganalog="3.1.3">12/1947</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 26 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/f/2/7f29e87be6cf6cb35c573f5c96a82525de5a084ea926aa5ce2fd54974c513780/JCS.14.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15285_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2042 a 2049, de 03 a 27 de dezembro de 1947.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15285_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1948</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948</unitid>
              <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">01/1948 - 12/1948</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17939_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1948.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17939_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1948</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948.1</unitid>
                <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">01/1948</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/8/5/685143355e68e9cb652ac810314cbfa7fc750da9a2ccf5016e27d9110cf7036e/JCS.15.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15312_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2051 a 2058, de 03 a 31 de Janeiro de 1948.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15312_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1948</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948.2</unitid>
                <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">02/1948</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/a/8/ea87d0940429d2345e7cda16401cdc39f917849da60521e0f97e40c3e592f300/JCS.15.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15325_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2059 a 2065, de 04 a 28 de Fevereiro de 1948.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15325_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1948</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948.3</unitid>
                <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">03/1948</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/b/4/db4807f7586bf21ac2b06d4352e0f5b51b429c854292ce2ced9eaebfd2d70b45/JCS.15.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15337_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2066 a 2072, de 03 a 24 de Março de 1948.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15337_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1948</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948.4</unitid>
                <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">04/1948</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28  páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/f/0/3f08852139111e5da6312b5ece1eb2a2b0d5a3afee9a78746332a7c50715db0d/JCS.15.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15340_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2074 a 2081, de 03 a 28 de Abril de 1948.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15340_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1948</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948.5</unitid>
                <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">05/1948</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/a/d/1ad08116bde66fb17a024dc5eaa3f07987986a98fbdc3c1b8a258b49785ccf3b/JCS.15.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15342_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2083 a 2089, de 01 a 29 de Maio de 1948.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15342_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1948</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948.6</unitid>
                <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">06/1948</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico 30 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/6/5/46528f1efd59a424ea323d78393b9550f63916b84d029a22cf0be7d818eb9d1f/JCS.15.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15344_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2083 a 2089 de 01 a 29 de Maio de 1948.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15344_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1948</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948.7</unitid>
                <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">07/1948</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/d/8/4d898dff0284d4e33e6dfacd2fb7d37459d6988ff201034ce3f30cf73a73ce01/JCS.15.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15489_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2098 a 2106, de 03 a 31 de Julho de 1948.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15489_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1948</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948.8</unitid>
                <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">08/1948</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/f/c/3fc286dcd174d2a0112e76a0146bbe90539b60fa4b809fb589d7a3cace7bc728/JCS.15.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15532_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2107 a 2114, de 04 a 28 de Agosto de 1948.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15532_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1948</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948.9</unitid>
                <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">09/1948</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/f/d/bfd9539f5bcac3b9ffc4dbacc4a15f98802c36e8c621319cf670b014de235d15/JCS.15.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15537_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2115 a 2123, de 01 a 29 de Setembro de 1948.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15537_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1948</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948.10</unitid>
                <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">10/1948</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/7/a/c7ae57c54b24aa0f80e7c44d0b4db1e7b85a697844539e2bd1a15eaea955ea53/JCS.15.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15553_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2124 a 2132, de 02 a 30 de Outubro de 1948.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15553_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1948</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948.11</unitid>
                <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">11/1948</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/0/1/40144975a3115225823d27174405af4fa3be4634a97526c341651e3fa48c2ca7/JCS.15.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15609_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2133 a 2139, de 06 a 27 de Novembro de 1948.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15609_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1948</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1948.12</unitid>
                <unitdate normal="1948/1948" encodinganalog="3.1.3">12/1948</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/4/e/94e9a8c64f70adf6ae9cac947d2770eb4068d32464fb55eb15a6a7092e6ebad9/JCS.15.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15615_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2140 a 2148, de 01 a 29 de Dezembro de 1948.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15615_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1949</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949</unitid>
              <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">01/1949 - 12/1949</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17941_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1949.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17941_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1949</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949.1</unitid>
                <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">01/1949</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/5/f/25f91a7b664c686a8483d834757e3da091231b34016e93e7616907c4c40f33fe/JCS.16.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15714_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2149 a 2157, de 01 a 29 de Janeiro de 1949.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15714_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1949</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949.2</unitid>
                <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">02/1949</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/0/7/407882df51836dc93ed9b181cfabb8cc9c73f49b941f672f6f6591c8fdcd5020/JCS.16.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15715_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2158 a 2165, de 02 a 26 de Fevereiro de 1949.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15715_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1949</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949.3</unitid>
                <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">03/1949</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/8/c/38cc0f60bcdc360d1a5266cf38f127428dd9184b93a7a483b2003d28b9f4107b/JCS.16.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15721_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2166 a 2173, de 05 a 30 de Março de 1949.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15721_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1949</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949.4</unitid>
                <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">04/1949</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 24 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/1/b/61be2a45e32b3b39340b4b7151c71147b55580b01bca3df9bf08660a566a0aad/JCS.16.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15723_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2174 a 2181, de 02 a 30 de Abril de 1949.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15723_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Jornais Correio do Sul - Maio de 1949</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949.5</unitid>
                <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">05/1949</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/2/d/52d5cf30c896efccae28aded74879927c6f4e81ff07f5d8d02d504e63afaec6a/JCS.16.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15728_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2182 a 2189, de 04 a 28 de Maio de 1949.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15728_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1949</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949.6</unitid>
                <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">06/1949</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/6/3/d6307c08e4ace0795d11bf15659b7abb21f4af44bd2f23b1f36c8e0ab97114d1/JCS.16.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15730_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2190 a 2196, de 01 a 29 de Junho de 1949.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15730_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1949</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949.7</unitid>
                <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">07/1949</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/5/0/f50cfb5b8a1adc6e92a65d6c6abec3846b08cff95e4736683d24ae23cbdd8bce/JCS.16.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15733_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2197 a 2204, de 06 a 30 de Julho de 1949.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15733_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1949</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949.8</unitid>
                <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">08/1949</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/d/5/6d546e598c89374c3f8a1ba9a684e3f6c57d4dbab3326cf418df87a78c0363d2/JCS.16.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_15754_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", de Cachoeiro de Itapemirim, números 2205 a 2213, de 03 a 31 de Agosto de 1949.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_15754_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1949</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949.9</unitid>
                <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">09/1949</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/a/d/aad2c0931143e8cfa8c6d69f9e0cead7e5106f71e2669b94e0914d5882792f39/JCS.16.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16185_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2214 a 2220, de 03 a 28 de setembro de 1949.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16185_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1949</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949.10</unitid>
                <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">10/1949</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/1/0/4100010dfd0895bbcae67cb191c94cf43b6c0ae2babfc1c70840383656d19f70/JCS.16.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16188_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2221 a 2229 de 01 a 29 de outubro de 1949</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16188_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1949</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949.11</unitid>
                <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">11/1949</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/e/7/1e7583910bfc9db35aaaba247eeb1e6e9672fc2a6da360ca83b6acd6c8aae6aa/JCS.16.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16191_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2230 a 2238, de 02 a 30 de novembro de 1949.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16191_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1949</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1949.12</unitid>
                <unitdate normal="1949/1949" encodinganalog="3.1.3">12/1949</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/8/3/a838353dc8cbe8de8c4be8236512c2529300ef8c8834d96e7bde96766d443502/JCS.16.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16195_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2239 a 2247, de 03 a 31 de Dezembro de 1949.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16195_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1951</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951</unitid>
              <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">01/1951 - 12/1951</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17943_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1951.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17943_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1951</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951.1</unitid>
                <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">01/1951</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/4/3/7439594f8c571a3983c6e9567273b8c96d66c6093504251a1b5a1c574b7aab83/JCS.17.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16224_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2343 a 2345, de 03 a 31 de Janeiro de 1951.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16224_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1951</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951.2</unitid>
                <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">02/1951</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 22 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/a/7/6a74725b1b676ec7b586ed9525aa97fe73a3810ecefb8f23509308565cfaf240/JCS.17.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16225_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2346 a 2352, de 03 a 28 de Fevereiro de 1951.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16225_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1951</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951.3</unitid>
                <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">03/1951</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 22 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/2/3/123bd9743641fa9bfc69faadc89bb39fbe2babfc97df875db1b2759e56575c9c/JCS.17.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16228_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2353 a 2360, de 03 a 31 de Março de 1951.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16228_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1951</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951.4</unitid>
                <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">04/1951</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/4/9/849b4adef84c8e1a41f5ac20f94d4134de412377f11896e038afa3234fd114a7/JCS.17.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16230_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2362 a 2368, de 04 a 28 de abril de 1951.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16230_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1951</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951.5</unitid>
                <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">05/1951</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/b/2/eb2b5d104c8164279ab91678ef09b46908b5d6f73be8c47f46afc9f2f2e8a0e9/JCS.17.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16233_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2369 a 2376, de 05 a 30 de Maio de 1951.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16233_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1951</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951.6</unitid>
                <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">06/1951</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/4/e/f4e390ce0dd4a2ce0dfa804531c863f34c04380bc5138f32e6f2e24e5ce55bdc/JCS.17.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16235_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2377 a 2384, de 02 a 29 de Junho de 1951.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16235_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1951</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951.7</unitid>
                <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">07/1951</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 26 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/8/9/d895f5b814661a119d10773ad7e162e970f118c40246b6eb59b93f1d7a59df09/JCS.17.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16237_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2385 a 2391, de 04 a 25 de Julho de 1951.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16237_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1951</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951.8</unitid>
                <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">08/1951</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/8/5/5855c4f101a6aa0be290247e01a8c87cde190056e0d06d4b3d8eb19230afa554/JCS.17.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16239_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2393 a 2401, de 01 a 29 de Agosto de 1951.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16239_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1951</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951.9</unitid>
                <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">09/1951</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/8/7/d8727e95edd04e5c7b77762d47da7a8b75560e92c425cae5fef37382f8884c2a/JCS.17.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16240_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2402 a 2410, de 01 a 30 de Setembro de 1951.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16240_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1951</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951.10</unitid>
                <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">10/1951</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/8/8/c88a5d2e6e644604d57201110a70e06c71ad564e184d6371c1ea2a0e0ec49a68/JCS.17.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16242_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2411 a 2419, de 03 a 31 de Outubro de 1951.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16242_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1951</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951.11</unitid>
                <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">11/1951</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/b/8/1b8085c30d150b9c4aa490558c7c0b586aea316d9fff0b59cb8ad72829bd457b/JCS.17.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16244_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2420 a 2426, de 07 a 28 de Novembro de 1951.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16244_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1951</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1951.12</unitid>
                <unitdate normal="1951/1951" encodinganalog="3.1.3">12/1951</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/7/b/87bcc57af25603815e9cd511b5b2144e84d77b3f39bdd0f315bcf5640a0b0f97/JCS.17.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16246_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2427 a 2435, de 01 a 29 de dezembro de 1951.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16246_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1952</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952</unitid>
              <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">01/1952 - 12/1952</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17945_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1952.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17945_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1952</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952.1</unitid>
                <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">01/1952</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 16 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/6/1/661a0bf135fd7a39632a7ceac8c0494e366ec95e5167fac989ea53dc9973392c/JCS.18.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16287_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2436 a 2439, de 01 a 26 de Janeiro de 1952.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16287_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1952</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952.2</unitid>
                <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">02/1952</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/9/4/794365caef0bd62ed610cbe43435f6f4cc91cc6857c3681c8df7614972658959/JCS.18.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16816_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2440 a 2446,  de 02 a 23 de Fevereiro de 1952.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16816_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1952</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952.3</unitid>
                <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">03/1952</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/9/1/c91c196e8ceb4696c5ce184567723f581411f1f08d850a78d3300dd236332f64/JCS.18.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17643_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2447 a 2455, do período de 01 a 29 de março de 1952.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17643_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1952</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952.4</unitid>
                <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">04/1952</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/1/4/b140aaaade0e8c5dd39b69624f03bb860d6d13cf8b8f8a2084fad1bbfd215bc3/JCS.18.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17642_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2456 a 2463, do período de 02 a 30 de abril de 1952.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17642_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1952</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952.5</unitid>
                <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">05/1952</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/e/0/de041c83a774df0b23231c02dc9a59f5e42349e1374a0ad191c2ac66ec5620e4/JCS.18.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17641_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2464 a 2472, do período de 03 a 31 de maio de 1952.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17641_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1952</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952.6</unitid>
                <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">06/1952</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/8/f/38f834f66c5420b018c402efc6fb0e5e64dcb43ccf35585ea9c089885f2bed95/JCS.18.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17640_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2473 a 2478, do período de 04 a 29 de Junho de 1952.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17640_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1952</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952.7</unitid>
                <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">07/1952</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/f/5/ff5cbc1b88b7a575ca30e3e964b713eb5185d8d63b108aa254d62141f7e3ad12/JCS.18.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17639_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2479 a 2486, do período de 05 a 30 de julho de 1952.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17639_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1952</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952.8</unitid>
                <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">08/1952</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/3/c/23c4e477d3f98c4bb334841cd90d0f4387cdca739cc0518271d09f4fbbe64330/JCS.18.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17638_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2487 a 2495, do período de 02 a 30 de agosto de 1952.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17638_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1952</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952.9</unitid>
                <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">09/1952</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/c/0/5c024849589798dcf71fce157160b0c2424d8e3c45daf372d0b08dd67d02de3d/JCS.18.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17637_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2496 a 2501, do período de 03 a 30 de setembro de 1952.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17637_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1952</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952.10</unitid>
                <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">10/1952</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/1/1/d1124d54b4bf4b1e9470550401518c09bf75ce08c4c3fc1a8a8b85a51580929c/JCS.18.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17636_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2504 a 2512, do período de 01 a 29 de Outubro de 1952.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17636_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1952</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952.11</unitid>
                <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">11/1952</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/3/e/d3e86fb03331dcdeb796c22be21e517b8ce8b5b244a552a1580e76b7670430c9/JCS.18.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17635_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2513 a 2521, do período de 01 a 29 de novembro de 1952.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17635_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1952</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1952.12</unitid>
                <unitdate normal="1952/1952" encodinganalog="3.1.3">12/1952</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/8/7/d8771f48441628894b277a7b073c953f0ed43d101cb95f6dcc5281d495126586/JCS.18.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17634_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2522 a 2529, do período de 03 a 31 de dezembro de 1952.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17634_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1954</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1954</unitid>
