Natural de Cachoeiro de Itapemirim (data de nascimento desconhecida), o fotógrafo faleceu na cidade de Vitória na década de 1940. Realizou seus estudos primário e secundário em sua cidade natal. No início do século XX, transferiu-se para a capital capixaba, onde fundou o estúdio fotográfico denominado Foto-Film. Registros da imprensa, contudo, indicam que já exercia a atividade de fotógrafo desde o ano de 1881, possivelmente ainda em Cachoeiro de Itapemirim.
Outras informações:
Milson Henriques nasceu em 1938, em São João da Barra, no estado do Rio de Janeiro. Aos 14 anos, iniciou uma jornada pelo Brasil que o levou a cidades como São Paulo e Salvador, até fixar residência definitiva em Vitória, Espírito Santo, em 1964. Artista de múltiplas linguagens, Henriques construiu uma carreira marcada pela versatilidade e pelo compromisso com a arte e a comunicação. Atuou como jornalista em diversos veículos da imprensa local — A Gazeta, O Debate, A Tribuna e O Diário. Foi também chargista, escritor, poeta, dramaturgo, ilustrador e promotor cultural. Sua personagem mais conhecida, "Marly", a solteirona ao telefone, criada em 1973, tornou-se um ícone do humor gráfico no Espírito Santo, tendo alcançado circulação nacional.
O projeto Cine Memória - A história das Salas de Cinema do Espírito Santo é um projeto de pesquisa do Departamento de Arquivologia da Universidade Federal do Espírito Santo. Ao longo dos treze anos de pesquisa foi possível reunir um significativo acervo, que conta com fotografias, jornais, revistas, plantas e entrevistas, que, através deste inventário, será disponibilizado aos centros de informações, arquivos e bibliotecas. Destacamos que essa coleção do projeto não possui nenhum documento físico, todos são digitalizados e devolvidos aos seus acervos públicos e privados, de origem.
Junto com o grupo de pesquisa, o projeto pleiteou um apoio financeiro para o Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (FUNCULTURA), através do edital destinado à seleção de projetos culturais para inventário de acervos no estado, tendo sido contemplado no ano de 2012. A proposta, então, era a de organizar um inventário analítico do acervo digital da coleção Cine Memória, indicando a origem do acervo original para os consulentes.
Nascida em 18 de abril de 1922, em Vitória-ES, Nilge de Almeida Barreto de Gouveia [Limeira] é a segunda dos 13 filhos de Nilo Barreto de Gouveia e Gedália de Almeida Barreto de Gouveia. Irmã de: Eny Barreto de Gouveia Glycério, Edyr Gouveia de Almeida Couto, Clície de Almeida Barreto de Gouveia, Carlos Xavier Paes Barreto Sobrinho, Francisco Severino de Almeida Barreto de Gouveia, Ariosto de Almeida Barreto de Gouveia, Maria Ridolfi Gouveia de Carvalho, Evany Barreto de Gouveia Alves, Iedda de Almeida Barreto de Gouveia,
Aline de Almeida Barreto de Gouveia, Nilo Barreto de Gouveia Filho e Anália de Almeida Gouveia Lins. Casouse aos 27 anos com Benigno Rodrigues Limeira, com quem teve três filhos: Luiz Fernando, Thales e Fabíola.
Nutriu ao longo de sua vida uma paixão em registrar momentos e acontecimentos do cotidiano. Através de fotografias e versos registrou histórias e sentimentos. Suas crônicas foram publicadas em coletâneas e jornais do Estado, principalmente em “A Gazeta”. Publicou quatro livros: “As Crônicas de Bolso” (1974), “Nilge Limeira e Seu Canto de Vida” (1981), “Três Momentos” (1990) e “Sandálias não Caminham” (1999). Trabalhou no Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo, onde se aposentou. Prestou assessoria também na Ordem dos Advogados do Brasil, seção Espírito Santo, organizando vários congressos no Estado e fora dele. No dia 30 de outubro de 1992 assumiu a cadeira de número 27 na Academia Feminina Espírito Santense de Letras. Definiase como uma pessoa que conseguiu se reerguer quando quase nada mais havia em pé, passando para todos, sempre, a mensagem de um olhar positivo da vida, com a pureza de uma criança em seu coração, onde a mágoa não penetra e o rancor passa longe. Faleceu em 26 de março de 2008, aos 85 anos.
Jornal que produzido em Cachoeiro de Itapemirim entre os anos de 1901 e 1902. Seu redator chefe foi Athayde Júnior e Narciso Araújo.