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Registo de autoridade
Hemeroteca (APEES)
EMSN · Pessoa coletiva · 19.. - 190..

A Biblioteca de Apoio Maria Stella de Novaes foi criada para auxiliar a pesquisa junto às fontes documentais primárias. Sua formação deu-se mediante doações de publicações impressas por parte de instituições, pesquisadores/escritores e de recolhimentos junto às secretarias e órgãos do governo estadual, totalizando aproximadamente 18.000 (dezoito mil) volumes impressos, entre livros, jornais, revistas, recortes, Leis, Decretos, Anais, Publicações Oficiais, Mensagens e Relatórios de Governo.

Residência do Governador
Pessoa coletiva · 1955

A antiga Residência do Governador do Espírito Santo, localizada em Vila Velha, foi a residência oficial dos governadores do estado até a década de 1980, antes da mudança para a nova sede em Vitória. O imóvel, construído no século XIX, foi o cenário de muitos eventos históricos e momentos importantes da política capixaba.

Situada no bairro Praia da Costa, a residência possuía um estilo arquitetônico clássico, com influências do período colonial e uma estrutura imponente, adequada para abrigar os governantes e suas famílias. A casa também servia como palco para recepções e encontros oficiais, representando o poder estadual na época.

Em 1980, com a transferência da sede do governo para Vitória, a antiga residência perdeu sua função como residência oficial, mas o edifício permanece como um importante símbolo da história política do estado. Atualmente, o local abriga o Museu de Vila Velha, que preserva a memória da cidade e do estado, tornando-se um ponto turístico e cultural.

Imprensa Capixaba
IMPR · Pessoa coletiva · 1849 - Atualmente

A Imprensa Capixaba nasce efetivamente em janeiro de 1849 quando surge o "Correio da Victória", publicação periódica que se prolongou por quase três décadas. Em 1840, porém, é publicado, em um único número, "O Estafeta", do qual se tem exemplares localizados.

Por meio do "Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos Brasileiros", coordenado pela Biblioteca Nacional, foram reproduzidos milhares de títulos de jornais de todo o Brasil. Os periódicos referentes ao Espírito Santo foram disponibilizados pelo Arquivo Público, em 1986, que também participou como parceiro no projeto. Na ocasião, foi publicado o catálogo "Jornais e Relatórios de Presidentes de Província – ES" em microfilmes, para auxiliar os pesquisadores na consulta dessa importante fonte de pesquisa.

Novos títulos foram agregados ao projeto desde então e na oportunidade das Comemorações do Centenário do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo a instituição publicou on-line a relação dos títulos de jornais microfilmados, disponibilizando o primeiro exemplar de cada jornal, em formato PDF, para download. O material completo pode ser consultado na Sala de Consultas do APEES ou no site da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.

O objetivo do Arquivo Público é dar continuidade à reprodução dos periódicos que foram e ainda são publicados no Espírito Santo. Os jornais são importantes instrumentos que testemunham e retratam o cotidiano, constituindo-se relevantes fontes de pesquisa para a compreensão histórica.

Com a presente relação on-line, os pesquisadores têm informações sobre o conteúdo microfilmado de cada periódico e podem colaborar no fornecimento de exemplares ou títulos ainda não contemplados pelo projeto.

Estão disponíveis 72 títulos de jornais de 13 municípios capixabas, assim distribuídos:
Vitória - 38; Cachoeiro de Itapemirim - 9; Itapemirim - 8; Santa Leopoldina -3; Muqui - 3; Anchieta-Benevente -2; São Mateus -2; São Pedro do Itabapoana (atual distrito de Mimoso do Sul) – 2; Castelo – 1; Demétrio Ribeiro (distrito de João Neiva) – 1; Guaçui – 1; Muniz Freire – 1 e Rio Novo do Sul – 1.

Catedral Metropolitana de Vitória
CATMV · Pessoa coletiva · 1550-2025

A origem da Catedral Metropolitana de Vitória remonta ao século XVI, quando, aproximadamente em 1550, foi construída uma capela no local onde se estabeleceu a então Vila de Nossa Senhora da Vitória. Essa edificação inicial, de caráter simples, constitui-se como o marco fundador da cidade de Vitória, representando um dos primeiros elementos estruturantes da ocupação urbana na região.

No início do século XVIII, a capela foi elevada à condição de igreja matriz. Contudo, devido ao avançado estado de deterioração da estrutura, sua demolição foi realizada ao final do mesmo século, dando lugar a uma nova edificação, que permaneceu até o ano de 1918. Essa segunda igreja, edificada sob influências do estilo colonial, foi designada como catedral com a criação da Diocese do Espírito Santo, instituída em 1895, durante o episcopado de Dom João Batista Correia Néri.

Com o crescimento populacional da cidade e a necessidade de uma estrutura mais condizente com as funções litúrgicas e representativas da sede diocesana, a antiga igreja foi demolida, iniciando-se, em 1920, a construção da atual Catedral Metropolitana de Vitória. As obras estenderam-se por cinco décadas, sendo concluídas em 1970. O novo templo passou a se destacar na paisagem urbana pela imponência de sua arquitetura.

O projeto arquitetônico da catedral foi elaborado por Paulo Motta, também responsável pela concepção do Parque Moscoso, e contou, ao longo dos anos, com colaborações de diversos artistas e arquitetos. A edificação apresenta um estilo eclético, com forte predominância de elementos neogóticos, além de vitrais artísticos que conferem expressividade estética ao conjunto. A Catedral Metropolitana de Vitória constitui-se, atualmente, em um dos mais importantes símbolos históricos, religiosos e arquitetônicos da capital capixaba.

Editora FTD
Pessoa coletiva