              <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">03/1954 - 12/1954</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 10 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17947_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 10 (dez) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Março a Dezembro de 1954.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17947_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1954</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1954.1</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">03/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Edições do Jornal "Correio do Sul", n° 2607 a 2613, de 10 a 31 de março de 1954.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/1/8/1186ebd33262fa7ddbdd203dcd7463ac2e48ad65201ea56ac00336dfc23e7176/JCS.19.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16929_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16929_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1954</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1954.2</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">04/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/f/3/bf34d7655253bcc503d66f1407840289f08b2269f2252969257313a6550fd74c/JCS.19.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16936_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", n° 2614 a 2620, 03 a 28 de abril de 1954.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16936_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1954</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1954.3</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">05/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/7/1/b7164f9e5f8ca0c6ce07f3d7493feb5345af319ad4195e5934308ce7f944b03c/JCS.19.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16937_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", n° 2621 a 2629, de 01 a 29 de maio de 1954.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16937_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1954</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1954.4</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">06/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 34 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/8/f/58f1a945c01081f3548ffb01afc086dd17433cf26b8889a0b3e8c65629f41dc7/JCS.19.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16956_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", n° 2630 a 2635, de 02 a 29 de junho de 1954.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16956_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1954</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1954.5</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">07/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/7/b/57b7ef6892cf0041cc45ecc470910caab87f57894328c34a4c010f944c0609fb/JCS.19.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16958_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", n° 2636 a 2644, de 03 a 31 de Julho de 1954.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16958_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1954</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1954.6</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">08/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/a/3/2a3a5d74d82be11d71f5f1acaaf0752f2178bcbd7d03397e30f347dc3d7edd5a/JCS.19.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_16969_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", n° 2645 a 2652, de 04 a 28 de agosto de 1954.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_16969_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1954</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1954.7</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">09/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/1/3/913bfa3a1467c3e9474c55025e68f27b9ae60658b76288b11f8ebddf965bcd32/JCS.19.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17654_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2654 a 2660, do período de 01 a 29 de setembro de 1954.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17654_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1954</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1954.8</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">10/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/4/6/1463c737d91f903c6aef909853e4de31b228428819590a3c30ce3d80e696efbb/JCS.19.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17644_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2661 a 2669, do período de 02 a 30 de outubro de 1954.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17644_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1954</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1954.9</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">11/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 20 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/d/9/8d9044d0b0bf4473b135715550eb53db8ebf87572a680e9bd117a4fd6c9d3f2c/JCS.19.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17656_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2670 a 2674, do período de 06 a 27 de Novembro de 1954.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17656_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1954</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1954.10</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">12/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/2/3/f23c5551b72836317454763b991380d38ec063b2f8859ea36e345c2d8052d525/JCS.19.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17659_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2675 a 2681, do período de 01 a 22 de dezembro de 1954.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17659_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1958</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958</unitid>
              <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">01/1958 - 12/1958</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17950_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1958.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17950_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1958</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958.1</unitid>
                <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">01/1958</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 58 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/9/d/29db37173bf69fa6f69da431489d4cc3466fb3ae00cb7a57f448409d962f3bcd/JCS.20.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17017_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", n° 2910 a 2913, de 07 a 28 de Janeiro de 1958.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17017_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1958</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958.2</unitid>
                <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">02/1958</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Edições do Jornal "Correio do Sul", n° 2914 a 2916, de 04 a 25 de Fevereiro de 1958.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/8/4/98460c6c0bb20b344de81faecbcfe63aca40b6c3f1afc7ef028e892a1ed2715a/JCS.20.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1958</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958.3</unitid>
                <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">03/1958</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/0/8/f08a67a668415622d60be2bfbeaef2c8ba6af6c32e4f474cf28e9cfe79075c28/JCS.20.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17365_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, números 2917 a 2920, de 04 a 25 de março de 1958.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17365_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1958</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958.4</unitid>
                <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">04/1958</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/e/0/6e0478a853ccdb6f69ad463b9cda0d2e6ad429391da3758e423953994a52d71c/JCS.20.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17374_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal "Correio do Sul", números 2921 a 2925, de 01 a 29 de abril de 1958.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17374_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1958</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958.5</unitid>
                <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">05/1958</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/a/a/2aa4e73fc631dad7c7a8fd9125ce7f75e2379ed3a846286048001e67d516c606/JCS.20.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17782_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17782_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1958</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958.6</unitid>
                <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">06/1958</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 62 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/1/4/a1494ede67c45dd1a180c1810a388cf47c8452135d49e29eba7009bfc8dc8062/JCS.20.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17784_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2932 a 2939 do período de 03 a 29 de junho de 1958.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17784_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1958</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958.7</unitid>
                <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">07/1958</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/9/7/f97afc142989071fd69b62e312774a1ed72c7d3812d4cd80af359bbf839a54ff/JCS.20.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17785_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2940 a 2947, do período de 04 a 29 de julho de 1958.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17785_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1958</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958.8</unitid>
                <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">08/1958</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/b/7/3b7c54fddaa36ed83a82eaaa9bcc50fa399ae1c78a7a2ed9b15485585d268b33/JCS.20.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17786_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2948 a 2956, do período de 01 a 29 de agosto de 1958.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17786_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1958</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958.9</unitid>
                <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">09/1958</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 58 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/0/7/d073e4cddac8fd77ce1d9288411fbb7c1de9544ec44d900414c322b713d4e426/JCS.20.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17790_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2957 a 2965, do período de 02 a 30 de setembro de 1958.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17790_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1958</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958.10</unitid>
                <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">10/1958</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/3/1/531fe5b3102e128a7d4d4bce3105f6188de2309e7c5704db78445c7a4ae7d321/JCS.20.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17792_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2966 a 2973, do período de 07 a 31 de Outubro de 1958.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17792_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1958</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958.11</unitid>
                <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">11/1958</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/1/7/d175dce99223c7940e548a46b040fd6ff84ae41b809adcec47be4ad639dcf606/JCS.20.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17794_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2974 a 2981, do período de 04 a 28 de Novembro de 1958.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17794_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1958</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1958.12</unitid>
                <unitdate normal="1958/1958" encodinganalog="3.1.3">12/1958</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/a/c/3ac96040746bc5850c8fee019c6361e1bede21572f3f95eaaa9679be8334bb5a/JCS.20.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17796_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2982 a 2988, do período de 02 a 30 de dezembro de 1958.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17796_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1959</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959</unitid>
              <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">01/1959 - 12/1959</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17952_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 12 (doze) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Dezembro de 1959.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17952_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1959</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959.1</unitid>
                <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">01/1959</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/9/e/69e09b6c64efe35d79f10cb09a49f47c0cb95d91608f04dcec09b35525e2ab2d/JCS.21.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17874_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2989 a 2996, do período de 06 a 30 de Janeiro de 1959.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17874_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1959</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959.2</unitid>
                <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">02/1959</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/8/2/d82ebd9e8074e61e72b706356545f90ddc14cf45f6557ba8607006bb7849cac2/JCS.21.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17887_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 2997 a 3003, do período de 03 a 27 de Fevereiro de 1959.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17887_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1959</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959.3</unitid>
                <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">03/1959</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/9/7/f97ba3cd5c6f2475ddcd6c9dac489e3bb8808305bac80b2d21734f96c2534645/JCS.21.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17888_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3004 a 3011, do período de 03 a 31 de Março de 1959.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17888_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1959</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959.4</unitid>
                <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">04/1959</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/6/0/060d1700377d5d81ee13296583de16a47f50fdab230497e9cf57e8d3e9bb333f/JCS.21.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17889_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3012 a 3019, do período de 03 a 28 de Abril de 1959.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17889_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1959</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959.5</unitid>
                <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">05/1959</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 64 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/7/6/d766c39e13873c0dbd573ab763c1c6eebc61dae3a172810dfbf9a82bea985d22/JCS.21.5.01.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17890_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3020 a 3027, do período de 05 a 29 de Maio de 1959.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17890_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1959</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959.6</unitid>
                <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">06/1959</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 72 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/1/6/4160b47c2c11dcf9ef264380bc0e1335adf71c1347854cf9ea4875d8ec529c95/JCS.21.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17891_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3028 a 3035, do período de 02 a 29 de Junho de 1959.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17891_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1959</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959.7</unitid>
                <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">07/1959</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 58 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/b/c/1bce95f5e0628ce5aca8d3edf414c895c707fc79ffce57a683abb0014cfafbc7/JCS.21.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17892_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3036 a 3044, do período de 03 a 31 de Julho de 1959.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17892_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1959</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959.8</unitid>
                <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">08/1959</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/c/f/fcf66dc26cb1931c1ba23e0e10a2032fae94b087b7185fbacefa74c8a73a2757/JCS.21.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17893_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3045 a 3052, do período de 04 a 28 de Agosto de 1959.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17893_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1959</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959.9</unitid>
                <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">09/1959</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/9/3/d937a9a525c4a78668cf113079a971111e4a4ced96bf3f0f98a34c4e435ad58d/JCS.21.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17894_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3053 a 3060, do período de 01 a 29 de setembro de 1959.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17894_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1959</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959.10</unitid>
                <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">10/1959</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/6/4/f64a11a570cf925b5bcc8ba9f725c56ed969068db6b0de4780275065be519f6e/JCS.21.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17895_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3159 a 3165, do período de 07 a 28 de outubro de 1960.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17895_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1959</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959.11</unitid>
                <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">11/1959</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/8/c/88cbb48abe88c9e8204048a31c081c443b89915915950a293f6859914dd17eea/JCS.21.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17896_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3166 a 3173, do período de 01 a 29 de novembro de 1960.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17896_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1959</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1959.12</unitid>
                <unitdate normal="1959/1959" encodinganalog="3.1.3">12/1959</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 72 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/5/f/c5f27aaab859dfb57c7077faf316f92b4f45cb7a998da65aefbbfd404f504643/JCS.21.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17897_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3077 a 3084, do período de 01 a 31 de Dezembro de 1959.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17897_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1960</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960</unitid>
              <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">01/1960 - 03/1960</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 itens (exemplares).    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17954_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 3 (três) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Março de 1960.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17954_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1960</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960.1</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">01/1960</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 34 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/1/8/c180501c26829ce317ad1a4de6502c433119e6fc8efcfaa912366f5ba01ade94/JCS.22.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1960</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960.2</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">02/1960</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/6/4/8641d1e1b1ca916cd5f9c9f0ec1247579ca5480cf24dcf37bb16d59420e2e189/JCS.22.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1960</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960.3</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">03/1960</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/f/7/8f76bb2873f479e0c8ef1170fbb9d3c2081af9073424d930fa7c898c7a3791c4/JCS.22.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1960</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960.4</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">04/1960</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/4/0/d40633f13fd5b4dff5423ab850b558408c2f3553722a6780b7b4042205474f0c/JCS.22.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1960</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960.5</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">05/1960</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/8/d/a8d0a6e7b483c081e48b12cc5aafa6457f39da5c2c0e21481fd786d0d72dfb64/JCS.22.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1960</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960.6</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">06/1960</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 58 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/3/5/a3505d84dff3770a5caafa1a9db8ef0bcf108f7d4c22439ded06697a17c7f0e3/JCS.22.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1960</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960.7</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">07/1960</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/c/5/7c5eb723bf37cf9bcf06e9eee6cf6ac68abe69b382e197119c6fa02d038d89d4/JCS.22.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1960</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960.8</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">08/1960</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/b/2/3b25a62b8b5353ef818c8000da93d323f6c324fdfba77315f4b648071f046fd3/JCS.22.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1960</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960.9</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">09/1960</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 56 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/6/4/064cdddecd9c26993a1d5966437b1b53605cbd4b5f545af15ea3886659f2f401/JCS.22.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1960</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960.10</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">10/1960</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/a/a/1aac477308b8567e6913d95c2c2f86f5480ce544762899614d5fe48941b35427/JCS.22.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1960</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960.11</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">11/1960</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/1/f/e1f6c28461740de36f91e4797d8a1a05670041e9ea06ea823d5dd5537bfcd9e0/JCS.22.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1960</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1960.12</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">12/1960</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 68 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/3/2/2320dbd28ececec1a0fb5cef9a20055f6679414510e4ba6a968abb27fa1f92cd/JCS.22.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1962</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1962</unitid>
              <unitdate normal="1962/1962" encodinganalog="3.1.3">01/1962 - 06/1962</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 6 itens.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_17956_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Constam 6 (seis) Edições do Jornal "Correio do Sul", do Município de Cachoeiro de Itapemirim - ES, dos períodos Janeiro a Junho de 1962.</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_17956_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
            </controlaccess>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1962</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1962.1</unitid>
                <unitdate normal="1962/1962" encodinganalog="3.1.3">01/1962</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 62 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/2/f/a2fdeff43763cc5e676b88db9e0d284dbdf99474e575fa6ffb73eccff0c21bc7/JCS.23.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1962</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1962.2</unitid>
                <unitdate normal="1962/1962" encodinganalog="3.1.3">02/1962</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/4/a/f4a6c47d29c511b5262ee17868ad54cdfd9f1334cdd1a78f6354fef1d751692c/JCS.23.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1962</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1962.3</unitid>
                <unitdate normal="1962/1962" encodinganalog="3.1.3">03/1962</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/e/4/3e4ae9c0387dc393c147a6a1099d6c9ba2961cba242559cc112c0b3d099187e8/JCS.23.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1962</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1962.4</unitid>
                <unitdate normal="1962/1962" encodinganalog="3.1.3">04/1962</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/c/a/4ca046621fd030c8e36fac33204d8d2cc6209b2e219cce39886d5a344e4f8222/JCS.23.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1962</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1962.5</unitid>
                <unitdate normal="1962/1962" encodinganalog="3.1.3">05/1962</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/a/f/6afb61b8f2819131513bcd5f78bd4d4d155011f616ad92deab0ab88df742881e/JCS.23.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17963_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3307 a 3314, do período de 04 a 29 de Maio de 1962.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17963_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1962</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1962.6</unitid>
                <unitdate normal="1962/1962" encodinganalog="3.1.3">06/1962</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 58 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/4/1/b412e700438cb7862f4598cd2632e96a21b77bda15b598f5b6dcbc3041498944/JCS.23.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17964_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3315 a 3322, do período de 01 a 29 de junho de 1962.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17964_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1962</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1962.7</unitid>
                <unitdate normal="1962/1962" encodinganalog="3.1.3">08/1962</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 60 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/4/8/348fb9b26d0eaf1add815372617b9b9b323a6013776a7d11518d3b6a97db86a8/JCS.23.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17965_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3323 a 3331, do período de 03 a 31 de agosto de 1962.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17965_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1962</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1962.8</unitid>
                <unitdate normal="1962/1962" encodinganalog="3.1.3">09/1962</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 60 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/0/9/20980f99e9129aa6165b007d3bd6f9abff4ee78c3567e820088c479de073bc7e/JCS.23.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17966_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3332 a 3339, do período de 04 a 28 de Setembro de 1962.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17966_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1962</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1962.9</unitid>
                <unitdate normal="1962/1962" encodinganalog="3.1.3">10/1962</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 58 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/2/c/82c502ce19b253f11b3ed861f562b4a20b0bc438408545317d852e36f905dedf/JCS.23.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17969_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3340 a 3348, do período de 02 a 30 de outubro de 1962.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17969_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1962</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1962.10</unitid>
                <unitdate normal="1962/1962" encodinganalog="3.1.3">11/1962</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/e/0/7e05c45dda40eb471c83688be3c89854f483f48f04f4ac16c1a23cccd60052f2/JCS.23.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17971_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3346 a 3355, do período de 06 a 30 de novembro de 1962.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17971_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1962</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1962.11</unitid>
                <unitdate normal="1962/1962" encodinganalog="3.1.3">12/1962</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/4/6/046ec54286109f6100b50e2d921ee7d84ef2a04a5d00c28ff8d7d25a87b6a69c/JCS.23.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_17972_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Constam Edições do Jornal "Correio do Sul", de números 3356 a 3361, do período de 04 a 25 de Dezembro de 1962.</p>
              </scopecontent>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_17972_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1963</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963</unitid>
              <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">1963</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 (doze) itens (exemplares).    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1963</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963.1</unitid>
                <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">01/1963</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 52 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/f/1/5f17ec683fbede88d259191e7d084330bd7289d8bcbae4351550bfbdb6485948/JCS.1963.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1963</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963.2</unitid>
                <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">02/1963</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/d/a/2dad5b1dc8a77c61424b3bb78bbe2bec46c9082e27ac39ac5f80dc8af4bb912f/JCS.1963.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1963</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963.3</unitid>
                <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">03/1963</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/9/8/598d8e996c0b4efe77aa6d59d2d2e1b765c12a6967f3d367701ed0735eae5732/JCS.1963.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1963</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963.4</unitid>
                <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">04/1963</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/4/d/d4dbd88e56b06c30c18eaee203bc5769a1ddbeced5df5020f31f731e9a867a20/JCS.1963.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1963</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963.5</unitid>
                <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">05/1963</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/f/1/bf13b3eedbab73451ff1c64ee5c5d18e252d1a8df6224ca909eed2d886ce505d/JCS.1963.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1963</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963.6</unitid>
                <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">06/1963</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 52 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/9/2/492ae7e1dfdff0e6cec890467998ba1a1cb8c1781399406a2f30c0a4edf83758/JCS.1963.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1963</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963.7</unitid>
                <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">07/1963</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/7/4/274182e693f1d628ca4370b5e54c55a0acfc0fdbc6266f2f3f4d3cd6ce48a21f/JCS.1963.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1963</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963.8</unitid>
                <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">08/1963</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/d/5/dd5da79e9ecb4d1b37d7780566690dae8c41e038167a3aeddfa526f9aa8d4b3e/JCS.1963.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1963</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963.9</unitid>
                <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">09/1963</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/8/c/e8c776df9285386e2c586bd91e013c3502733068348372f31ab8e5ff70834292/JCS.1963.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1963</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963.10</unitid>
                <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">10/1963</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 (quarenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/b/0/db0cdca80bf2a46c3416b490f51214170c7059fdde297ee73cfb4f1c4fe77c1b/JCS.1963.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1963</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963.11</unitid>
                <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">11/1963</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 38 (trinta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/0/f/d0f992d3cc63ca84c55392b5dc022526d102e6bc9ef8d91d1c2cc1b2c5bdd1db/JCS.1963.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1963</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1963.12</unitid>
                <unitdate normal="1963/1963" encodinganalog="3.1.3">12/1963</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 33 (trinta e três) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/2/9/f29231e002a8e842d1c38fae9dee90723ed7e6c00daa46b1615d65d0e3f1221b/JCS.1963.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1964</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964</unitid>
              <unitdate encodinganalog="3.1.3">01/1964 - 12/1964</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        12 Exemplares    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Janeiro de 1964</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964.1</unitid>
                <unitdate normal="1964/1964" encodinganalog="3.1.3">01/1964</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/c/3/cc34801166a97160662cb2405979ae1dcf44b379919a8744969fff6c680d82a2/JCS.1964.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fevereiro de 1964</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964.2</unitid>
                <unitdate normal="1964/1964" encodinganalog="3.1.3">02/1964</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 37 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/e/5/ce50bc2b0bb7276a892088cb7506d84b4dc9cb0bc4c2d5c0b0271ac736b8c540/JCS.1964.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Março de 1964</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964.3</unitid>
                <unitdate normal="1964/1964" encodinganalog="3.1.3">03/1964</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 40 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-40/e/d/f/edf969ad6af8925f0c00c9a30c202a5836bba0178cafd895e1a2a4d0c162e803/JCS.1964.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Abril de 1964</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964.4</unitid>
                <unitdate normal="1964/1964" encodinganalog="3.1.3">04/1964</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/c/a/6ca680f9fe993f40a7bdc63baa8072ea20793148ed09a192cebda78dacf3bf5d/JCS.1964.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maio de 1964</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964.5</unitid>
                <unitdate normal="1964/1964" encodinganalog="3.1.3">05/1964</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/1/a/31a21a920f63be1acefacb32bb03367ac1fa1c57d9411fef88685bf34379c702/JCS.1964.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_67920_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_67920_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Junho de 1964</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964.6</unitid>
                <unitdate normal="1964/1964" encodinganalog="3.1.3">06/1964</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/a/5/fa57295af163837a243bdb6b9bf9fe4a356ba8a8c6b1d62c2c50455308b1e7ce/JCS.1964.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Julho de 1964</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964.7</unitid>
                <unitdate normal="1964/1964" encodinganalog="3.1.3">07/1964</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 18 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/8/7/1878b39dcc046dbddfe541ed6d3a674c8c2a22d572394d5c5164e8949a00f1f1/JCS.1964.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Agosto de 1964</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964.8</unitid>
                <unitdate normal="1964/1964" encodinganalog="3.1.3">08/1964</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/e/0/6e0a5ecb6ac1883e8bcdbc6d9ef9f4e89d22a0f6505e6a38056b6ae2a67d0bd6/JCS.1964.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Setembro de 1964</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964.9</unitid>
                <unitdate normal="1964/1964" encodinganalog="3.1.3">09/1964</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/a/4/5a4233aaf2064eb6af91dd94affa1b438984b81846f6310d40cd3971ed7a4b87/JCS.1964.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Outubro de 1964</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964.10</unitid>
                <unitdate normal="1964/1964" encodinganalog="3.1.3">10/1964</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/9/1/591fe7b0393ca656de832784a2ebddf2b905f343fa4116346d0ab4c9ebfa283c/JCS.1964.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_67934_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_67934_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Novembro de 1964</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964.11</unitid>
                <unitdate normal="1964/1964" encodinganalog="3.1.3">11/1964</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 47 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/6/c/16c4ddfea6e72cb00262d293e743889e77681de288942b3b8ebea7dc97e151e7/JCS.1964.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dezembro de 1964</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1964.12</unitid>
                <unitdate normal="1964/1964" encodinganalog="3.1.3">12/1964</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 46 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/d/6/6d6a3493b819ffb1a15425683b74cc33213f24b91cae7f3f21b1bef83323d2a4/JCS.1964.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1965</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965</unitid>
              <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">01/1965 - 12/1965</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 exemplares.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1965</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965.1</unitid>
                <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">01/1965</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 21 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-41/8/2/c/82c1b36d988e848a7628b718b1a2dc4329c93c03926a1fbdd97972dc440caebf/JCS.1965.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_68176_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_68176_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1965</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965.2</unitid>
                <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">02/1965</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/0/2/1025c5a1db165519a377da67829988ef7484361e27e9263e048f165725ef86c7/JCS.1965.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1965</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965.3</unitid>
                <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">03/1965</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/0/2/7023783d81adbcdb8dc8e96936c6da98d995697d2ef59eda93006b58324b4fe1/JCS.1965.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1965</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965.4</unitid>
                <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">04/1965</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/0/c/40cc1311a68b40bad80354f7220278bbb4d744faf664b8ee83e832ff0495e1ce/JCS.1965.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1965</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965.5</unitid>
                <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">05/1965</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 62 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/f/6/3f66ffe9904713505319e90ef0e56639fd84cba26b3e9e450b6a994ee299b4d5/JCS.1965.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1965</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965.6</unitid>
                <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">06/1965</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/c/a/9ca74bb9748c67cfaefe1c8ccf0ca2f3a5b4f27ddfd3058675ab23a1edb4ba47/JCS.1965.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1965</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965.7</unitid>
                <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">07/1965</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/c/5/bc5f05dee89541cf6fecf86b5a62c70f1827edc9e54ccd1c1ef7901a2d7fe68c/JCS.1965.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1965</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965.8</unitid>
                <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">08/1965</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/7/6/276dc30bbfc15bbd030a6530e3d50ec873f9d7ecf680b3f66d15a655a45381e3/JCS.1965.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1965</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965.9</unitid>
                <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">09/1965</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/b/f/2bf23a4aebc43bebf4dc1876163bf7ca883441b1b9e15658800dff42b43d3c69/JCS.1965.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1965</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965.10</unitid>
                <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">10/1965</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/6/a/46a6d103e0596d0a01213f2359abe37971acc21ae649af5f7a9949fb11c94a9b/JCS.1965.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1965</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965.11</unitid>
                <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">11/1965</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/7/b/e7bfd4e9156bf92753739270de688c4d4b9cc9cbcd7d4157a7dc28f3ce4eca64/JCS.1965.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1965</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1965.12</unitid>
                <unitdate normal="1965/1965" encodinganalog="3.1.3">12/1965</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 68 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/0/1/001b361a6867be0ad4d523df27db5ef8d80a3ef7a0cc0e1e13260077f76c6ad7/JCS.1965.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1966</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966</unitid>
              <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">1966</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 exemplares.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1966</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966.1</unitid>
                <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">01/1966</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/8/c/98c8be5758f2b747a882398df1aa7aca7a12a285a793ab1632724787c340c177/JCS.1966.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_67562_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_67562_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1966</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966.2</unitid>
                <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">02/1966</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 34 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/4/1/341d052fec1a6e07e6328621e722bf7dfcc9c13d78230b077d06d2f913b030a1/JCS.1966.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_67564_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_67564_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1966</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966.3</unitid>
                <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">03/1966</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 70 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/4/6/146cce9cedd39fea4d2798cb14a1c6b8145dc3238de20d55ce2582ffae266cc6/JCS.1966.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1966</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966.4</unitid>
                <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">04/1966</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-24/8/0/e/80e364c3a761047da6d066871af26212e5d9a11e2741fc9370797fcac4315a07/JCS.1966.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                <origination encodinganalog="3.2.1">
                  <corpname id="atom_67568_actor">Jornal Correio do Sul</corpname>
                </origination>
              </did>
              <bioghist id="md5-3785c683e0e137a5a859869791b125fb" encodinganalog="3.2.2">
                <note>
                  <p>O Correio do Sul foi lançado em 30 de junho de 1928 por Armando de Carvalho Braga e Jerônimo Braga (irmãos de Rubem Braga e Newton Braga) na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado capixaba.<lb/><lb/>Em sua fundação o jornal tinha o seguinte organograma:<lb/><lb/>Armando de Carvalho Braga - diretor;<lb/>Jerônimo Braga - gerente;<lb/>Francisco Gonçalves - redator chefe;<lb/>Hélio Ramos – tipógrafo e chefe de oficina.<lb/>Nos primeiros anos de circulação do jornal o mesmo se intitulava “orgão oficial do Partido Republicano do estado do Espirito Santo” e sendo assim, sua modesta redação funcionava no pavimento térreo da prefeitura, localizada no centro da cidade. Nos primeiros meses a periodicidade do jornal era bissemanário, circulando nas quartas e sábados. Em dezembro de 1928 o Correio torna-se trissemanário, saindo as ruas nas terças, quintas e sábados.<lb/><lb/>Por sua linha editorial e tendências políticas que apoiavam o então presidente Washington Luís e o candidato da “situação” Júlio Prestes o Correio foi “empastelado” (empastelamente – jargão usado para a invasão sofrida por jornais contrários a Vargas) em outubro de 1930 em função da revolução de 30.<lb/><lb/>No período de outubro de 1930 a 21 de janeiro de 1931 o Correio não circulou. Em seu retorno, nas últimas semana de janeiro de 31 o jornal informava que a partir daquele momento o periódico seria um orgão independente, ou seja, sem tendências políticas.<lb/><lb/>Rubem e Newton Braga<lb/>Rubem Braga, irmão mais novo dos fundadores do Correio do Sul, passou a contribuir para o jornal a partir de agosto de 1928 com textos de variados assuntos. Em sua estreia, datada de 11 de agosto, o tema foi sobre o acidente dos pilotos italianos Ferrarin e del Prete.<lb/><lb/>Com apenas 15 anos de idade, em 1928, o Correio do Sul, sem saber, estava revelando para o Brasil os primeiros textos daquele que viria a se tornar um dos maiores estilistas da língua e responsável por converter a crônica em estilo literário.<lb/><lb/>Com uma coluna intitulada “Carta do Rio” Rubem escreveu por alguns anos para o jornal da família. O nome da coluna decorre do fato de Rubem, neste período inicial, estar residindo no estado do Rio de Janeiro. Quando o mesmo transfere-se para a cidade de Belo Horizonte, para finalizar seu curso de Direito, esta coluna passa a ser chamada de “Cartas de Minas”. Nos períodos que o jovem Rubem Braga passa férias em sua cidade natal ou na casa de praia da família, na cidade de Marataízes, ele publica pequenas notas sob o título de “Correio Maratimba”.<lb/><lb/>Newton Braga, irmão mais próximo de Rubem, pois é mais velho quase dois anos, também colabora com o jornal da família como redator chefe, cargo que assumiu em 1932. Sob seu comando o jornal ganhou identidade local sendo ele o responsável por movimentos cívicos como a criação do “Dia da Cachoeiro”. Newton foi poeta e crítico literário no jornal Diário de Notícias carioca.<lb/><lb/>O Fim<lb/>O Correio passou por vários donos, sendo marcado por uma posição de vanguarda cultural até seus últimos exemplares, datados do ano de 2000.<lb/><lb/>Dos jornais impressos em Cachoeiro de Itapemirim o Correio é um dos mais longevos periódicos e na atualidade as suas páginas podem ser folhados nos exemplares existentes no Instituto Newton Braga e na Casa dos Braga.<lb/>* Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_do_Sul_(Cachoeiro_de_Itapemirim). Acesso em 05 jul. 2022.</p>
                </note>
              </bioghist>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <controlaccess>
                <corpname role="Produtor" id="atom_67568_actor">Jornal Correio do Sul </corpname>
              </controlaccess>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1966</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966.5</unitid>
                <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">05/1966</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 60 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/d/7/4d7f973101a4756bdfc7a256047b18b6166fb43ab0dc306061b953354d0da35e/JCS.1966.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1966</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966.6</unitid>
                <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">06/1966</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 56 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/b/3/6b39fc80f07da1e84d2af5705c998d53e9fcb4ab70d4836f5c2f181d0aa6a4bf/JCS.1966.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1966</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966.7</unitid>
                <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">07/1966</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/8/e/88e9ab81d7ede9a248f4706bb2c470d9f2f141dc1ed2eaa751000f0481e845cf/JDCI.1966.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1966</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966.8</unitid>
                <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">08/1966</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/2/2/3229c70e2e24d4249a5c7d3029a1579a8e751238a36f6c0bfb791ef54e09b3ba/JCS.1966.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1966</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966.9</unitid>
                <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">09/1966</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 56 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/a/1/6a1a2e6c4132aae0d315aaffe42b5c84b58422cebba08508ed2ac0beac41e008/JCS.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1966</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966.10</unitid>
                <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">10/1966</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/e/5/8e531954978eb79b6246bffa207295e75cec547841a0f2f6e3baf2d555056c61/JCS.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1966</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966.11</unitid>
                <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">11/1966</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/4/6/b46b3ffbc48d0b24f6ecaaf820b888d8f2002ec28414982ae04a2ab2c3dcc517/JCS.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1966</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1966.12</unitid>
                <unitdate normal="1966/1966" encodinganalog="3.1.3">12/1966</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 52 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/f/c/dfc5d918b0df42c5bc0facdd9d76bfc0e194ddddf911514cf0017b00d3f328c9/JCS.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1967</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967</unitid>
              <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">01/1967 - 12/1967</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 exemplares    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1967</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967.1</unitid>
                <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">01/1967</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Jornal, 54 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/2/c/72c90e6d5d14947db8bd80e5af300942afb641e45b8a6db127f090d83b816c79/JCS.ANO67.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 3683 a 3691,de 03 a 31 de janeiro de 1967.</p>
              </scopecontent>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1967</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967.2</unitid>
                <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">02/1967</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Jornal, 38 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/7/c/37ce3d646f24de64e21c241788f18cdc2d90feaa8b9aacab90d4833b3d5a0ddc/JCS.ANO67.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 3692 a 3697, de 03 a 28 de fevereiro de 1967.</p>
              </scopecontent>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1967</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967.3</unitid>
                <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">03/1967</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Jornal, 48 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/5/9/959154e13ee323dbe611e4dafcb243153dfd89c6c8b84f780d36fd837ff0d7ce/JCS.ANO67.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 3698 a 3705, de 03 a 31 de março de 1967.</p>
              </scopecontent>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1967</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967.4</unitid>
                <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">04/1967</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Jornal, 48 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/8/b/68b55e6cf4c39544a3f1a95fc0e0ac24a97b5f129926be26bf7519c1c817c7da/JCS.ANO67.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 3606 a 3713, de 04 a 28 de abril de 1967.</p>
              </scopecontent>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1967</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967.5</unitid>
                <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">05/1967</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Jornal, 50 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/8/b/08b0ec6b1db2b95b58a3e27f15e95d672154f63b079a7a34ae6ac6e826868833/JCS.ANO67.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 3713 a 3720, de 05 a 30 de maio de 1967.</p>
              </scopecontent>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1967</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967.6</unitid>
                <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">06/1967</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Jornal, 60 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/2/7/a272b8e59356d74c8ead6d73c55110519dc5de5c450493502ba17d5ef3673f24/JCS.ANO67.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 3721 a 3726, 02 a 29 de junho de 1967.</p>
              </scopecontent>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1967</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967.7</unitid>
                <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">07/1967</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Jornal, 54 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/9/3/b9319ffa10da2f70bcbbdfaaaa8771eeaa26a24c656d049e3ad8c6c22f4c7fa8/JCS.ANO67.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 3727 a 3733, de 07 a 28 de julho de 1967.</p>
              </scopecontent>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1967</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967.8</unitid>
                <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">08/1967</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Jornal, 54 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/c/d/fcd5fa1130be250cff2e43bea9e9e705fb7bdcca1ce90c048eaa9a0b8d55806b/JCS.ANO67.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 3734 a 3742, de 01 a 29 de Agosto de 1967.</p>
              </scopecontent>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1967</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967.9</unitid>
                <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">09/1967</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Jornal, 56 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/6/a/b6acba2fa1e777dc0e4123d4c0db6c26957c25bd6dc7286f3db7b651a4dbc80c/JCS.ANO67.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 3743 a 3750, de 01 a 29 de setembro de 1967.</p>
              </scopecontent>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1967</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967.10</unitid>
                <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">10/1967</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Textual, 54 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/e/f/8efeeda64949a0821d452a804410cfcfbace530ec7e5884ab94a5643b3cae0e5/JCS.ANO67.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 3751 a 3759, de 03 a 31 de outubro de 1967.</p>
              </scopecontent>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1967</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967.11</unitid>
                <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">11/1967</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Jornal, 38 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/9/9/999e2e390120f725fda09f29477da2e5db3c3ed4f6287308274cffab0a4e25ed/JCS.ANO67.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 3760 a 3765, de 07 a 28 de novembro de 1967.</p>
              </scopecontent>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1967</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1967.12</unitid>
                <unitdate normal="1967/1967" encodinganalog="3.1.3">12/1967</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, Jornal, 60 folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/8/7/9873a26785e753ed9aa2cd22864a15449fa92d78fb4565befe4daa207527cc28/JCS.ANO67.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
                <p>Edições do Jornal Correio do Sul, n° 3766 a 3772, de 01 a 29 de dezembro de 1967.</p>
              </scopecontent>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1968</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968</unitid>
              <unitdate encodinganalog="3.1.3">1968</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 exemplares.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1968</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968.1</unitid>
                <unitdate normal="1968/1968" encodinganalog="3.1.3">01/1968</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 (quarenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-44/1/0/d/10d657842f3c60b8891746c27cb61e427492f7ec0b73c6eb5e377b9accfac3ce/JCS.1968.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1968</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968.2</unitid>
                <unitdate normal="1968/1968" encodinganalog="3.1.3">02/1968</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-46/a/4/9/a4971ed2f98f10b607a27fa52f757d7dd1baa559d1da6bc9ee276894999b7ea4/JCS.1968.21.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1968</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968.3</unitid>
                <unitdate normal="1968/1968" encodinganalog="3.1.3">03/1968</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 (quarenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-33/a/e/3/ae3ee55a9797be8bf135511530126aa5643563c65b3d3ddb6f3462e4bd922dfb/JCS.1968.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1968</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968.4</unitid>
                <unitdate normal="1968/1968" encodinganalog="3.1.3">04/1968</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-33/e/9/9/e99e25e987302e8859709de353f52ec3a65fecebcfb0c56cf7356cabc1b1fa4b/JCS.1968.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1968</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968.5</unitid>
                <unitdate normal="1968/1968" encodinganalog="3.1.3">05/1968</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-47/d/0/7/d07910207d5672660a242c30ece7c79c2f3c1331f51bd345b57656652318bd6e/GOV.751.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1968</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968.6</unitid>
                <unitdate normal="1968/1968" encodinganalog="3.1.3">06/1968</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 52 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-48/c/5/5/c55ab30104c6d6ffcacb036bec4f04d0f9bcb1172f441b5d40e5823d66096070/JCS.1968.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1968</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968.7</unitid>
                <unitdate normal="1968/1968" encodinganalog="3.1.3">07/1968</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 40 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-49/d/f/9/df987fc5baef85189936b05e208c318945d82aee670936bc35965a4ccc60fbea/JCS.1968.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1968</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968.8</unitid>
                <unitdate normal="1968/1968" encodinganalog="3.1.3">08/1968</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bilbiográfico, 62 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-50/9/5/3/953c8f05e3f67a7f9a4b61a568a35e6b01e0b420f9023d332f7d535b3a10efcb/JCS.1968.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1968</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968.9</unitid>
                <unitdate normal="1968/1968" encodinganalog="3.1.3">09/1968</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-51/d/2/3/d23b08dc586a65253302647f9c720d5f88840aedfff35032cd823577264763be/GOV.1968.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1968</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968.10</unitid>
                <unitdate normal="1968/1968" encodinganalog="3.1.3">10/1968</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 60 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-35/7/2/d/72de7cf0b75763fde3f95dfa1732e1ee03e88431fa84c59c99f02b83aab24e9b/JCS.1968.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1968</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968.11</unitid>
                <unitdate normal="1968/1968" encodinganalog="3.1.3">11/1968</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 88 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-52/1/7/2/17292cc1fe5dd1a62a5d1b9a20aeaf5e204f7c4f37b70c50303cf32dac7e08ba/JCS.1968.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1968</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1968.12</unitid>
                <unitdate normal="1968/1968" encodinganalog="3.1.3">12/1968</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 82 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-36/2/b/8/2b825e256f774f1a78eaf7d64beaa9b12e676c5c056648986aacb8ece3d3abe8/JCS.1968.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1969</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969</unitid>
              <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">01/1969 - 12/1969</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        12 (doze) exemplares jornais    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1969</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969.1</unitid>
                <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">01/1969</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-36/0/e/4/0e4c419d3d9226d271c1a8a8b0c5510943a7c352c7a37c80cedd6bd299fd1654/JCS.1969.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1969</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969.2</unitid>
                <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">02/1969</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-53/d/2/a/d2a2659eed2fbf04bd3f8251137f22ff9e5bd5c44ace6b81e54189e9cd99cc39/JCS.1969.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1969</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969.3</unitid>
                <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">03/1969</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 52 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-37/3/b/8/3b88b80cd2adadeeb40cfe985b1cf96df47d09c56cd59b907d95ef8379bda6ae/JCS.1969.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1969</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969.4</unitid>
                <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">04/1969</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 64 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-54/e/2/a/e2aa248664ae93ae96b9bc0af4422b686ef043dd56008f73e6ad4fbd9d04e4f9/JCS.1969.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1969</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969.5</unitid>
                <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">05/1969</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 62 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-55/5/d/5/5d51abb5ad1d128491265be4a03be7775b914f3e0e83aa359f34ef3e8edd3e3c/JCS.1969.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1969</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969.6</unitid>
                <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">06/1969</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 56 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-38/a/7/d/a7d3f836ac1b302bc0f3aff3cdc673f139ff7cabf0e66704736fd085712a7f72/JCS.1969.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1969</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969.7</unitid>
                <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">07/1969</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 60 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-56/8/1/9/819f42c38130201aee95b46086a5e663363cf7c290b25683ee12c3266fdf368b/JCS.1969.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1969</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969.8</unitid>
                <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">08/1969</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 66 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-57/9/8/e/98ed53b3dd3d2b4597aed03aa351ec2adfbfc28d0c2cac4a1587fe910845affb/JCS.1969.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1969</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969.9</unitid>
                <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">09/1969</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 64 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-40/7/5/6/756e6dafd3a6c20523c7e87fbaea62828f7a3ec254a6c5fa401296d34f2897fb/JCS.1969.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1969</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969.10</unitid>
                <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">10/1969</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 58 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-40/5/9/4/594a5780e4333e7ee9232b4870935e78c6ce38252e28e84708a5197d0196e4ff/JCS.1969.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1969</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969.11</unitid>
                <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">11/1969</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-40/e/5/8/e58f23eed5a47c348c0f36aceeac1c707a4f864f96ecba764eb59beb8126a9da/JCS.1969.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1969</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1969.12</unitid>
                <unitdate normal="1969/1969" encodinganalog="3.1.3">12/1969</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 46 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-40/9/4/c/94c316a6ca33ef00a658e6fc11b80ca01bc1d5fce0d8da315d06548e5107e389/JCS.1969.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1970</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970</unitid>
              <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">01/1970 - 12/1970</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 (doze) exemplares.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1970</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970.1</unitid>
                <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">01/1970</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 76 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-40/f/5/1/f510806042fadd3131e1cd3ae368cec67803fa2f97c393c81cfa48f6d3385cd3/JCS.1970.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1970</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970.2</unitid>
                <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">02/1970</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 46 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-58/c/8/6/c869ef8a1d8bcdb109c66293dc145802b91e006f2593148999ba388ec83ea9c4/JCS.1970.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1970</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970.3</unitid>
                <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">03/1970</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 62 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-espirito-santo/c/d/2/cd21dabe85fb1af925ad748a9646cbf63aadc21f9e5088882f94ba43f718e940/JCS.1970.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1970</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970.4</unitid>
                <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">04/1970</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 66 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-41/2/4/c/24cb9a742563fdb78467e7638f2eaf16b789ea22ff9d5a64cc367af83e2c7963/JCS.1970.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1970</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970.5</unitid>
                <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">05/1970</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 64 (sessenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/c/5/6c5da6bab6d93bbc5e562c30fa29123ed9f3d7819ec9880e002d9ab89b445e52/JCS.1970.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1970</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970.6</unitid>
                <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">06/1970</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 72 (setenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/f/b/3fb57ddd162ad578eeecc5cdb5e8dd7a4bafeb8b8ffcb2f46f480b82e709ec2b/JCS.1970.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1970</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970.7</unitid>
                <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">07/1970</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 62 (sessenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/d/1/4d1d5e9c67765b57c2ab6e4b637402ea78ecebbb7af27b3a219a0e6a4850ac18/JCS.1970.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1970</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970.8</unitid>
                <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">08/1970</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 62 (sessenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-62/9/7/d/97dbb1bfdf3dafffffdaf26433b058b2fb91ba3ca51172300cd0f853d439f7ec/JCS.1970.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1970</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970.9</unitid>
                <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">09/1970</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 56 (cinquenta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/6/9/f6967324bf88deaf7615d77317528e687dfd9b4406664612d50eb51d5dd764f4/JCS.1970.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1970</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970.10</unitid>
                <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">10/1970</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 56 (cinquenta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-43/b/c/b/bcb13ba2202fb0e8532f70515028b847b90103582d06ae7dbb078174fc8999e4/JCS.1970.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1970</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970.11</unitid>
                <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">11/1970</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-43/4/8/8/488c1ebb098e0be37625b6245fd581c02688b8526fb937ce9d5c2382ba86b924/JCS.1970.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1970</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1970.12</unitid>
                <unitdate normal="1970/1970" encodinganalog="3.1.3">12/1970</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-43/9/3/9/939fd820a61a2d8b4f73b8960102ea0f4e0c1e45d7bb80bbec1c33cb4a1e8fb0/JCS.1970.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1971</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971</unitid>
              <unitdate encodinganalog="3.1.3">01/1971 - 12/1971</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 (doze) exemplares.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1971</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971.1</unitid>
                <unitdate normal="1971/1971" encodinganalog="3.1.3">01/1971</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 (quarenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/d/0/1d014e919114092a64af4f38b7a7c1fdb66387074f2272ea5e7fd5311c797e3c/JCS.1971.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1971</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971.2</unitid>
                <unitdate normal="1971/1971" encodinganalog="3.1.3">02/1971</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 46 (quarenta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-64/c/1/e/c1e055973039c282dfd462d764508bf80c9e7cee58cb6873db46c1c6aa337a7f/JCS.1971.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1971</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971.3</unitid>
                <unitdate normal="1971/1971" encodinganalog="3.1.3">03/1971</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 72 (setenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-44/6/8/2/682d5b23764f5163527fb30ce2ca1bf1ed004328204faaba255d8c3ea265b37e/JCS.1971.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1971</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971.4</unitid>
                <unitdate normal="1971/1971" encodinganalog="3.1.3">04/1971</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 64 (sessenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-44/5/d/8/5d8201de037a9ae90265e0d61e692227c6d5a0333d920ecef17f6336a4d7be71/JCS.1971.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1971</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971.5</unitid>
                <unitdate normal="1971/1971" encodinganalog="3.1.3">05/1971</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-65/c/f/6/cf6d91a64dee3701cd1e55fbe9639c08b140e61fd860a1c54714e30f448fe150/JCS.1971.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1971</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971.6</unitid>
                <unitdate normal="1971/1971" encodinganalog="3.1.3">06/1971</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 68 (sessenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-45/7/3/b/73b6825b66c56876e518cd89e2d35090cdb34242f471886b966eb37ea617f9d5/JCS.1971.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1971</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971.7</unitid>
                <unitdate normal="1971/1971" encodinganalog="3.1.3">07/1971</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinqueta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-44/1/e/6/1e6986a63af9299465e825238973aac51b0311c53c5d05af484ce77be666f196/JCS.1971.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1971</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971.8</unitid>
                <unitdate normal="1971/1971" encodinganalog="3.1.3">08/1971</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 60 (sessenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-45/7/7/a/77a6eb47f859c2250405bc1264fee8d55e5c6764741298b2ca82ff39c8d68c5b/JCS.1971.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1971</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971.9</unitid>
                <unitdate normal="1971/1971" encodinganalog="3.1.3">09/1971</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 46 (quarenta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-45/3/5/d/35d589f146aa96835cc6f3fd8730fe7677df5d81ec747c9fc2c008953821414a/JCS.1971.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1971</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971.10</unitid>
                <unitdate normal="1971/1971" encodinganalog="3.1.3">10/1971</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-45/9/5/2/9524148e2ea7f49b118e55ab8fb639c39688e7a77193c09f3e28c8ce90360a6a/JCS.1971.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1971</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971.11</unitid>
                <unitdate normal="1971/1971" encodinganalog="3.1.3">11/1971</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 (quarenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/6/7/e6734151ef63d7e310bd4d1b8fa9ab5c10087166a7c328a9d2568d7435b43e42/JCS.1971.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1971</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1971.12</unitid>
                <unitdate normal="1971/1971" encodinganalog="3.1.3">12/1971</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 56 (cinquenta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/f/0/2f052d750cefd4cb00e2f0e094672996ce0170704c534ae8fea02cfa1d0849aa/JCS.1971.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1972</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972</unitid>
              <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">1972</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 exemplares.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1972</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972.1</unitid>
                <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">01/1972</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 (trinta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/3/4/f343d0e536dbc51c742270461c082b0da16ae78ee1d7e5f5e0cce4df8a22caca/JCS.1972.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1972</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972.2</unitid>
                <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">02/1972</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 26 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/5/1/751def457c6d7504a92a85a7580e9846033e2fe721df47d92e576a8e70fa04e9/JCS.1972.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1972</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972.3</unitid>
                <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">03/1972</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 (quarenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/1/0/0100be26db12ee30829eebe891dfb201b4259ac62038df3a3b4ebd164af2cb3b/JCS.1972.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1972</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972.4</unitid>
                <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">04/1972</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 (quarenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/0/5/b05993c0dbf8ff7193d342f3bbd401416db362a883e1a50f282151026c28a6ea/JCS.1972.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1972</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972.5</unitid>
                <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">05/1972</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 60 (sessenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/b/0/eb02bc3fb74666bf6e50ae1074b67a777954fed5fca317aadaad469ee4a87e31/JCS.1972.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1972</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972.6</unitid>
                <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">06/1972</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/3/4/6344294683d2a7910f088b5ea63f313517979c2076cfd53982818f5cf4d4bca6/JCS.1972.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1972</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972.7</unitid>
                <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">07/1972</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 (quarenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/f/c/ffc22bd417b53595be688c33eea350ed4456141bb6c96ef1840da4e3e70d852a/JCS.1972.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1972</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972.8</unitid>
                <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">08/1972</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/9/8/398c0c67862c9264a488bbb23c3340cf5df6dad4bf8c799ffd128c12efa1b72a/JCS.1972.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1972</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972.9</unitid>
                <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">09/1972</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 (cinquenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/c/2/2c2ab09530c6e6f6d78b8622b060fb648b0d26850a3199f1f753c1170ab5263a/JCS.1972.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1972</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972.10</unitid>
                <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">10/1972</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 56 (cinquenta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/b/4/fb472276ca390faeb9631299e8cd397d2a646f2cbcf74a58d23a45aeb91ca4f8/JCS.1972.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1972</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972.11</unitid>
                <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">11/1972</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 52 (cinqueta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/f/a/2fa71f9e90424afbed4504d2994daf979b53e0b1e433327a2766a6ee764cc04a/JCS.1972.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1972</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1972.12</unitid>
                <unitdate normal="1972/1972" encodinganalog="3.1.3">12/1972</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 (cinquenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/a/3/9a3552439d6e59bcc3037a9533b06a45371000d06cf9015806f0b5f513bc42e9/JCS.1972.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1973</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973</unitid>
              <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">1973</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 (doze) exemplares (itens).    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1973</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.1</unitid>
                <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">01/1973</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 24 (vinte e quatro) folhas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/e/c/8ec9e994651fec999372b38b8de17e1a2f629e739d66f9da4d22485dfdecaaee/JDCI.FAM.1973.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1973</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.2</unitid>
                <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">02/1973</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/b/d/abd1ca55d44cb31da633a7684d4720d8a02bb17537f23ae44563bc9241c97037/JCS.1972.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1973</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.3</unitid>
                <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">03/1973</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/e/3/3e36476804b6f734323918a1a5b966e7720589053671bfe4a8744937c0299b2f/JCS.1973.3pdf.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1973</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.4</unitid>
                <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">04/1973</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 (quarenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/0/8/7086e4933af57a1221a4d90ff8158f89e0f4f20c9c1ed0ed55a506b5d77deb3b/JCS.1973.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1973</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.5</unitid>
                <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">05/1973</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 60 (sessenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/b/9/4b9f95f00cb5d1cbdf9c5ee3dc36c84c32932ae1c63f97fb00d1019b3f9808f1/JCS.1973.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1973</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.6</unitid>
                <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">06/1973</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Biblográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1973.</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.6.1</unitid>
                  <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">1973</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 54 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/a/0/1a057b2e13fec661a42aeaee07ee490614b24a4120bce73a5c5ecba18c211687/JCS.1973.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1973</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.7</unitid>
                <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">07/1973</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 (cinquenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/6/b/26bfe5e90e210bfa029c8af3ceae85717bbefc14387b6cd62074bc28bcdc80ca/JCS.1973.7pdf.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1973</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.8</unitid>
                <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">08/1973</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 (quarenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/e/f/2efcae5f6e69f81c7d60e15531e9c33451c6481dcfc7e5b9c2baea2cdcc119ec/JCS.1973.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1973</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.9</unitid>
                <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">09/1973</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 (quarenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/6/3/063dfc96d92a93350def648e66da5a98efd2b145fb38dc85ac1f24872746332b/JCS.1973.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1973</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.10</unitid>
                <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">10/1973</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 56 (cinquenta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/3/7/c37ff8ad6992acffe0480d7b0c0af646dbd7758a59580ff6566e34f0f75bc7f3/JCS.1973.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1973</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.11</unitid>
                <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">11/1973</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 (quarenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/8/0/7804443e3bfa522c4bf4f6f8cfce3ab65c523d9718c6822ac0a00d4679157387/JCS.1973.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1973</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1973.12</unitid>
                <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">12/1973</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 56 (cinquenta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/9/a/19aac946c9e41b01d6a545df86483bd74a015c176cf8793a7987b09c8d160187/JCS.1973.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1974</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974</unitid>
              <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">1974</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 exemplares.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1974</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.1</unitid>
                <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">01/1974</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/c/5/7c516fef52c6c19d6b42b1e9ac9632b2650e752dd4304b074bb3fed821bdc5c1/JCS.1974.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1974</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.2</unitid>
                <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">02/1974</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 (quarenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/5/f/65f30b8870230974347e9e657fe34ef03a6338b1bc5432b7e5501a39c45dc3bc/JCS.1974.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1974</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.3</unitid>
                <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">03/1974</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/0/1/40167e522497f5f1f28329184325ef9ad72fefbb06167872fdbeadc2d72590c8/JCS.1974.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1974</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.4</unitid>
                <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">04/1974</unitdate>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/d/b/4db63125033cafdbf1cde0bc307847c98e40bf133fd89a8ef26b48dc3155cf65/JCS.1974.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1974</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.5</unitid>
                <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">05/1974</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 48 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1974.5</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.5.1</unitid>
                  <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">1974</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 48 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/5/b/05b59ef6e897ca4352d7de593f2e9a87e15d0f4dfdeb8e8aaa2b614ebd5e67fd/JCS.1974.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1974</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.6</unitid>
                <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">06/1974</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 48 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1974.6</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.6.1</unitid>
                  <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">1974</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 48 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/9/c/79c3b747f63d929481610d4cbef2a3b3bd1fff41982d904c841569232dadbe97/JCS.1974.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1974</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.7</unitid>
                <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">07/1974</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/4/e/f4e4b7edfc51f9486b0ef72b148f1fd639c11663057832ab1aa5659132655306/JCS.1974.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1974</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.8</unitid>
                <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">1974</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 54 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1974.8</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.8.1</unitid>
                  <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">1974</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 54 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/c/9/7c92f0e734d3294a1d92b48ebaa283d33f205916c63c46b379b6c1b4a11258c9/JCS.1974.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1974</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.9</unitid>
                <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">09/1974</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/f/6/1f6593c62d70d26850b9073871601105b7cf8a3207b3bd2f31e01e65e40e8fba/JCS.1974.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1974</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.10</unitid>
                <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">10/1974</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/a/5/da541fbafb6e0d4f7dec351714b9ea5def5b95f02dd5e3e8ecbd34624f1349a0/JCS.1974.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1974</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.11</unitid>
                <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">11/1974</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/8/6/2865bb9d7832301a2a5dd0afea6d963a0785bc47d1ee30e0d5326546c3352245/JCS.1974.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1974</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1974.12</unitid>
                <unitdate normal="1974/1974" encodinganalog="3.1.3">12/1974</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 (quarenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/5/e/05e2769748e38296f3ed01292b753fd5b84b45436c29c3c83ce5436c951c86cf/JCS.1974.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1975</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975</unitid>
              <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">1975</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 (doze) edições.    </physdesc>
              <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/e/2/0e2a8b994489cf3ebd1caee6511a5d518a9674cfec72a535b6b15c01218eb9a0/JCS.1975.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1975</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975.1</unitid>
                <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">01/1975</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/e/2/0e2a8b994489cf3ebd1caee6511a5d518a9674cfec72a535b6b15c01218eb9a0/JCS.1975.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1975</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975.2</unitid>
                <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">02/1975</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 24 (vinte e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/3/9/8394fbc26241e9e5e7911383b0d71e3599fbf46533118f9d3fa2a268a7c9f235/JCS.1975.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1975</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975.3</unitid>
                <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">03/1975</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 (quarenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/f/d/9fd0d48bf7e87f24bcc36aa67628637cc66293444b8f38d941a47704a397fb11/JCS.1975.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1975</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975.4</unitid>
                <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">04/1975</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 (quarenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/e/f/5ef2c7d00aef6c1a2e476c2b4e7ce4ceb0691c3d6288bc568b35b85cc388213c/JCS.1975.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1975</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975.5</unitid>
                <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">05/1975</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 52 (cinquenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/7/0/370a693ad94a970df100a11f32e76c975a65ab3199003548a5978a270fc1fb50/JCS.1975.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1975</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975.6</unitid>
                <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">06/1975</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 46 (quarenta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/9/2/492742887562b744512cce887ebacab60dd8f6987ad7a244bd501e20ce861ea0/JCS.1975.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1975</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975.7</unitid>
                <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">07/1975</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 (quarenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/5/1/851f696f0d0b430e1862be0382b09746f17a7684b9498f0297ff1eee07f0d01b/JCS.1975.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1975</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975.8</unitid>
                <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">08/1975</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/f/6/ef66e5cf570b91346b5b53521424dfa16b3e202ba0aece61248f5c264df4dbc8/JCS.1975.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1975</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975.9</unitid>
                <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">09/1975</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/d/5/9d55070dd1508b6663e844b861d60ae9fc122425a59f341f477278730b98481d/JCS.1975.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1975</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975.10</unitid>
                <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">10/1975</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/e/2/1e2bdf698c421c3df9c3290a9d2bcb951b0331aaeb5bf3c9ea50d0bcf30a3fb4/JCS.1975.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975.11</unitid>
                <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">11/1975</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 (quarenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/1/2/812169cd256400a0157124bcab5993fc4e997064a0cd5df7dab0f7df512ae0ea/JCS.1975.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1975</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1975.12</unitid>
                <unitdate normal="1975/1975" encodinganalog="3.1.3">12/1975</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 (trinta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/1/c/01cdcd8a9a00e3933b5ca7c716e4e1d9e014361f5d2854787f7a3eddc52b7b12/JCS.1975.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1976</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976</unitid>
              <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">1976</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 (doze) páginas.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1976</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976.1</unitid>
                <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">01/1976</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 24 (vinte e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/6/e/76e16d61cbc6828bfeb95306737a8abded1f0844f61c761cc8c97671af78f8df/JCS.1976.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1976</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976.2</unitid>
                <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">02/1976</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 24 (vinte e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/6/8/f6822708b53733d493dac45974cf0e29e6b4a0b2c27d12de8f78bb992942edf1/JCS.1976.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1976</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976.3</unitid>
                <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">03/1976</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 28 (vinte e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/7/7/c77ccc0328e0d70cca191c34661bf88338b364f7a0b6a9d596f6be85cc28abe2/JCS.1976.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1976</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976.4</unitid>
                <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">04/1976</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 (trinta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/c/9/6c9316a39360e17285dc57cf909633c14f741dc8811c1a173d33dbd8ce253428/JCS.1976.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1976</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976.5</unitid>
                <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">05/1976</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 52 (cinquenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/4/d/74d1b9bbf7aa09c4db4746ef36d2d03e9f889543dac90c99012c8fe7b2104d5e/JCS.1976.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1976</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976.6</unitid>
                <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">06/1976</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 40 (quarenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/f/0/df0454883e4ac9c15b6a7ab5b4496ca5105e413033d191c179d91045bdc3daa4/JCS.1976.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1976</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976.7</unitid>
                <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">07/1976</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 56 (cinquenta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/f/e/afea587b0c729daa88d0055703fa15cb1f1438573ec34493f061f122eca23468/JCS.1976.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1976</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976.8</unitid>
                <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">08/1976</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/b/1/fb1fe993d449cb574bb92b2e9fe8c83623d89e3362b50ea37cac334d24c3f911/JCS.1976.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1976</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976.9</unitid>
                <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">09/1976</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 (quarenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/9/0/3904ac251742b244d2effae742b61b931c4d687f73420024c312c1b767f68e40/JCS.1976.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1976</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976.10</unitid>
                <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">10/1976</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 56 (cinquenta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/5/9/859b2300388d19df897b39549d5f855528524ecda953579833b3ea2bb3ca5631/JCS.1976.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1976</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976.11</unitid>
                <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">11/1976</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 40 (quarenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/0/a/20af4bf5bcbf77e0bae185bd7657b05b840af9ff81aa4068cbf2e67744dd08e8/JCS.1976.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1976</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1976.12</unitid>
                <unitdate normal="1976/1976" encodinganalog="3.1.3">12/1976</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 18 (dezoito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/2/a/12a97c4ac72dcd2cddd0bd621a8f9cfb45afe6b51e6be220ce1cf9d45ee17742/JCS.1976.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1977</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977</unitid>
              <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">1977</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 (doze) edições.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.1</unitid>
                <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">01/1977</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 24 (vinte e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/b/e/8be7133b4f3b6cb99f9c3fc2435a118e9d8368d4d827f5ac73c714219b17bb06/JCS.1977.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.2</unitid>
                <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">02/1977</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 6 (seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/4/f/d4f2b4dce9aafe16e9497645748cc900484812cd11aedf51f3d69db99d378408/JCS.1977.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.3</unitid>
                <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">03/1977</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 (cinquenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/4/e/a4e0e15512982ad7aa9a489ad29e5d9c740c7ba2710d6fb5ed54093891f6a3d6/JCS.1977.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.4</unitid>
                <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">04/1977</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 (quarenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/d/b/ddb962b001a0a7b6417a21c20e2fcbe609997b34113845cd29ceb1493eb220fd/JCS.1977.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.5</unitid>
                <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">05/1977</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 (trinta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/f/6/cf6e5b6cadae189f4650972747314a16ee92e6348eb8650fa3de3bdd3f8be1d6/JCS.1977.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.6</unitid>
                <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">06/1977</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 (quarenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/6/5/16571d20a3e1094902b781f26eebcd2bfec3d35c797e2dba1c1c325cd877f707/JCS.1977.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.7</unitid>
                <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">07/1977</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/f/7/bf7e6b4ef0b907f26e6b64c7b48d06668221d54d6a28a15dc588e06df42b9074/JCS.1977.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agoto de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.8</unitid>
                <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">08/1977</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 24 (vinte e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/5/a/45aa6451f8cbd279970e1786e3a80c6358d51fb69c7522139bfe525a4fe043a4/JCS.1977.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.9</unitid>
                <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">09/1977</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 40 (quarenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/1/8/a18e1e6a885f86347d22a2a8d9803bda4e0490a8b4733803fb2401e3b8fbd162/JCS.1977.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.10</unitid>
                <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">10/1977</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/4/a/e4ac16976299287dc2745d39362c5456460325ef8142cf4c149447c2138ea5c9/JCS.1977.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.11</unitid>
                <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">11/1977</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 34 (trinta e quatro) páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1977.11</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.11.1</unitid>
                  <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">1977</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/2/2/122a6d385e61099c67e8811227cb3c7725b2f6054abb6c351e74c4b944480dc6/JCS.1977.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezebembro de 1977</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1977.12</unitid>
                <unitdate normal="1977/1977" encodinganalog="3.1.3">12/1977</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 60 (sessenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/c/e/cce55b2e91e279b16e36c4b5a6918b9ac9355242d79070fa8dc42eba5a80026a/JCS.1977.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - 1978</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978</unitid>
              <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">1978</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, constam 12 (doze) edições.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1978</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978.1</unitid>
                <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">01/1978</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/1/4/b144b247edc3449dfaea2333b1066a8e121e75dc7b01db00fc52d101859615cb/JCS.1978.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1978</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978.2</unitid>
                <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">02/1978</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 8 (oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/4/9/849e0ca1632d23fdfbedbebead89a061c70508fe4f4c841f6be55c07f2c862e3/JCS.1978.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1978</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978.3</unitid>
                <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">03/1978</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/4/1/c4120a6b23c25248d3a44e929e819867711f7bb5af11c09e3ca86889c381dea0/JCS.1978.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1978</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978.4</unitid>
                <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">04/1978</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/e/e/fee6d822644532507308c9cbd6bd456942a9ca52276489945e73abcd7e506438/JCS.1978.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1978</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978.5</unitid>
                <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">05/1978</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/4/f/24f240b9866989d0ba822721137443de9e28ef5a7a3a9d294fc482560c5c9be8/JCS.1978.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1978</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978.6</unitid>
                <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">06/1978</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 (quarenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/3/e/b3e030199aae585adf31a8aa2bf7b5b212bbe83a1bd385c8dbe65e5e9a3b21b5/JCS.1978.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1978</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978.7</unitid>
                <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">07/1978</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 38 (trinta e oito) páginas    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/b/f/4bff6846c849e741b5e55bbf2e28c4c6134f7f3bae5ea6b7082826bef3bfe1ce/JCS.1978.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1978</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978.8</unitid>
                <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">08/1978</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/8/2/782cfe94f9bc0b2e5f0255f0323914c5ab3370f35f658799f6610f7274e9a5a3/JCS.1978.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1978</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978.9</unitid>
                <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">09/1978</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 40 (quarenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/b/2/5b28b056dbf627444c944583d8898f9f89f6dc646f9d28aa5dc977deda9771dd/JCS.1978.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1978</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978.10</unitid>
                <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">10/1978</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/a/4/0a43d7acf3a8541421a4036c15505a9bbc68393a2224ef0bd2e22775cb7b6cfb/JCS.1978.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1978</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978.11</unitid>
                <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">11/1978</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/c/d/6cd10927e3a416ec631bc4382618ae74b625915b4ca6134fb003ebe511b23d8b/JCS.1978.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1978</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1978.12</unitid>
                <unitdate normal="1978/1978" encodinganalog="3.1.3">12/1978</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 60 (sessenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/a/6/1a63b51b31fcdec68b3db27bbcdb3fd913f4a62cb0812885f482c177adda09eb/JCS.1978.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - 1979</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979</unitid>
              <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">1979</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 12 (doze) exemplares.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1979</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.1</unitid>
                <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">01/1979</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 38 (trinta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/0/7/a07bb5476261907bd5a635f2bc091cd97dbe752c1d5b8f7b745e9999ebabfdd0/JCS.1979.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1979</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.2</unitid>
                <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">02/1979</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 10 (dez) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/2/9/a29a2f65280a9dea5b7cbe1634d9206fecf53143014313719138120497f6d979/JCS.1979.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1979</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.3</unitid>
                <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">03/1979</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/2/b/32bd32acaf22200402da83f2c87b902a9ee8258de9d27b984b0af89740393aa9/JCS.1979.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1979</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.4</unitid>
                <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">04/1979</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/9/4/594ed51a737fb058d19b52f3063cb0ce497466d1ebad692227d827a4cb5ad0ff/JCS.1979.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1979</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.5</unitid>
                <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">05/1979</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1979.5</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.5.1</unitid>
                  <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">1979</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/d/f/cdf6ecd2a854b4d56bdeec661fc1675a3e60588e97cb072465f764b4fcc3ea0a/JCS.1979.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1979</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.6</unitid>
                <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">06/1979</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 (quarenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/3/5/c359d72500623bd8d3df3b2d665517387f3a852a96b546439547718f5f46d927/JCS.1979.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1979</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.7</unitid>
                <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">07/1979</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/3/d/03d3a34fe457c637ddf27723282b10fdbbe102ff141634ef58cea78d8cf7bc9b/JCS.1979.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1979</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.8</unitid>
                <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">08/1979</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 40 (quarenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/b/1/eb1287bb17a4a448b703220a407a1cb49b9ead6b41b32478e0d14a8ff37b209f/JCS.1979.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1979</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.9</unitid>
                <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">09/1979</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 (trinta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/1/3/113c8072cfe9ed1e326232f54ef77e7383450bdd341c9871efaf368d10affdcc/JCS.1979.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1979</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.10</unitid>
                <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">10/1979</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 52 (cinquenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/5/d/95da4dbe3f57910e8fc5f4628a62bba41a10be4f24d04a7e4c31ab051829668a/JCS.1979.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1979</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.11</unitid>
                <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">11/1979</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 48 (quarenta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/a/7/8a7ce68b4c00d7c4f2c863d67bb122b3e69489432d3f9d1622d4a73a2bb5cd06/JCS.1979.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1979</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1979.12</unitid>
                <unitdate normal="1979/1979" encodinganalog="3.1.3">12/1979</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/0/d/10d0c8d0af2ac6e9acecf71043351ed531337b14a61841077651e247ce347668/JCS.1979.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - 1981</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981</unitid>
              <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">1981</unitdate>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1981</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981.1</unitid>
                <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">01/1981</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 38 (trinta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/5/0/7504960561d39c32bf8a44b5a255778cca892bcd0c6fb6dda93fffd1161e0ae5/JCS.1981.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1981</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981.2</unitid>
                <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">02/1981</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 (quarenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/2/8/028583fa28b4fc259a3776d02b356a30ad1196d266c27f658bedcc045a675ebb/JCS.1981.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1981</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981.3</unitid>
                <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">03/1981</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 (quarenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/7/d/c7d3b61750788b04151afa1f727602abd22a9f4ff97fe093345de45fd4fee1fb/JCS.1981.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1981</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981.4</unitid>
                <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">04/1981</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 46 (quarenta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/b/c/3bcf0787e67c432cc74ba50a6361bf961f17dfaf5761a5c37e0131ea776d4049/JCS.1981.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1981</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981.5</unitid>
                <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">05/1981</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 52 (cinquenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/1/a/61a0c3c3122b003c0d357f2f6ad562a4dbcba098a1be2d086eb22fe8449396ab/JCS.1981.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1981</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981.6</unitid>
                <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">06/1981</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 (cinquenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/6/6/b66d9541dbc4ddf51aefca06f334407f529487defb98d0d9e226815bbdcb815e/JCS.1981.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1981</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981.7</unitid>
                <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">07/1981</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 54 (cinquenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/2/1/c21bd97f8becc2acd506342bd7ea3f7b3edf67a753371b99369af0f26aa2d39e/JCS.1981.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1981</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981.8</unitid>
                <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">08/1981</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 40 (quarenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/8/1/f8123f380a6307141d150f469fe0e618166bcf849c91b201cbc24775f4474b7c/JCS.1981.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1981</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981.9</unitid>
                <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">09/1981</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 (trinta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/5/5/a55bb3935b2cfd5a54433a1994ac9844047056b9ad1c39c5abc9b58d862cf9b0/JCS.1981.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1981</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981.10</unitid>
                <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">10/1981</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 50 (cinquenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/6/b/d6bc6e6ee22b727e59822d709af9c5142fe7a40d8ab94d02ed50ea34b3687d4a/JCS.1981.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1981</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981.11</unitid>
                <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">11/1981</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 40 (quarenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/d/7/9d72f341c7c534ccc30a09e2ff399a2f30c63472668c0f2044fa6feeff9f68f6/JCS.1981.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1981</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1981.12</unitid>
                <unitdate normal="1981/1981" encodinganalog="3.1.3">12/1981</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico (quarenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/8/e/88e0b5c6a6d7e3754ac902b5f976dcc3b3015d8b4ba5d0af2d492d591ad53148/JCS.1981.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - 1982</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982</unitid>
              <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">1982</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico; 12 exemplares.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1982</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982.1</unitid>
                <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">01/1982</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 (quarenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/0/f/a0f03fd5c929d51fdcdd3811f0f840bacbf0373a5f412d541b030c5dc6d7559f/JCS.1982.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1982</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982.2</unitid>
                <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">02/1982</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 (trinta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/8/e/68e8eb907199e52cca0f0449c718a70db73745bdb37ee57d7c5cc48b0634deec/JCS.1982.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1982</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982.3</unitid>
                <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">03/1982</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bilbiográfico, 34 (trinta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/c/7/8c752a3aae0d3170879bff0e788e5c1d24a13405734771b0cc33e80ac4c511d6/JCS.1982.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1982</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982.4</unitid>
                <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">04/1982</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 42 (quarenta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/9/a/69a475264e23bcdb71689cddc661ec12a72805392e04f083e1f0a2641aa04e70/JCS.1982.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1982</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982.5</unitid>
                <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">05/1982</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 38 (trinta e oito) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/6/0/56082960b5a26ac770d0e57fc6ef4ec61797bcbd4386fd23b4850064cf25a837/JCS.1982.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1982</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982.6</unitid>
                <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">06/1982</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 36 (trinta e seis) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/f/3/6f3e4e34c3f3f58350877865033120d4b3ed070ff7a63e25e734f6d258421328/JCS.1982.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1982</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982.7</unitid>
                <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">07/1982</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 40 (quarenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/f/0/8f0521f2ffd5f1ea1b6f289c78b39c6dfe3f3090f89c34796bb1667072ee7ae7/JCS.1982.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1982</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982.8</unitid>
                <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">08/1982</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 34 (trinta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/f/5/6f5dbe7cab6d26fe1bb9ddfda0a99d47788f0d1319ead27ed0112ed9c94619d0/JCS.1982.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1982</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982.9</unitid>
                <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">09/1982</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/1/b/41bc7da2fd2effb582e5dc69ce53d583471f4de456d465d411104805e3d9a278/JCS.1982.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1982</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982.10</unitid>
                <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">10/1982</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 40 (quarenta) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/5/2/c525635c5245b3b2967b2d2a1bd02ec4a9616c52176af025eca4f3d598039d92/JCS.1982.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1982</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982.11</unitid>
                <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">11/1982</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/b/a/4bad8d289fb5d06771478305fbd9e2bd2e13cbe66a9b77853fa6efe616cd791e/JCS.1982.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1982</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1982.12</unitid>
                <unitdate normal="1982/1982" encodinganalog="3.1.3">12/1982</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 44 (quarenta e quatro) páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/3/d/43da2f7b729ee19340aa6fffc2272c9a00deb38dff86127268548034d3a12ee8/JCS.1982.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul - 1983</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983</unitid>
              <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">1983</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo publicações de Janeiro a Dezembro de 1983.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Janeiro de 1983</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.1</unitid>
                <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">01/1983</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1983.1</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.1.1</unitid>
                  <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">01/1983</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/4/c/54cad4476d9e27b749cd06850892ceae7889db900cb62a45081fe81d264963c2/JCS.1983.1-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Fevereiro de 1983</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.2</unitid>
                <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">02/1983</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 (trinta) páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1983.2</unittitle>
                  <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">04/02/1983</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/5/1/8519f206834032e36008a614fab93d509f2e4d4a6b08258f0941f36e9c8782d9/JCS.1983.2-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Março de 1983</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.3</unitid>
                <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">03/1983</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 (trinta e duas) páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1983.3</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.3.1</unitid>
                  <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">03/1983</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/7/b/b7bac7259b71c4542b17e79a3b7be0fcff3d65de11916aaab30b458afe4b580e/JCS.1983.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Abril de 1983</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.4</unitid>
                <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">04/1983</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1983.4</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.4.1</unitid>
                  <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">04/1983</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/2/7/127d6b9f5c67b750ead0e1c43868609a48539b76f9a864c883f3b4783567ce89/JCS.1983.4-ocr-compressed.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Maio de 1983</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.5</unitid>
                <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">05/1983</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1983.5</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.5.1</unitid>
                  <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">05/1983</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/b/5/8b5318e06fe51843862bae22817b5352a85a9d5cc070d5f906214c4c8ae76fdc/JCS.1983.5-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Junho de 1983</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.6</unitid>
                <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">06/1983</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1983.6</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.6.1</unitid>
                  <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">06/1983</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/1/9/c19edf4765687f900bd57893fbcaa65821decb71082e63dd7a42bce83c39d3f3/JCS.1983.6-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Julho de 1983</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.7</unitid>
                <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">07/1983</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1983.7</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.7.1</unitid>
                  <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">07/1983</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/1/f/a1fceb241a87498b1de42a34b43dbb08d03f04af1e34114b420361329b347e6b/JCS.1983.7-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Agosto de 1983</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.8</unitid>
                <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">08/1983</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1983.8</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.8.1</unitid>
                  <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">08/1983</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/4/c/94c1e3afae8f8dae6fb816d5cc23c373b12cc41b1e0d1d3edb217a1d04c41f04/JCS.1983.8-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Setembro de 1983</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.9</unitid>
                <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">09/1983</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1983.9</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.9.1</unitid>
                  <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">09/1983</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/d/f/7dfcdd104222eebc2f38b21a4ecf2923b0a46602eb98996c260dd68620d5705f/JCS.1983.9-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Outubro de 1983</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.10</unitid>
                <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">10/1983</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1983.10</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.10.1</unitid>
                  <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">10/1983</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/f/a/3fa0b2683e68985229b2e0f893ac1f3a29370077cca94c4d355a92d7f2da705a/JCS.1983.10-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Novembro de 1983</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.11</unitid>
                <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">11/1983</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 38 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1983.11</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.11.1</unitid>
                  <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">11/1983</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 38 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/f/8/6f82f9ede231ad41c5b15460c844b203c89c94da4fdb0f31830994435536a506/JCS.1983.11-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornais Correio do Sul - Dezembro de 1983</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.12</unitid>
                <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">12/1983</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 38 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1983.12</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1983.12.1</unitid>
                  <unitdate normal="1983/1983" encodinganalog="3.1.3">12/1983</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 38 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/5/5/555e4e6b73f9be89d597d93a26a3d87a64cd9c313632287fccf1940dc402b218/JCS.1983.12-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984</unitid>
              <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">1984</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 11 meses.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Janeiro de 1984</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.1</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">02/1984</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1984.1</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.1.1</unitid>
                  <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">02/1984</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/b/8/cb888e5ae9095ee43e35f139bf78de20c6cfd2a0d3087931ec0750ba05b9317b/JCS.1984.1__1_-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fevereiro de 1984</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.2</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">02/1984</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 22 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1984.2</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.2.1</unitid>
                  <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">03-02-1984</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 22 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/8/c/48cad8d3ed61e726ef9e596b1c774d6c3c8e40ad348e4c6bc4f8b562eb3871e6/JCS.1984.2__1_-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Março de 1984</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.3</unitid>
                <unitdate datechar="creation" encodinganalog="3.1.3">1984</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 38 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1984.3</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.3.1</unitid>
                  <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">03/1984</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 38 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/e/1/be147d77b4a53ef94d72b3044746ac3f8fc384f85faf95bd8fd2a4f4a1ea36d5/JCS.1984.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Abril de 1984</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.4</unitid>
                <unitdate datechar="creation" encodinganalog="3.1.3">1984</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1984.4</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.4.1</unitid>
                  <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">05/1984</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/b/7/cb78d5d345f651c952ec9be119f653a19a96975b0a427394a4920183de1a65e8/JCS.1984.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maio de 1984</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.5</unitid>
                <unitdate datechar="creation" encodinganalog="3.1.3">1984</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1984.5</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.5.1</unitid>
                  <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">05/1984</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/1/5/a15e4b2c60d4f6d1b071e098846e216bcc599ea10396762b17a94a2d487ef34c/JCS.1984.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Junho de 1984</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.6</unitid>
                <unitdate datechar="creation" encodinganalog="3.1.3">1984</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1984.6</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.6.1</unitid>
                  <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">05/1984</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/a/8/ba82961e9bd88bbdb2e3679a48418ab057b2b4e3525bdb48633177ff38cbd9e4/JCS.1984.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Julho de 1984</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.7</unitid>
                <unitdate datechar="creation" encodinganalog="3.1.3">1984</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1984.7</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.7.1</unitid>
                  <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">07/1984</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/d/6/3d6943ac5eae48d85a53cbaeffd01352c2ee3b3e59ae8c7ff9cf2cd9e3003cba/JCS.1984.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Agosto de 1984</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.8</unitid>
                <unitdate datechar="creation" encodinganalog="3.1.3">1984</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1984.8</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.8.1</unitid>
                  <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">08/1984</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/4/7/947515d8dd6ae8a124325f3dc08a4d8670c53286b380e406168896010e378695/JCS.1984.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Setembro de 1984</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.9</unitid>
                <unitdate datechar="creation" encodinganalog="3.1.3">1984</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1984.9</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.9.1</unitid>
                  <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">09/1984</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/c/8/8c8e88226417f4867905601e02bd4080797997e1cfc0134d92a53cf35b1bbc2e/JCS.1984.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Outubro de 1984</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.10</unitid>
                <unitdate datechar="creation" encodinganalog="3.1.3">1984</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1984.10</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.10.1</unitid>
                  <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">10/1984</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/5/6/a569bde280730ca7db6cfc78c91b1c99104cc933a78c60b7fd687454ec2e7122/JCS.1984.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Novembro de 1984</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.11</unitid>
                <unitdate datechar="creation" encodinganalog="3.1.3">1984</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1984.11</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1984.11.1</unitid>
                  <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">10/1984</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/c/a/0cab3b3405b429c078121edee13a228e4a066baf8fabce6f41998fdbc7f2c6a6/JCS.1984.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986</unitid>
              <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 12 exemplares.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Janeiro de 1986</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.1</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 26 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1986.1</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.1.1</unitid>
                  <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 26 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/1/b/51bd273e80db72fd545977207c14465bbe1aaf9778a6e9b94afd2563ea69c783/JCS.1986.1-.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fevereiro de 1986</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.2</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 24 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1986.2</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.2.1</unitid>
                  <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 24 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/3/d/63d3e3f6dd80ab2d11ada587996e09e61225b363283fcc961a1c078408d7202b/JCS.1986.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Março de 1986</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.3</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1986.3</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.3.1</unitid>
                  <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/6/0/1602ef14b92795de90116080a9e417e8a26423729b857bef492363261f6b1375/JCS.1986.3-.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Abril de 1986</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.4</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1986.4</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.4.1</unitid>
                  <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/1/0/c109c869606d1d3c151452faa8fbe6ab02f60c6778af542b26b65e263b7245bd/JCS.1986.4__1_-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maio de 1986</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.5</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1986.5</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.5.1</unitid>
                  <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/0/4/a04bb8211c216baafe9dfced4f431551b4a7e686e2d8fd864cd0b75fc4dff7cd/JCS.1986.5__1_-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Junho de 1986</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.6</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1986.5</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.6.1</unitid>
                  <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/0/4/a04bb8211c216baafe9dfced4f431551b4a7e686e2d8fd864cd0b75fc4dff7cd/JCS.1986.5__1_-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Julho de 1986</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.7</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1986.7</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.7.1</unitid>
                  <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/3/4/a3425fe4918e4a855b9908bca14bf63488b34c5ba93a7ffc2ae26729b6ef3a43/JCS.1986.7__1_-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Agosto de 1986</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.8</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1986.8</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.8.1</unitid>
                  <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/f/e/2fea95659435badec85e55d00416ce2a3dc4f57fb2b9bbd84e1f0a7f020de35b/JCS.1986.8.ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Setembro de 1986</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.9</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1986.9</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.9.1</unitid>
                  <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/b/c/2bceab0f91aace9a7ef67ac9f4e2f23f64c7ef6a344bafe783e046765f8ead15/JCS.1986.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Outubro de 1986</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.10</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1986.10</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.10.1</unitid>
                  <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/9/2/59248239916ec3b2f117500905203a83ebb3c7bb301bfc057dfb5b647d96f574/JCS.1986.10..pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Novembro de 1986</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.11</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1986.11</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.11.1</unitid>
                  <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/a/c/8ac3db9628a92bf727c1edf17ab26ddccff5277f1d7e434dc223787c569d6b1a/JCS.1986.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dezembro de 1986</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.12</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 30 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1986.12</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1986.12.1</unitid>
                  <unitdate normal="1986/1986" encodinganalog="3.1.3">1986</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 30.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/b/5/fb5bb12bb59b7aaa3cc28bc0818f8dca845f005431a10de363166c6e8d5f5d45/JCS.1986.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1987</unitid>
              <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">1987</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, publicações de Janeiro, Março, Abril, Julho e Agosto.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Janeiro de 1987</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1987.1</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">1987</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 08 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1987.1</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1987.1.1</unitid>
                  <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">30/01/1987</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 08 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/0/0/c006fe4637395e8ba2d2eaa83651d6cd41c506dd10b2192f0628ca5bd17273c4/JCS.1987.1-.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Março de 1987</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1987.2</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">1987</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 08 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1987.3</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1987.2.1</unitid>
                  <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">27/03/1987</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 08 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/7/4/e742176e46bbd53f7d09b513a9ab930f05553691fe1069c97da92ce409a918dd/JCS.1987.3-.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Abril de 1987</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1987.3</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1987-10-04" encodinganalog="3.1.3">1987</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 08 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1987.4</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1987.3.1</unitid>
                  <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">10/04/1987</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 08 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/1/4/41434d6288d5a22fbeebd0bb9aee3891a35d5380bed6ea455aeb67ba6a0ece43/JCS.1987.4-.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Julho de 1987</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1987.4</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">1987</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 08 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1987.7</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1987.4.1</unitid>
                  <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">03/07/1987</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 08 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/c/4/0c4d797418b04c889d490198fcadbcaad09361d862e0a8bc95dc750e0923c7a5/JCS.1987.7-.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Agosto de 1987</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1987.1987</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">1987</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 08 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1987.8</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1987.1987.1</unitid>
                  <unitdate normal="1987/1987" encodinganalog="3.1.3">07/08/1987</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 08 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/e/c/fecdf74c7e6cd8ff39f4761420181afa6687f2c2001dae220e5a0d79c64e20ea/JCS.1987.8-.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988</unitid>
              <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 12 meses de publicações.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Janeiro de 1988</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.1</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 24 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1988.1</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.1.1</unitid>
                  <unitdate encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 24 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/7/a/b7a40f186316b95acb550534e5178ab286459b603b135187c9114de872605b9e/JCS.1988.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fevereiro de 1988</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.2</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 18 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1988.2</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.2.1</unitid>
                  <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 18 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/3/1/a313d4e83009f6906656931a31de71c7a0d86611ccc8b44e40578079945abeb7/JCS.1988.2-ocr.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Março de 1988</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.3</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 38 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1988.3</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.3.1</unitid>
                  <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 38 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/f/a/9fa219fa200dd78267eef3897db9e5dfb3a8e53427ae851b374600a9250a1315/JCS.1988.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Abril de 1988</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.4</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 44 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1988.4</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.4.1</unitid>
                  <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 44 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/8/7/68752f8bf6311a5d1a27d8685799a8cc8ad8adf70d4db1d0501166624f6c2d85/JCS.1988.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maio de 1988</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.5</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1988.5</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.5.1</unitid>
                  <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/8/2/682d8e33332464dcd17b0f054c101dd3b449543a09582a0f0aadebcd5fd794c9/JCS.1988.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Junho de 1988</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.6</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1988.6</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.6.1</unitid>
                  <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/5/2/952c671aa40067fdfb9e5a42e4ac2697d76b79c62632625e20998c603c7567a3/JCS.1988.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Julho de 1988</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.7</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1988.7</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.7.1</unitid>
                  <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/4/9/849fcd135027b44113731a7ec01cdf41c457acb735f8895e82b269e5081ddda2/JCS.1988.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Agosto de 1988</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.8</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1988.8</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.8.1</unitid>
                  <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/d/2/5d21edc4f34c9a42ba049776c71d860794f1a4fce86c684ff560f6d6329fc2fb/JCS.1988.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Setembro de 1988</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.9</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo  40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1988.9</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.9.1</unitid>
                  <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/3/c/63c8f07f8316e0b02faf4efec3eb49a34c58c6baa304dcf67ddba678ee8c1f18/JCS.1988.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Outubro de 1988</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.10</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1988.10</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.10.1</unitid>
                  <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/9/7/d979648652f6783213bf92bda80d51eee612766cef26dcb6b42eb654944f6ac4/JCS.1988.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Novembro de 1988</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.11</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1988.11</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.11.1</unitid>
                  <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/8/4/3849338405d3b13616e53ba97c1fb8dd3d75288780952bb4200d3fc7bd82c7f1/JCS.1988.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dezembro de 1988</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.12</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1988.12</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1988.12.1</unitid>
                  <unitdate normal="1988/1988" encodinganalog="3.1.3">1988</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/a/3/ca31bf89ce7ba763319a2a6c8972d1d0a88af9a9dd497e42df73c227c178d823/JCS.1988.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989</unitid>
              <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo publicações de janeiro a dezembro.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Janeiro de 1989</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.1</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.1</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.1.1</unitid>
                  <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/b/d/fbdf4ec0114c6a2165ad76916d9c8917f48003e11e019cdd38b70dc056a3d696/JCS.1989.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fevereiro de 1989</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.2</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.2</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.2.1</unitid>
                  <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/3/8/c38aae45c1ab96584a70b477e1d0844f3f9a6d7bebb179748c377d63b17ba9db/JCS.1989.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Março de 1989</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.3</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 44 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.3</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.3.1</unitid>
                  <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 44 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/6/9/d695df147e32c56c72cb1a06a43f4619b95ded8d999dfcd56df77ea4ab5bbfd5/JCS.1989.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Abril de 1989</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.4</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.4.</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.4.1</unitid>
                  <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/d/4/5d4ef83f9daa603a22f7f335161eccedb705f4c5243726f2068b0f06df6f0d26/JCS.1989.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
                <c otherlevel="" level="otherlevel">
                  <did>
                    <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.4</unittitle>
                    <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/d/4/5d4ef83f9daa603a22f7f335161eccedb705f4c5243726f2068b0f06df6f0d26/JCS.1989.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                  </did>
                  <odd type="publicationStatus">
                    <p>Publicado</p>
                  </odd>
                </c>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maio de 1989</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.5</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.5</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.5.1</unitid>
                  <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/9/e/69e79392238a0974a70bc7bce3d664a031615de73793e8b3d9a7f58f3a031be4/JCS.1989.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Junho de 1989</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.6</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.6</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.6.1</unitid>
                  <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/4/1/74127e40609a00fb988ed5445420433ff891a0ef1cee5fbb09cc388c8c526791/JCS.1989.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Julho de 1989</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.7</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.7</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.7.1</unitid>
                  <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/0/8/c080d57070b42d26612a5bcdb431c63912042efc691ee92de73425d6c44b0ce2/JCS.1989.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Agosto de 1989</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.8</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.8</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.8.1</unitid>
                  <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/f/d/3fd6d69b8ac6109c58877880dcb107448ba41345f280b597cfc285fcd7964f63/JCS.1989.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Setembro de 1989</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.9</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 44 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.9</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.9.1</unitid>
                  <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 44 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/a/5/3a5235c9a42c5def90d539f26f0cd904e93fee2e2d1e5f1e2a22839acd681606/JCS.1989.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Outubro de 1989</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.10</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.10</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.10.1</unitid>
                  <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/2/4/324e1b00394169f05edf254ecd7e26f0f3dad7a85864c2c93c2756beac88390d/JCS.1989.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Novembro de 1989</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.11</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.11</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.11.1</unitid>
                  <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/6/0/c606c1c1ba86b762b1cc43bd7f8f38e0a5a0008bf14aa1ae249b1b597b6d7a01/JCS.1989.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dezembro de 1989</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.12</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1989.12</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1989.12.1</unitid>
                  <unitdate normal="1989/1989" encodinganalog="3.1.3">1989</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/f/6/af6fa4f70b019febe904496c38403804aee671b13c9ffc2d563b0ad3d4eb3e26/JCS.1989.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990</unitid>
              <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo publicações de janeiro a dezembro.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Janeiro de 1990</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.1</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1990.1</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.1.1</unitid>
                  <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/7/7/9773dca3e413aa10d93c1b2475e8b3ef82425e2260a0114e732262c9499c2679/JCS.1990.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fevereiro de 1990</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.2</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1990.2</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.2.1</unitid>
                  <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/b/f/9bfe5cafd241670d87ac452365aab5ca9b894a7a9ca92192cdadfe7b37d00962/JCS.1990.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Março de 1990</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.3</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1990.3</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.3.1</unitid>
                  <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/7/1/771cf44265e5aaf62d838d966368f00e56b34e303993ef79399a2a116b598cae/JCS.1990.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Abril de 1990</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.4</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1990.4</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.4.1</unitid>
                  <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/1/2/e12e09e31cdc782c015e8fb42ca96814fc0544fd6844f4651a723b1f520783c4/JCS.1990.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maio de 1990</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.5</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1990.5</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.5.1</unitid>
                  <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/4/a/84a47dd9128a06cffeb55f0f0b2baac1d6e13460d845ce9ede4414493ad4f30b/JCS.1990.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Junho de 1990</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.6</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1990.6</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.6.1</unitid>
                  <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/d/d/cddf3558d81208f0c72c9aad8c41f8a682565dba37da930817bb464eceba6f39/JCS.1990.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Julho de 1990</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.7</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1990.7</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.7.1</unitid>
                  <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/6/f/46fc68d83043ff0d237ec566345499b31ef6c35396dd236c3696cd5405025732/JCS.1990.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Agosto de 1990</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.8</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 48 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1990.8</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.8.1</unitid>
                  <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 48 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/a/b/eab58a246d0d33d62fb6a3ef9c3f655177303e45537f6168e930fc3a1a2a29ad/JCS.1990.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Setembro de 1990</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.9</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1990.9</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.9.1</unitid>
                  <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/1/8/8180098a344bdd89d39ddce5568df9997edb11a19f799f7cbe35b9e9616a6f29/JCS.1990.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Outubro de 1990</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.10</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1990.10</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.10.1</unitid>
                  <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/3/3/03357697c485e9fa6d5d500019364c49028bdb45e74b132e3755b95ab4e387ee/JCS.1990.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Novembro de 1990</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.11</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 42 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1990.11</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.11.1</unitid>
                  <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 42 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/0/4/a0488db6472a521186b3335617f324bc26d4a281a396ba22ddaab734930c73ec/JCS.1990.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dezembro de 1990</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.12</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1990.12</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1990.12.1</unitid>
                  <unitdate normal="1990/1990" encodinganalog="3.1.3">1990</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/a/5/fa57aaa51d38209cf4445ef682c465c385e793a56fc5b8c0499c4497f38beeaa/JCS.1990.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991</unitid>
              <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo publicações entre janeiro e dezembro.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Janeiro de 1991</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.1</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 20 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1991.1</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.1.1</unitid>
                  <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 20 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/e/c/decccccad97f770e32a3576cae837ad7068e00520895a1bbcc979a2399aa2662/JCS.1991.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fevereiro de 1991</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.2</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 08 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1991.2</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.2.1</unitid>
                  <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 08 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/6/3/a635c657326c17f79c03500803efc05412acb3d6f0a114ae5453f040103430df/JCS.1991.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Março de 1991</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.3</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 44 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1991.3</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.3.1</unitid>
                  <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 44 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/7/f/77faed33b075f3015137706327d3a31d29f5b2565a9a6cd688af18d877c7bf80/JCS.1991.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Abril de 1991</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.4</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1991.4</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.4.1</unitid>
                  <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/7/3/e73063de87b305c4b802ec79ffe2903e290b281f9652bbe890cb604b69d87a34/JCS.1991.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maio de 1991</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.5</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1991.5</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.5.1</unitid>
                  <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliografia, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/8/6/e861650676c693d0f97159c8e76e5dc750d1d7169dc5d3682becf7161f7327e5/JCS.1991.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Junho de 1991</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.6</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1991.6</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.6.1</unitid>
                  <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/7/3/c73ed3d588f8e6781a6f16577d0c67f986c0f1aa049565d62c6da87d97ffa06d/JCS.1991.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Julho de 1991</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.7</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1991.7</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.7.1</unitid>
                  <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/b/f/fbf7aa0df00111d0cbb3e978b16ff637682d3d721bf14ab6240e5614d31d7175/JCS.1991.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Agosto de 1991</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.8</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1991.8</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.8.1</unitid>
                  <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/4/1/d41f2273a971a99ea9e8798abd8efbc909a7b8c7dcc366e0d9c501e20849083d/JCS.1991.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Setembro de 1991</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.9</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1991.9</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.9.1</unitid>
                  <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/7/a/2/7a234d404ad61182fb509f2236c9472ec8231de0031a30520eb768c708e543c3/JCS.1991.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Outubro de 1991</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.10</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1991.10</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.10.1</unitid>
                  <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/c/5/fc5d19203ac7a15e462ec5a9ee5c4ed671360d6ac9d4519eda57a965a91d22f8/JCS.1991.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Novembro de 1991</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.11</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1991.11</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.11.1</unitid>
                  <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/a/8/fa800eb0fb1d62dae2d91be3189920ea6326f0c3fb22a9335a33620702824d45/JCS.1991.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dezembro de 1991</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.12</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 38 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1991.12</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1991.12.1</unitid>
                  <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 38 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/c/5/ec5a24f5cfcb3d3a2a1e1e434fc56dcbde93d7ff5c0c29b535e4e8961b4de5a5/JCS.1991.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993</unitid>
              <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo publicações de janeiro a dezembro.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Janeiro de 1993</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.1</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1993.1</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.1.1</unitid>
                  <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/a/5/9a5ffc83db95ea552c90835052f98badb86e234e0b6b0ec9db7897ac678a2849/JCS.1993.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fevereiro de 1993</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.2</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1993.2</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.2.1</unitid>
                  <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/3/d/93d47562282a3456f2e08f06204487871c991c8aef39a793c2158a302a4bf987/JCS.1993.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Março de 1993</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.3</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 34 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1993.3</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.3.1</unitid>
                  <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 34 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/6/d/f6d6f794ad75db8f56cb592bf8e620a851ffb6f5397ac117ae3be1693a71567f/JCS.1993.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Abril de 1993</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.4</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1993.4</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.4.1</unitid>
                  <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/8/8/f88e3a7216cf4b67d678e8bcd5abd5726521f2acf9a33f906301d86fc7ab70ed/JCS.1993.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maio de 1993</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.5</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1993.5</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.5.1</unitid>
                  <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/2/4/5/245c4610e25c9d7a92b945b8d21ef154fdda04b1dc98f0c00ca9a93e959b54fd/JCS.1993.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Junho de 1993</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.6</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1993.6</unittitle>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/c/0/cc06cf566ab82abe063f98e8e6c170fde94cf1d2f6a0369e88a7f0c963ab35e5/JCS.1993.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Julho de 1993</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.7</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1993.7</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.7.1</unitid>
                  <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/d/d/5ddc7ed963fb9b063ca2190224677c49ff1d6bc4dd33bedcd1b8172d83cecf78/JCS.1993.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Agosto de 1993</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.8</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1993.8</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.8.1</unitid>
                  <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 36 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/5/c/95ce2eb7f5bea2d1037e5a6fa8e8ea7884aca54b6fbec223ee28abd35078b919/JCS.1993.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Setembro de 1993</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.9</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1993.29</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.9.1</unitid>
                  <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/9/9/999cfc0f7b4daa518a1015496e16f62af26132392142154a17ea0141cb477b87/JCS.1993.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Outubro de 1993</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.10</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfica, 44 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1993.10</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.10.1</unitid>
                  <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 44 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/f/3/9/f394e8839a631b2a437d85a7b9cdb9fb8929e384c3c833c9b0b0be43c4fd710f/JCS.1993.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Novembro de 1993</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.11</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1993.11</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.11.1</unitid>
                  <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/d/4/ad43611896faa9f76fe2d509be6190492dce3a2085e6c1179ab25889bbbd9847/JCS.1993.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dezembro de 1993</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.12</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1993.12</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1993.12.1</unitid>
                  <unitdate normal="1993/1993" encodinganalog="3.1.3">1993</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfica, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/f/2/4f2d9ade8f4eb9d9c4a4571b9f727b3c18a5006b73f63c6f3a65288ae1fbecf0/JCS.1993.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal Correio do Sul</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994</unitid>
              <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo publicações de janeiro a dezembro.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Janeiro de 1994</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.1</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 18 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1994.1</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.1.1</unitid>
                  <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 18 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/5/a/15af8361e7f9d3d385b649e414b059f47e473f3ab4511918e5ff4eb73226fab9/JCS.1994.1.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fevereiro de 1994</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.2</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 18 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1994.2</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.2.1</unitid>
                  <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 18 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/2/1/12110668b1e557c40828342c846649f617cabddfe64c4e3d1f875992bbf8296c/JCS.1994.2.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Março de 1994</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.3</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 26 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1994.3</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.3.1</unitid>
                  <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 24 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/c/8/ac8f114309beeb780c8a9e5a96f96e7f2f028856059b8590754781bcfa3ea70c/JCS.1994.3.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Abril de 1994</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.4</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 37 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1994.4</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.4.1</unitid>
                  <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/5/4/9549419483ca668aba258b6dd8f83682afe9d2f7722cc2954b2bef7dd9dfa6bb/JCS.1994.4.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Maio de 1994</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.5</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1994.5</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.5.1</unitid>
                  <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/6/c/d6c3738d7c699a7936460b03c48e07c14342bdec512eca08e7aaab962ddeed4a/JCS.1994.5.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Junho de 1994</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.6</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1994.6</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.6.6</unitid>
                  <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 33 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/1/c/31c764c2c42c2b37a6121d48c179a92a39852e49206cfa96c5c94fc5e5a164ea/JCS.1994.6.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Julho de 1994</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.7</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1994.7</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.7.1</unitid>
                  <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/f/a/cfaa192b85130ffa5d26ef30bb04ca22a7c8216f046fdbdf30929d429e3987c8/JCS.1994.7.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Agosto de 1994</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.8</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1994.8</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.8.1</unitid>
                  <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/7/c/67c1211e17a4e9faafc3fc44c0d9a125ee7c3754c5dc6bb1351ce0c998f1e78b/JCS.1994.8.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Setembro de 1994</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.9</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1994.09</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.9.1</unitid>
                  <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 40 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/a/3/ea3d21df65098cd6b4c069b23cda54712e699c31af18f25dc7a0bd1aa34c964c/JCS.1994.9.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Outubro de 1994</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.10</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1994.10</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.10.1</unitid>
                  <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/0/4/50413d8af6e2fae53300c9b7a8a58e8e3e3d6c920fd994987e0eee38aca7b05f/JCS.1994.10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Novembro de 1994</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.11</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1994.11</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.11.1</unitid>
                  <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 32 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/1/c/41cfbdb124abd9a90bd32cd772c1012613592cde9b4b9dbf685a89b81e096727/JCS.1994.11.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
            <c otherlevel="" level="otherlevel">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dezembro de 1994</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.12</unitid>
                <unitdate datechar="creation" normal="1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo  42 páginas.    </physdesc>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
              <c otherlevel="" level="otherlevel">
                <did>
                  <unittitle encodinganalog="3.1.2">JCS.1994.12</unittitle>
                  <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JCS.1994.12.1</unitid>
                  <unitdate normal="1994/1994" encodinganalog="3.1.3">1994</unitdate>
                  <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 42 páginas.    </physdesc>
                  <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/9/8/8/98804ff1fc65c4acc48e3dd8a8b75977b9c9c8db5fafc9741e16c40e39f2c28f/JCS.1994.12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
                </did>
                <odd type="publicationStatus">
                  <p>Publicado</p>
                </odd>
              </c>
            </c>
          </c>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT</unitid>
            <unitdate normal="1953/1955" encodinganalog="3.1.3">1953 - 1955</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo os anos de 1953 (agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro), 1954 (janeiro a dezembro) e 1955 (abril, maio e junho), totalizando 272 páginas.    </physdesc>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_284275_actor">O Continente</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-bf789b9de353d19c6bb4dc698f787cc2" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Coleção de jornais entregue pelo Instituto Histórico e Geográfico de Vila Velha, após doação realizada pelos familiares dos fundadores do periódico. O material reúne informações importantes para pesquisas sobre a década de 1950, incluindo a atuação e a morte de Getúlio Vargas, os principais embates políticos da época, ocorrências cotidianas do município e textos literários de autores locais.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <controlaccess>
            <corpname role="Produtor" id="atom_284275_actor">O Continente </corpname>
            <subject>Imprensa</subject>
            <geogname>Vila Velha</geogname>
          </controlaccess>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal O Continente - 1953</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1</unitid>
              <unitdate normal="1953/1953" encodinganalog="3.1.3">07/1953 - 12/1953</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 88 páginas. Contém os meses de agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Agosto</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.1</unitid>
                <unitdate normal="1953/1953" encodinganalog="3.1.3">1953</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 25 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/5/6/c/56cf550b642ae6d4084d79dac40c9322768c535be3635469a543c3aa5acfa56a/OCONT_08.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Setembro</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.2</unitid>
                <unitdate normal="1953/1953" encodinganalog="3.1.3">1953</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/0/5/7/057dcc9c5eb0668b03dc8fd2744ad0311620d17be1421dc4d52da0e4a6a8f8ea/OCONT_09.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Outubro</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.3</unitid>
                <unitdate normal="1953/1953" encodinganalog="3.1.3">1953</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/2/5/8250e79229c351e556c0afb9883100a46fa4f1827cdca903f93eb7235abc9f04/OCONT_10.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Novembro</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.4</unitid>
                <unitdate normal="1953/1953" encodinganalog="3.1.3">1953</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 20 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/2/5/b254e18373414ec49fb4e3d65ad50683c51c66f044503c19a8bbb2ee65ad45b7/OCONT_11_1953.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Dezembro</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.5</unitid>
                <unitdate normal="1953/1953" encodinganalog="3.1.3">1953</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/d/b/6dbe719405403787e9ac43c599581b91e9c48e957d0946731ba1ff847488372f/OCONT_12.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal O Continente - 1954</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1</unitid>
              <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">02/01/1954 - 04/12/1954</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, com 166 páginas, abrangendo os meses de janeiro a dezembro de 1954.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_284330_actor">O Continente</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-bf789b9de353d19c6bb4dc698f787cc2" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Coleção de jornais entregue pelo Instituto Histórico e Geográfico de Vila Velha, após doação realizada pelos familiares dos fundadores do periódico. O material reúne informações importantes para pesquisas sobre a década de 1950, incluindo a atuação e a morte de Getúlio Vargas, os principais embates políticos da época, ocorrências cotidianas do município e textos literários de autores locais.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_284330_actor">O Continente </corpname>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.1</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">02/01/1954 - 30/01/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 20 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/4/9/f/49f3fc247093269ab5594fc62a17eb5bd9ff9b347438b4620fbb8ebf109f2eae/OCONT_01_1954.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.2</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">08/02/1954 - 27/02/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 14 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/5/c/85cc9310e8c7af03ab696919ad721aded92353ae7108c50dc2827227a6edd131/OCONTI_02_1954.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.3</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">20/03/1954 - 27/03/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 8 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/8/7/88720406aceb63b343f3209775ef64b26de5823f5fa1f4d9f93c6e75da42388a/OCONT_03_1954.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.4</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">03/04/1954 - 30/04/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 16 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/6/5/e6507e16cc13dcd678fa96b276fae6d8645c1fe8d666c2b70ea1ec92e4b5de7b/OCONT_04_1954.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.5</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">08/05/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 4 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/c/3/dc350a533920272b1d43920a2123d4583d37cfd6e8246bb43febb581d1a3cfec/OCONT_05_1954.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.6</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">12/06/1954 - 26/06/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 5 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/6/0/d60516f35ab09dacb5020e2d08e28c6541a45ba36e13ea93263bec1e0a5b21f4/OCONT_06_1954.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.7</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">10/07/1954 - 24/07/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 17 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/a/9/da9111e260b94312630aa1ee9fa07aa6d79281257d2ad0d92a51e593544c919f/OCONT_07_1954.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.8</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">14/08/1954 - 28/08/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 21 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/5/b/35b62cee81227552db47beab50068cb7f6889100acbd77dc5ac47f2ed861b84e/OCONT_08_1954.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.9</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">18/09/1954 - 25/09/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 5 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/3/2/c32c19f972433702422ee39be34e77061f024c8b1ce55d9d6accdb1032bc0725/OCONT_09_1954.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.10</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">23/10/1954 - 30/10/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 9 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/a/1/8a157d3fc09aac8b4088379bbf72fa04991668036c5ae70e1f3d2820c0ffc953/OCONT_10_1954.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.11</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">06/11/1954 - 20/11/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 10 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/a/4/1a40311d99b5012ef8a98a7112eaa84573444393de2f0a26446cf067c5a55010/OCONT_11_1954.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.12</unitid>
                <unitdate normal="1954/1954" encodinganalog="3.1.3">04/12/1954</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 10 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/2/c/82cfa8b49631b644510f0201faff27067e9cafe311385edbeedf2d22a44d6668/OCONT_12_1954.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Jornal O Continente - 1955</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1</unitid>
              <unitdate normal="1955/1955" encodinganalog="3.1.3">16/04/1955 - 04/06/1955</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, com 27 páginas, abrangendo os meses de maio a junho.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_284460_actor">O Continente</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-bf789b9de353d19c6bb4dc698f787cc2" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Coleção de jornais entregue pelo Instituto Histórico e Geográfico de Vila Velha, após doação realizada pelos familiares dos fundadores do periódico. O material reúne informações importantes para pesquisas sobre a década de 1950, incluindo a atuação e a morte de Getúlio Vargas, os principais embates políticos da época, ocorrências cotidianas do município e textos literários de autores locais.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_284460_actor">O Continente </corpname>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.1</unitid>
                <unitdate normal="1955/1955" encodinganalog="3.1.3">16/04/1955 - 30/04/1955</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 12 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/e/3/ce31155e59950b09a9390bac76dcf777ad6af1e2285e0dcced5de67e0c8f83b3/OCONT_04_1955.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.2</unitid>
                <unitdate normal="1955/1955" encodinganalog="3.1.3">07/05/1955 - 28/05/1955</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 12 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/a/1/9/a19e4f25ed90dca2551e56b7960f1de524d9b7775beb3ef5cefbc69ac8ac0b3d/OCONT_05_1955.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">O Continente</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.OCONT.1.3</unitid>
                <unitdate normal="1955/1955" encodinganalog="3.1.3">04/06/1955</unitdate>
                <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 4 páginas.    </physdesc>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/8/6/2/86209e87a078ac91c5e6164574b33a630b4504c788bb6cd5a1686f82702fad72/OCONT_06_1955.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JFD</unitid>
            <unitdate normal="1960/1961" encodinganalog="3.1.3">1960 - 1961</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Bibliográfico, contendo 504 páginas digitalizadas.    </physdesc>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_285249_actor">Imprensa Capixaba</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-24019483afe231c0659435e76114ae4a" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Imprensa Capixaba nasce efetivamente em janeiro de 1849 quando surge o "Correio da Victória", publicação periódica que se prolongou por quase três décadas. Em 1840, porém, é publicado, em um único número, "O Estafeta", do qual se tem exemplares localizados.<lb/><lb/>Por meio do "Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos Brasileiros", coordenado pela Biblioteca Nacional, foram reproduzidos milhares de títulos de jornais de todo o Brasil. Os periódicos referentes ao Espírito Santo foram disponibilizados pelo Arquivo Público, em 1986, que também participou como parceiro no projeto. Na ocasião, foi publicado o catálogo "Jornais e Relatórios de Presidentes de Província – ES" em microfilmes, para auxiliar os pesquisadores na consulta dessa importante fonte de pesquisa.<lb/><lb/>Novos títulos foram agregados ao projeto desde então e na oportunidade das Comemorações do Centenário do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo a instituição publicou on-line a relação dos títulos de jornais microfilmados, disponibilizando o primeiro exemplar de cada jornal, em formato PDF, para download. O material completo pode ser consultado na Sala de Consultas do APEES ou no site da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.<lb/><lb/>O objetivo do Arquivo Público é dar continuidade à reprodução dos periódicos que foram e ainda são publicados no Espírito Santo. Os jornais são importantes instrumentos que testemunham e retratam o cotidiano, constituindo-se relevantes fontes de pesquisa para a compreensão histórica.<lb/><lb/>Com a presente relação on-line, os pesquisadores têm informações sobre o conteúdo microfilmado de cada periódico e podem colaborar no fornecimento de exemplares ou títulos ainda não contemplados pelo projeto.<lb/><lb/>Estão disponíveis 72 títulos de jornais de 13 municípios capixabas, assim distribuídos:<lb/>Vitória - 38; Cachoeiro de Itapemirim - 9; Itapemirim - 8; Santa Leopoldina -3; Muqui - 3; Anchieta-Benevente -2; São Mateus -2; São Pedro do Itabapoana (atual distrito de Mimoso do Sul) – 2; Castelo – 1; Demétrio Ribeiro (distrito de João Neiva) – 1; Guaçui – 1; Muniz Freire – 1 e Rio Novo do Sul – 1.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Periódico publicado na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, ES. Contém edições do ano de 1960, referentes aos meses de junho a novembro.</p>
          </scopecontent>
          <controlaccess>
            <corpname role="Produtor" id="atom_285249_actor">Imprensa Capixaba </corpname>
          </controlaccess>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JFD.1</unitid>
              <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">06/06/1960 - 28/06/1960</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 111 páginas.    </physdesc>
            </did>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JFD.1.1</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">06/06/1960 - 28/06/1960</unitdate>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/4/5/645e18f4b7aed2db59f42a81fc0180d863f113acae282f74e833060a45145a42/JFD_JUNHO_1960.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JFD.2</unitid>
              <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">01/07/1960 - 31/07/1960</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 123 páginas.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_285262_actor">Imprensa Capixaba</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-24019483afe231c0659435e76114ae4a" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Imprensa Capixaba nasce efetivamente em janeiro de 1849 quando surge o "Correio da Victória", publicação periódica que se prolongou por quase três décadas. Em 1840, porém, é publicado, em um único número, "O Estafeta", do qual se tem exemplares localizados.<lb/><lb/>Por meio do "Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos Brasileiros", coordenado pela Biblioteca Nacional, foram reproduzidos milhares de títulos de jornais de todo o Brasil. Os periódicos referentes ao Espírito Santo foram disponibilizados pelo Arquivo Público, em 1986, que também participou como parceiro no projeto. Na ocasião, foi publicado o catálogo "Jornais e Relatórios de Presidentes de Província – ES" em microfilmes, para auxiliar os pesquisadores na consulta dessa importante fonte de pesquisa.<lb/><lb/>Novos títulos foram agregados ao projeto desde então e na oportunidade das Comemorações do Centenário do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo a instituição publicou on-line a relação dos títulos de jornais microfilmados, disponibilizando o primeiro exemplar de cada jornal, em formato PDF, para download. O material completo pode ser consultado na Sala de Consultas do APEES ou no site da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.<lb/><lb/>O objetivo do Arquivo Público é dar continuidade à reprodução dos periódicos que foram e ainda são publicados no Espírito Santo. Os jornais são importantes instrumentos que testemunham e retratam o cotidiano, constituindo-se relevantes fontes de pesquisa para a compreensão histórica.<lb/><lb/>Com a presente relação on-line, os pesquisadores têm informações sobre o conteúdo microfilmado de cada periódico e podem colaborar no fornecimento de exemplares ou títulos ainda não contemplados pelo projeto.<lb/><lb/>Estão disponíveis 72 títulos de jornais de 13 municípios capixabas, assim distribuídos:<lb/>Vitória - 38; Cachoeiro de Itapemirim - 9; Itapemirim - 8; Santa Leopoldina -3; Muqui - 3; Anchieta-Benevente -2; São Mateus -2; São Pedro do Itabapoana (atual distrito de Mimoso do Sul) – 2; Castelo – 1; Demétrio Ribeiro (distrito de João Neiva) – 1; Guaçui – 1; Muniz Freire – 1 e Rio Novo do Sul – 1.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Bibliográfico, compreendendo entre os dias 01/07/1960 e 31/07/1960</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_285262_actor">Imprensa Capixaba </corpname>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JFD.2.2</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">01/07/1960 - 31/07/1960</unitdate>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/6/5/d/65db833263acf5ed0dbb75fba5b01e09182423ceaa178833756be20d5bbc7d46/JULHO_OCR.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JFD.3</unitid>
              <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">03/08/1960 - 30/08/1960</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 142 páginas.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_285270_actor">Imprensa Capixaba</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-24019483afe231c0659435e76114ae4a" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Imprensa Capixaba nasce efetivamente em janeiro de 1849 quando surge o "Correio da Victória", publicação periódica que se prolongou por quase três décadas. Em 1840, porém, é publicado, em um único número, "O Estafeta", do qual se tem exemplares localizados.<lb/><lb/>Por meio do "Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos Brasileiros", coordenado pela Biblioteca Nacional, foram reproduzidos milhares de títulos de jornais de todo o Brasil. Os periódicos referentes ao Espírito Santo foram disponibilizados pelo Arquivo Público, em 1986, que também participou como parceiro no projeto. Na ocasião, foi publicado o catálogo "Jornais e Relatórios de Presidentes de Província – ES" em microfilmes, para auxiliar os pesquisadores na consulta dessa importante fonte de pesquisa.<lb/><lb/>Novos títulos foram agregados ao projeto desde então e na oportunidade das Comemorações do Centenário do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo a instituição publicou on-line a relação dos títulos de jornais microfilmados, disponibilizando o primeiro exemplar de cada jornal, em formato PDF, para download. O material completo pode ser consultado na Sala de Consultas do APEES ou no site da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.<lb/><lb/>O objetivo do Arquivo Público é dar continuidade à reprodução dos periódicos que foram e ainda são publicados no Espírito Santo. Os jornais são importantes instrumentos que testemunham e retratam o cotidiano, constituindo-se relevantes fontes de pesquisa para a compreensão histórica.<lb/><lb/>Com a presente relação on-line, os pesquisadores têm informações sobre o conteúdo microfilmado de cada periódico e podem colaborar no fornecimento de exemplares ou títulos ainda não contemplados pelo projeto.<lb/><lb/>Estão disponíveis 72 títulos de jornais de 13 municípios capixabas, assim distribuídos:<lb/>Vitória - 38; Cachoeiro de Itapemirim - 9; Itapemirim - 8; Santa Leopoldina -3; Muqui - 3; Anchieta-Benevente -2; São Mateus -2; São Pedro do Itabapoana (atual distrito de Mimoso do Sul) – 2; Castelo – 1; Demétrio Ribeiro (distrito de João Neiva) – 1; Guaçui – 1; Muniz Freire – 1 e Rio Novo do Sul – 1.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Bibliográfico, compreendendo entre os dias 03/08/1960 e 30/08/1960</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_285270_actor">Imprensa Capixaba </corpname>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
                <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JFD.3.3</unitid>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">03/08/1960 - 30/08/1960</unitdate>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/d/f/e/dfe68a20edd3d4444c4d03d06960c447d046f9ff4ec4fed1743d35f6138eac30/JFD_AGOSTO_1960.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JFD.4</unitid>
              <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">02/09/1960 - 30/09/1960</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 82 páginas.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_285281_actor">Imprensa Capixaba</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-24019483afe231c0659435e76114ae4a" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Imprensa Capixaba nasce efetivamente em janeiro de 1849 quando surge o "Correio da Victória", publicação periódica que se prolongou por quase três décadas. Em 1840, porém, é publicado, em um único número, "O Estafeta", do qual se tem exemplares localizados.<lb/><lb/>Por meio do "Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos Brasileiros", coordenado pela Biblioteca Nacional, foram reproduzidos milhares de títulos de jornais de todo o Brasil. Os periódicos referentes ao Espírito Santo foram disponibilizados pelo Arquivo Público, em 1986, que também participou como parceiro no projeto. Na ocasião, foi publicado o catálogo "Jornais e Relatórios de Presidentes de Província – ES" em microfilmes, para auxiliar os pesquisadores na consulta dessa importante fonte de pesquisa.<lb/><lb/>Novos títulos foram agregados ao projeto desde então e na oportunidade das Comemorações do Centenário do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo a instituição publicou on-line a relação dos títulos de jornais microfilmados, disponibilizando o primeiro exemplar de cada jornal, em formato PDF, para download. O material completo pode ser consultado na Sala de Consultas do APEES ou no site da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.<lb/><lb/>O objetivo do Arquivo Público é dar continuidade à reprodução dos periódicos que foram e ainda são publicados no Espírito Santo. Os jornais são importantes instrumentos que testemunham e retratam o cotidiano, constituindo-se relevantes fontes de pesquisa para a compreensão histórica.<lb/><lb/>Com a presente relação on-line, os pesquisadores têm informações sobre o conteúdo microfilmado de cada periódico e podem colaborar no fornecimento de exemplares ou títulos ainda não contemplados pelo projeto.<lb/><lb/>Estão disponíveis 72 títulos de jornais de 13 municípios capixabas, assim distribuídos:<lb/>Vitória - 38; Cachoeiro de Itapemirim - 9; Itapemirim - 8; Santa Leopoldina -3; Muqui - 3; Anchieta-Benevente -2; São Mateus -2; São Pedro do Itabapoana (atual distrito de Mimoso do Sul) – 2; Castelo – 1; Demétrio Ribeiro (distrito de João Neiva) – 1; Guaçui – 1; Muniz Freire – 1 e Rio Novo do Sul – 1.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Bibliográfico, compreendendo entre os dias 02/09/1960 e 30/09/1960</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_285281_actor">Imprensa Capixaba </corpname>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">02/09/1960 - 30/09/1960</unitdate>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/1/7/f/17f588bceec9e204059949758516b8ffc234f6787d5f54969f0185d63e70adaf/JFD_SET_1960.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JFD.5</unitid>
              <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">06/10/1960 - 28/10/1960</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 38 páginas.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_285284_actor">Imprensa Capixaba</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-24019483afe231c0659435e76114ae4a" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Imprensa Capixaba nasce efetivamente em janeiro de 1849 quando surge o "Correio da Victória", publicação periódica que se prolongou por quase três décadas. Em 1840, porém, é publicado, em um único número, "O Estafeta", do qual se tem exemplares localizados.<lb/><lb/>Por meio do "Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos Brasileiros", coordenado pela Biblioteca Nacional, foram reproduzidos milhares de títulos de jornais de todo o Brasil. Os periódicos referentes ao Espírito Santo foram disponibilizados pelo Arquivo Público, em 1986, que também participou como parceiro no projeto. Na ocasião, foi publicado o catálogo "Jornais e Relatórios de Presidentes de Província – ES" em microfilmes, para auxiliar os pesquisadores na consulta dessa importante fonte de pesquisa.<lb/><lb/>Novos títulos foram agregados ao projeto desde então e na oportunidade das Comemorações do Centenário do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo a instituição publicou on-line a relação dos títulos de jornais microfilmados, disponibilizando o primeiro exemplar de cada jornal, em formato PDF, para download. O material completo pode ser consultado na Sala de Consultas do APEES ou no site da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.<lb/><lb/>O objetivo do Arquivo Público é dar continuidade à reprodução dos periódicos que foram e ainda são publicados no Espírito Santo. Os jornais são importantes instrumentos que testemunham e retratam o cotidiano, constituindo-se relevantes fontes de pesquisa para a compreensão histórica.<lb/><lb/>Com a presente relação on-line, os pesquisadores têm informações sobre o conteúdo microfilmado de cada periódico e podem colaborar no fornecimento de exemplares ou títulos ainda não contemplados pelo projeto.<lb/><lb/>Estão disponíveis 72 títulos de jornais de 13 municípios capixabas, assim distribuídos:<lb/>Vitória - 38; Cachoeiro de Itapemirim - 9; Itapemirim - 8; Santa Leopoldina -3; Muqui - 3; Anchieta-Benevente -2; São Mateus -2; São Pedro do Itabapoana (atual distrito de Mimoso do Sul) – 2; Castelo – 1; Demétrio Ribeiro (distrito de João Neiva) – 1; Guaçui – 1; Muniz Freire – 1 e Rio Novo do Sul – 1.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Bibliográfico, compreendendo entre os dias 06/10/1960 e 28/10/1960</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_285284_actor">Imprensa Capixaba </corpname>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">06/10/1960 e 28/10/1960</unitdate>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/e/a/1/ea1e083aaf8937508ac71fa294719455021c7dbc07852f21c955dabb60e70708/JFD_OUT_1960.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JFD.6</unitid>
              <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">22/11/1960</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 06páginas.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_285287_actor">Imprensa Capixaba</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-24019483afe231c0659435e76114ae4a" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Imprensa Capixaba nasce efetivamente em janeiro de 1849 quando surge o "Correio da Victória", publicação periódica que se prolongou por quase três décadas. Em 1840, porém, é publicado, em um único número, "O Estafeta", do qual se tem exemplares localizados.<lb/><lb/>Por meio do "Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos Brasileiros", coordenado pela Biblioteca Nacional, foram reproduzidos milhares de títulos de jornais de todo o Brasil. Os periódicos referentes ao Espírito Santo foram disponibilizados pelo Arquivo Público, em 1986, que também participou como parceiro no projeto. Na ocasião, foi publicado o catálogo "Jornais e Relatórios de Presidentes de Província – ES" em microfilmes, para auxiliar os pesquisadores na consulta dessa importante fonte de pesquisa.<lb/><lb/>Novos títulos foram agregados ao projeto desde então e na oportunidade das Comemorações do Centenário do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo a instituição publicou on-line a relação dos títulos de jornais microfilmados, disponibilizando o primeiro exemplar de cada jornal, em formato PDF, para download. O material completo pode ser consultado na Sala de Consultas do APEES ou no site da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.<lb/><lb/>O objetivo do Arquivo Público é dar continuidade à reprodução dos periódicos que foram e ainda são publicados no Espírito Santo. Os jornais são importantes instrumentos que testemunham e retratam o cotidiano, constituindo-se relevantes fontes de pesquisa para a compreensão histórica.<lb/><lb/>Com a presente relação on-line, os pesquisadores têm informações sobre o conteúdo microfilmado de cada periódico e podem colaborar no fornecimento de exemplares ou títulos ainda não contemplados pelo projeto.<lb/><lb/>Estão disponíveis 72 títulos de jornais de 13 municípios capixabas, assim distribuídos:<lb/>Vitória - 38; Cachoeiro de Itapemirim - 9; Itapemirim - 8; Santa Leopoldina -3; Muqui - 3; Anchieta-Benevente -2; São Mateus -2; São Pedro do Itabapoana (atual distrito de Mimoso do Sul) – 2; Castelo – 1; Demétrio Ribeiro (distrito de João Neiva) – 1; Guaçui – 1; Muniz Freire – 1 e Rio Novo do Sul – 1.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Bibliográfico, contém apenas o dia 22/11/1960</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_285287_actor">Imprensa Capixaba </corpname>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
                <unitdate normal="1960/1960" encodinganalog="3.1.3">22/11/1960</unitdate>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/b/1/7/b17bde8912de18cbfda881ff54a0952ee79f69bdc62f7756eab4448c08a9b09d/JFD_NOV_1960.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JFD.7</unitid>
              <unitdate normal="1961/1961" encodinganalog="3.1.3">04/01/1961 - 10/01/1961</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 08 páginas.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_285885_actor">Imprensa Capixaba</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-24019483afe231c0659435e76114ae4a" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Imprensa Capixaba nasce efetivamente em janeiro de 1849 quando surge o "Correio da Victória", publicação periódica que se prolongou por quase três décadas. Em 1840, porém, é publicado, em um único número, "O Estafeta", do qual se tem exemplares localizados.<lb/><lb/>Por meio do "Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos Brasileiros", coordenado pela Biblioteca Nacional, foram reproduzidos milhares de títulos de jornais de todo o Brasil. Os periódicos referentes ao Espírito Santo foram disponibilizados pelo Arquivo Público, em 1986, que também participou como parceiro no projeto. Na ocasião, foi publicado o catálogo "Jornais e Relatórios de Presidentes de Província – ES" em microfilmes, para auxiliar os pesquisadores na consulta dessa importante fonte de pesquisa.<lb/><lb/>Novos títulos foram agregados ao projeto desde então e na oportunidade das Comemorações do Centenário do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo a instituição publicou on-line a relação dos títulos de jornais microfilmados, disponibilizando o primeiro exemplar de cada jornal, em formato PDF, para download. O material completo pode ser consultado na Sala de Consultas do APEES ou no site da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.<lb/><lb/>O objetivo do Arquivo Público é dar continuidade à reprodução dos periódicos que foram e ainda são publicados no Espírito Santo. Os jornais são importantes instrumentos que testemunham e retratam o cotidiano, constituindo-se relevantes fontes de pesquisa para a compreensão histórica.<lb/><lb/>Com a presente relação on-line, os pesquisadores têm informações sobre o conteúdo microfilmado de cada periódico e podem colaborar no fornecimento de exemplares ou títulos ainda não contemplados pelo projeto.<lb/><lb/>Estão disponíveis 72 títulos de jornais de 13 municípios capixabas, assim distribuídos:<lb/>Vitória - 38; Cachoeiro de Itapemirim - 9; Itapemirim - 8; Santa Leopoldina -3; Muqui - 3; Anchieta-Benevente -2; São Mateus -2; São Pedro do Itabapoana (atual distrito de Mimoso do Sul) – 2; Castelo – 1; Demétrio Ribeiro (distrito de João Neiva) – 1; Guaçui – 1; Muniz Freire – 1 e Rio Novo do Sul – 1.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Bibliográfico, contém apenas os dias 04/01/1961 e 10/01/1961</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_285885_actor">Imprensa Capixaba </corpname>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
                <unitdate normal="1961/1961" encodinganalog="3.1.3">04/01/1961 - 10/01/1961</unitdate>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/c/4/2/c4250fc6610df86f990c5c761f2590b5cbb52655ad4da94482e207c9e6cc8005/JFD_JAN_1961.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.JFD.8</unitid>
              <unitdate normal="1961/1961" encodinganalog="3.1.3">26/04/1961</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Textual, contendo 06 páginas.    </physdesc>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_285894_actor">Imprensa Capixaba</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-24019483afe231c0659435e76114ae4a" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Imprensa Capixaba nasce efetivamente em janeiro de 1849 quando surge o "Correio da Victória", publicação periódica que se prolongou por quase três décadas. Em 1840, porém, é publicado, em um único número, "O Estafeta", do qual se tem exemplares localizados.<lb/><lb/>Por meio do "Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos Brasileiros", coordenado pela Biblioteca Nacional, foram reproduzidos milhares de títulos de jornais de todo o Brasil. Os periódicos referentes ao Espírito Santo foram disponibilizados pelo Arquivo Público, em 1986, que também participou como parceiro no projeto. Na ocasião, foi publicado o catálogo "Jornais e Relatórios de Presidentes de Província – ES" em microfilmes, para auxiliar os pesquisadores na consulta dessa importante fonte de pesquisa.<lb/><lb/>Novos títulos foram agregados ao projeto desde então e na oportunidade das Comemorações do Centenário do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo a instituição publicou on-line a relação dos títulos de jornais microfilmados, disponibilizando o primeiro exemplar de cada jornal, em formato PDF, para download. O material completo pode ser consultado na Sala de Consultas do APEES ou no site da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.<lb/><lb/>O objetivo do Arquivo Público é dar continuidade à reprodução dos periódicos que foram e ainda são publicados no Espírito Santo. Os jornais são importantes instrumentos que testemunham e retratam o cotidiano, constituindo-se relevantes fontes de pesquisa para a compreensão histórica.<lb/><lb/>Com a presente relação on-line, os pesquisadores têm informações sobre o conteúdo microfilmado de cada periódico e podem colaborar no fornecimento de exemplares ou títulos ainda não contemplados pelo projeto.<lb/><lb/>Estão disponíveis 72 títulos de jornais de 13 municípios capixabas, assim distribuídos:<lb/>Vitória - 38; Cachoeiro de Itapemirim - 9; Itapemirim - 8; Santa Leopoldina -3; Muqui - 3; Anchieta-Benevente -2; São Mateus -2; São Pedro do Itabapoana (atual distrito de Mimoso do Sul) – 2; Castelo – 1; Demétrio Ribeiro (distrito de João Neiva) – 1; Guaçui – 1; Muniz Freire – 1 e Rio Novo do Sul – 1.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Publicado</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Bibliográfico, contém apenas o dia 26/04/1961</p>
            </scopecontent>
            <controlaccess>
              <corpname role="Produtor" id="atom_285894_actor">Imprensa Capixaba </corpname>
            </controlaccess>
            <c level="item">
              <did>
                <unittitle encodinganalog="3.1.2">Folha do Dia</unittitle>
                <unitdate normal="1961/1961" encodinganalog="3.1.3">26/04/1961</unitdate>
                <dao linktype="simple" href="http://atom.ape.es.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-do-espirito-santo-4/3/4/2/3426c50f036c2b04dcb04a20d501507bf7a93509e93ab77b053d1897ebd353b7/JFD_ABR_1961.pdf" role="master" actuate="onrequest" show="embed"/>
              </did>
              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
              </odd>
            </c>
          </c>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Informativos "O Encontro" - Aribiri</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="BR" repositorycode="ESAPEES">JOR.1.ARI</unitid>
            <unitdate normal="1973/1973" encodinganalog="3.1.3">1973</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        Constam 12 (doze) cópias de exemplares dos Informativos "O Encontro"; "Re-encontro" e Voz do Aribiri. Produzidos pela Comunidade do bairro de Aribiri, em Vila Velha.    </physdesc>
          </did>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Publicado</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Constam 12 (doze) exemplares (cópias) dos Informativos "O Encontro"; "Re-encontro" e Voz do Aribiri. Produzidos pela Comunidade do bairro de Aribiri, em Vila Velha.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Acervo composto por cópias, localizado fisicamente na Biblioteca "Maria Stela de Novaes"</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <subject>Boletim</subject>
            <subject>Publicação</subject>
            <subject>Jornal</subject>
            <subject>Informativo</subject>
            <geogname>Aribiri</geogname>
            <geogname>Vila Velha - ES</geogname>
          </controlaccess>
          <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
            <p>Cláudio Vereza (Deputado Estadual)</p>
          </acqinfo>
          <custodhist encodinganalog="3.2.3">
            <p>Acervo doado pelo então Deputado Estadual Cláudio Vereza, em 08 de março de 2005.</p>
          </custodhist>
          <processinfo>
            <p>Acervo alocado na Biblioteca Maria Stela de Novaes (Biblioteca de Apoio do APEES)</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
    </dsc>
  </archdesc>
</ead>
